Nao Julgue meus Sentimentos

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...como posso compreender a mente humana, se às vezes não consigo nem me compreender?

Ninguém conhece minhas lutas. Portanto, eu não preciso provar nada, a não ser sapatos, roupas, vinhos e cachaça.

Pode ser que:

Solidão é não se reconhecer, necessitar de algo e aprisionar-se.

Solitude é se conhecer, precisar de si e liberta-se.

Se,
eu não tivesse te conhecido,
Nem sorria,
se,
eu não tivesse te conhecido,
nem era feliz,
se,
eu não tivesse te conhecido,
nem tinha sonhando,
se,
eu não tivesse te conhecido,
nem te queria tanto,
se,
eu não tivesse te conhecido,
nem me angustiava tanto,
se,
eu não tivesse te conhecido,
nem chorava tanto..
Se,
eu não tivesse te conhecido,
nem sentia tanta saudade..
Se,
eu não tivesse te conhecido,
não sabia o que era amar!

O fogo foi criado para ajudar o homem em sua sobrevivência, não para destruição da natureza.

Para estudar o passado de um povo, de uma instituição, de uma classe, não basta aceitar ao pé da letra tudo quanto nos deixou a simples tradição escrita. É preciso fazer falar a multidão imensa dos figurantes mudos que enchem o panorama da história e são muitas vezes mais interessantes e mais importantes do que os outros, os que apenas escrevem a história.

Para nós, os loucos que reverenciam a lua na noite fria e escura, a distância não existe, nada está longe porque tudo está conectado.

"Eu ainda não estou pronta. Mas, estou muito feliz por não ser mais o que era..."

"Quando eu salgava a nossa relação, seu fígado não suportava.
Quando adoçava, você sentia repugnância.
Hoje, eu aprendi que, sempre errava a medida de dar,
e você, nunca acertava a medida de receber..."

Casar é coisa séria. Como não sou séria, fico solteira.

Vida real não tem ensaio, toda cena é prá valer!

Não são as vidas que nos arrependemos de não termos vivido que são o problema de verdade. É o arrependimento em si. É o arrependimento que nos faz encolher, murchar e nos sentir como nosso pior inimigo, além de o pior inimigo das outras pessoas.

A Biblioteca da Meia-Noite (livro)
HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021.

⁠Eu não confio em alguém que é legal comigo, mas é rude com o garçom, porque eles iriam me tratar da mesma forma se eu estivesse naquela posição.

Desculpe querido se sou mais sincera do que você queria e não a falsa que você merece!

“Acordei mais cedo do que o devido...Estou com sono. Se eu não te responder....ZZZZzzzz .”

—By Coelhinha

Eu desejo sempre a todos um ótimo dia, saúde, paz e prosperidade... até para os que não são humildes.

⁠Todos os dias me pego olhando para os mesmos lugares,
mas o olhar já não é o mesmo!
Cada dia traz um novo olhar.

O sentimento, esse, permanece o mesmo: amor.
Mas, acima de tudo, tenho um novo olhar, e percebo que muita coisa mudou.
A beleza está aqui dentro, e o que vejo é um reflexo daquilo que me permito olhar, mil vezes, com tamanha ternura.

Assim, sou abençoada a contemplar. E Deus, generoso, continua a me presentear.

⁠Contemplação

Não é só pele.
Não é só toque.
Não é só desejo.

É um lugar onde duas almas se permitem habitar o mesmo templo.
E o corpo… é apenas a porta.

Quando eu me entrego, não ofereço só curvas e suspiros.
Ofereço um mundo inteiro por trás dos olhos fechados.
Aceito que você me invada — não como quem invade, mas como quem é convidado a entrar.

Permitir que alguém me toque…
É como entregar uma chave e confiar que, do outro lado, não haja pressa.
Só presença.

Porque pra mim, fazer amor —
é como saborear a sobremesa favorita com os olhos fechados.
Com calma. Com vontade. Com gratidão.
Sentir o gosto até o fim, e mesmo assim desejar mais.

É contemplar cada segundo,
cada estremecer da pele,
cada silêncio entre os beijos,
cada arrepio que começa antes do toque.

É pertencer.
É permitir ser morada, enquanto também se habita.

É uma dança onde ninguém lidera,
mas ambos conduzem — com os olhos, com os gestos, com os instintos.

Eu não me entrego por carência.
Me entrego por transbordo.
Porque quero que você sinta o quanto posso ser casa,
mesmo enquanto sou puro incêndio.

⁠Habitar

Não quero ser apenas tocada.
Quero ser habitada.
Não por mãos que me percorrem com pressa,
mas por quem se perde em mim como quem encontra morada.

Quero ser sentida com os olhos fechados.
Com o coração aberto.
Com a calma de quem entende que o prazer mora na pausa —
na respiração contida, no quase, no que se prolonga.

Quero que cada parte minha seja descoberta como um território sagrado.
Como se você estivesse lendo meu corpo em braile,
palavra por palavra, pele por pele,
até entender minha linguagem.

Que o arrepio seja tua resposta,
e o silêncio entre nós, a oração.

Que você me toque como quem desvenda.
Como quem tem sede,
mas não se apressa.
Como quem entende que habitar alguém
não é sobre entrar,
é sobre permanecer.

Não quero ser o instante.
Quero ser o eco.
O sabor que fica mesmo depois da última mordida.
O cheiro que gruda mesmo depois da despedida.
A lembrança que acende só de fechar os olhos.

Quero que me sinta mesmo quando não estou.
E que deseje voltar — não pelo corpo,
mas pela paz que encontrou ao deitar no meu.

⁠Fujo do Amor (mas ainda espero por ele)

Eu fujo do amor.
E não é porque não acredito.
É porque, quando ele chega, eu tremo.
Tremo porque já acreditei antes…
E fiquei com as mãos cheias de nada.

Eu fujo do amor porque ele sabe entrar,
mas nem sempre sabe ficar.
E eu tenho medo.
Medo de ser mais uma vez abrigo temporário.
De ser casa que acolhe e depois vira lembrança.

Mas eu também quero.
Quero esse amor que não chega gritando,
mas se aproxima devagar e fica.
Que entende o meu silêncio.
Que não me cobra ser forte o tempo inteiro.

Fujo…
mas se me olham com verdade,
se me tocam com cuidado,
eu desarmo.
Porque, no fundo, eu ainda espero.

Espero por alguém que venha com presença,
com firmeza no gesto e leveza no olhar.
Que me beije como quem tem tempo.
Que me deseje, mas também me cuide.
Que não corra quando me encontrar vulnerável.

Então sim, eu fujo.
Mas se for amor de verdade…
pode vir atrás de mim devagar.
Pode me alcançar.
Pode me mostrar que amar não é sempre perder.
E que, dessa vez,
eu não vou precisar me despedir de novo.