Nao Existe mal que Dure pra Sempre
O TEMPO É O JUIZ MAIS JUSTO
O tempo é o juiz mais justo que existe,e determinará para seu futuro..justamente aquilo que você de livre vontade fizer por merecer,e o melhor de tudo é que ele não se corrompe...
Alegria
Se existe o fracasso é
Porque existirá o sucesso...
Se existe a derrota é porque
existirá a vitória...
Se existe a tristeza é porque
Existirá a alegria...
A verdade é que sempre
Depois de uma noite escura
Volta a brilhar um novo dia.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Por trás de um SORRISO...
Ah se tu soubesses!
Por trás de um sorriso existe uma história que só Deus conhece.
História de luta, de superação e de infinitas batalhas diárias.
Ah se tu soubesses!
Jamais julgaria a vida do outro.
Não lançava olhares criminosos.
Não teria ciúmes ou inveja.
Ah se tu soubesses!
Talvez abraçasse seu próximo.
Convidaria para um café ou um chá.
Ou simplesmente faria uma oração.
Ah se tu soubesses!
Muita coisa séria diferente.
Algumas pessoas guardamos
na lembrança,
já tem outras que deixamos
no passado,
mas existe aquelas,
que fazemos de tudo para que fique
do nosso lado.
29/06/2015
"Diz-se que a literatura existe para purificar - sublimar - o inferno real. Ficções seriam sonhos benignos, com que nos distraimos dos horrores dos dias. "
Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser.
"Dentro de cada um de nós existe um anjo e um demônio, e suas vozes são muito parecidas. O demônio alimenta esta conversa, procurando nos mostrar como somos fracos e injustiçados. O anjo nos faz refletir sobre nossas atitudes, mas – geralmente – está tentando silenciar esta voz interna. Ele sabe que, para descobrir nosso verdadeiro caminho, precisamos conversar com o próximo. Nosso anjo costuma usar muito a boca de outras pessoas para nos dar seu recado."
As pessoas se prendem muito a padrões e aparências, e esquecem que dentro de cada um existe um ser único a ser compreendido.
Existe um provérbio ou axioma indiano que diz que somos todos casas com quatro cômodos, um físico um mental, um emocional e um espiritual. A maioria de nós tende a viver em um cômodo na maior parte do tempo; contudo, se não entrarmos em cada um desses cômodos todos os dias , mesmo que seja só para arejá-lo, não seremos pessoas completas.
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