Nao Julgue meus Sentimentos
O amor que o tempo levou...
Eu sempre transformei meus amores em poemas...
em versos tristes e intensos
que me despedem deles para todo o sempre...
sem mágoa ou remorso...
é um tempo que já passou,
uma página que o próprio tempo já virou...
Caminharei no ar.... nesta noite tão nublada... Caminharei no ar.... no chão dos meus sonhos! Boa Noite!
Pessoas queridas, a todos que gostam dos meus pensamentos e poesias... Graças aos meus leitores e ao Pensador...nasceuuu gente:
Histórias De Liquidificador
A ideia do livro surgiu graças aos meus pais, pois eles sabiam que eu tinha muitos gêneros escritos e espalhados no meu computador, uma verdadeira miscelânea de pensamentos, poemas e crônicas.
No início achei uma ideia ousada, porém com o passar do tempo, do conteúdo e da vontade de escrever acabei me encantando por ela e assim nasceu “Histórias De Liquidificador”.
São 103 pensamentos, 47 poemas e 23 crônicas... todos reunidos, com carinho, num mesmo “liquidificador” gerando uma super vitamina de textos, no qual eu espero que nutram os leitores com belos momentos de leitura.
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Obrigada!!!
Amei-te em um dia qualquer... E seguirei amando-te até o fim dos meus dias! (Homenagem ao André Matos)
Levo à vida na carona dos meus sonhos
Um passageiro de desejos inviáveis
Sigo à vida na euforia dos meus contos
Um viajante de enredos impossíveis
Vivo à vida na garupa dos meus feitos
Um possuinte de entrechos memoráveis
Cumpro à vida na penumbra dos meus tombos
Um transeunte de desfechos detestáveis
Como culpado por planos não cumpridos
E bendito por façanhas imprevistas
Sou um retalho de cenários ambíguos
Que abraça à vida entre o caos e o juízo
Tem uma alma branca nos meus manos!
(Monólogo)
Quando eu era pequena
Eu sentava na Beira da calçada
Todos tinham patins
Todos comiam sorvetes eu comi o meu primeiro Magnum na vida em 2017, entrei no cinema aos 18, pisei no shopping aos 16, entre roupas e sapatos que podíamos ter usados, adquiri um problema sobre to nem ai se tenho o que vestir ta bom. Sabe aquela sensação de ir a loja com grana e escolher o que quer eu já estive com a grana na mão E não quis comprar. Eu entendi que tudo isso que não tive vem de um passado de exclusão, que por falta de sentimento e humanização fomos jogados ao que dá...
Sabe pras manas é mais difícil é ver as meninas receber bilhetes, flores, convites de encontro e receber apena proposta indecentes, sim, pois elas vem sem um pingo de respeito muito menos sentimento, como quem recebe favor em ser comida.
Sabe aquele jantar em família pra te apresentar, planos, amigos... pois é... Não existe privilégio em ser objetivada, não existe privilégio em ser hipersexualisada... Não existe privilégio em não ser tocada e sim ser apalpada como uma fruta na banca da feira...
A história é sempre a mesma...
Pra que dar mão atrapalha pra andar...
Pra que conhecer todo mundo basta saber o que se tem
Sentimento carinho pra que? Se não parar vai me perder... farei como todos te deixarei...
E tudo que as manas ouvem sobre não fazer por não gostar, por não importar, por ele dizer eu sou assim... coisas humanas, as manas veem eles praticarem com outras... sim outras que não sejam como elas...
É tanto mano levantando bandeira e dando rasteira naquela que eles usam na encolha... que humilham, que desumanizam, que zombam e ameaçam de uma solidão monólogo quando já abandonaram a dois a tempos...
Que ha com os manos que veem suas irmãs, filhas, mães, matriarcas sangrando e ao invés de aprender com elas, aprendem com o algoz e repete repete repete...
Não existe ativismo e amor afrocentrado de faixada, que alimente a alma de uma mulher negra... ela não quer ser como a branca, nem muito menos branca...
Ela quer ser amada, poder amar, na verdade ela não procura amor por ai... ela quer viver apenas o que sente, como gente.
(Rogéria Cardeal Hta )
TEM UMA ALMA BRANCA NOS MEUS MANOS!
De Rogéria Cardeal Hta
(Monólogo)
Quando eu era pequena
Eu sentava na Beira da calçada
Todos tinham patins
Todos comiam sorvetes eu comi o meu primeiro Magnum na vida em 2017, entrei no cinema aos 18, pisei no shopping aos 16, entre roupas e sapatos que podíamos ter usados, adquiri um problema sobre to nem ai se tenho o que vestir ta bom. Sabe aquela sensação de ir a loja com grana e escolher o que quer eu já estive com a grana na mão E não quis comprar. Eu entendi que tudo isso que não tive vem de um passado de exclusão, que por falta de sentimento e humanização fomos jogados ao que dá... Somos frutos de racismo...
Sabe pras manas é mais difícil é ver as meninas receber bilhetes, flores, convites de encontro e receber apena proposta indecentes, sim, pois elas vem sem um pingo de respeito muito menos sentimento, como quem recebe favor em ser comida.
Sabe aquele jantar em família pra te apresentar, planos, amigos... pois é... Não existe privilégio em ser objetivada, não existe privilégio em ser hipersexualisada... Não existe privilégio em não ser tocada e sim ser apalpada como uma fruta na banca da feira...
A história é sempre a mesma...
Pra que dar mão atrapalha pra andar...
Pra que conhecer todo mundo basta saber o que se tem
Sentimento carinho pra que? Se não parar vai me perder... farei como todos te deixarei...
E tudo que as manas ouvem sobre não fazer por não gostar, por não importar, por ele dizer eu sou assim... coisas humanas, as manas veem eles praticarem com outras... sim outras que não sejam como elas...
É tanto mano levantando bandeira e dando rasteira naquela que eles usam na encolha... que humilham, que desumanizam, que zombam e ameaçam de uma solidão monólogo quando já abandonaram a dois a tempos...
Que ha com os manos que veem suas irmãs, filhas, mães, matriarcas sangrando e ao invés de aprender com elas, aprendem com o algoz e repete repete repete...
Não existe ativismo e amor afrocentrado de faixada, que alimente a alma de uma mulher negra... ela não quer ser como a branca, nem muito menos branca...
Ela quer ser amada, poder amar, na verdade ela não procura amor por ai... ela quer viver apenas o que sente, como gente.
(Rogéria Cardeal Hta )
A tua imagem que uma vez aparece em meus arquivos temporários, minha mente rejeitou, excluindo para que não reste lembrança.
Quero teus abraços abraçando os meus, entrelaçados em ternura e felicidade, para nunca mais te soltar.
Desejo teus abraços enlaçando os meus, num laço de felicidade que me prenda em ti, sem fim, sem fuga, sem adeus.
O céu, em silêncio,
tomou minhas dores nos braços,
aliviou meus ombros,
me ergueu com ternura e compaixão.
A conversa segue livre cuidado, se envolver ódio a falar do próximo aciona o freio para que os meus ouvidos não seja a blasfêmia por tua palavra.
Sorrir para me se eu Sorrir para ti, pense em ĺme apenas se eu pensar em você, olha para me se meus olhos te contemplar o mas é distância.
Meus pés andaram ficarem cansados caminhando com calos secos os pés segue a passos de tartaruga, caminhando sem direção os calos secos machucados impede de avançar.
Toda vez que vejo meus olhos viajam felizes encantado por tua beleza natural, tu és silêncio quando me abraça, e vendável em fúria voraz no calor escaldante me rendo a teus carinhos sutis que me faz tão bem.
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