Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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“O coração tomado pelo egoísmo se fecha como uma prisão sem janelas: o mundo lá fora existe, mas a escuridão por dentro impede de vê‑lo. O amor de Cristo é a luz que invade, rompe as grades e liberta para viver de forma plena e generosa.”

Existe uma diferença entre ser usado por Deus, e se usar de Deus.

Existe um grande hiato entre o que foi dito, o que ficou subentendido e uma boa conversa franca entre amigos.

Ler e Estudar é o único e o melhor caminho que existe em toda a existência humana, irá aperfeiçoar a prática em qualquer emprego e até no próprio negócio.

Quando nos tornamos conscientes do mau que existe em nós, seria o mesmo que observar o abismo que existe em nosso coração, quando olhamos o vazio que nele há, como um espelho, o Abismo reflete o que somos, olhamos para ele, e ele olha para nós. Existe beleza em fascinar o vazio, quando, mesmo por alguns instantes, soltamos a sombra ocultada pela máscara, podemos ter um vislumbre do potencial escondido, podemos imaginar o bem e o mau que somos capazes de cometer, quando a máscara quebrar e não houver correntes que segure seu outro lado, a verdadeira natureza do indivíduo será revelada.

Nós, seres humanos, temos q ser felizes e nunca entrar na maldade que existe no mundo.
Nunca deixe seu amigo(a) entrar na maldade⁠.

SOMOS CARROÇAS VAZIAS?

Existe uma música chamada “The First Cut Is the Deepest” (algo como “o primeiro corte é o mais profundo”). Assim também são as primeiras chuvas depois da estiagem: a eletrostática, a poluição e as diferenças gritantes de temperatura fazem com que essas primeiras águas sejam, na maioria das vezes, assustadoras.

Ventos fortes, raios, às vezes granizo — dependendo da região em que vivemos. Não faz muito tempo, tempestades eram situações raras. Embora sempre tenhamos sido palco de descargas elétricas, já há bastante tempo somos o país mais atingido por raios no mundo.

O clima perdeu o controle. A princípio, eu não acreditava em mudanças climáticas. Achava que era apenas mais uma forma de alguém enriquecer espalhando pânico entre a população. Aliás, espalhar medo parece já fazer parte da rotina humana.

As notícias hoje são instantâneas, viajam na velocidade da luz. Cai um avião no Japão e, em questão de segundos, os noticiários do mundo inteiro já exibem imagens do acidente: as últimas palavras do piloto, vídeos dos passageiros... É o preço que pagamos por vivermos conectados.

Mas, falando nisso: até onde somos realmente independentes? Gostamos de estufar o peito e afirmar “não dependo de ninguém”. Até onde isso é verdade? Alguém fabricou este caderno, esta caneta, esta mesa, esta cadeira. Dependo dessas coisas para me sentar, escrever, dormir, escovar os dentes — e em tantas outras situações banais e repetidas da vida cotidiana.

O que seria de nós sem os lixeiros ou sem os coveiros? Claro, poderíamos voltar à moda antiga: cada um cuidando do seu morto, abrindo sua própria cova. E o lixo acumulado? Como descartaríamos? Cada um se viraria com o seu? Uso exemplos extremos apenas para mostrar que somos todos dependentes, mesmo propagando aos quatro ventos que somos livres e independentes.

O livre-arbítrio volta e meia vira assunto de mesa de bar, onde todos sabem quase nada e acham que o pouco que sabem basta para sustentar uma tese acadêmica. Falam bobagens sem parar, misturam assuntos, distorcem impressões e acreditam que, no fim, o bolo — mesmo bizarro — é apetitoso.

Santo Agostinho frequentemente aparece nessas conversas. Para ele, o mal não foi criado por Deus, mas é consequência do mau uso do livre-arbítrio: um dom que pode levar à busca de bens inferiores e ao afastamento da verdade e da salvação divinas. Mas até onde somos realmente livres para escolher?

Ou melhor: até onde nossas escolhas não nos criam problemas?

Acreditamos que podemos fazer o que quisermos, mas poucas verdades existem nessa máxima. Somos todos atrelados uns aos outros. Tudo o que fazemos gera uma reação em algo ou alguém. Vestimo-nos em função da relação com os outros — mesmo quando nossas roupas são um protesto. Tudo o que falamos busca uma reação, seja em momentos bons ou ruins.

Dizem que o silêncio é a melhor forma de protesto. Faz sentido: uma provocação sem resposta se perde, fica sem conclusão.
Então, por que, quando provocados, não conseguimos permanecer em silêncio?

Arrogância: orgulho desmedido, atitude excessiva, senso inflado de importância, sentimento de superioridade, desprezo pelos outros, falta de humildade e visão distorcida das próprias competências. Nunca pensei que encontraria tão facilmente uma definição tão completa do comportamento humano.

Por sermos arrogantes, sentimos que precisamos nos impor, mostrar que somos mais sábios ou mais importantes que aqueles que nos ofendem. Mas o silêncio, em certos casos, pode parecer submissão. Lembro-me de uma discussão com alguém tão teimoso quanto eu (ou até mais, o que é raro, mas existe). Nela, concluí com a frase:
— Vou ficar em silêncio. Isso não significa que concordo com você, apenas que qualquer palavra dita só prolongará um assunto que não me interessa.

Duro? Seco? Mal-educado? Talvez. Mas a ocasião exigia firmeza: a discussão já se estendia, os ânimos estavam exaltados, e nenhum dos dois tinha argumentos consistentes para prosseguir.

Existem assuntos — geralmente os mais debatidos — que talvez nem devessem ser abordados. Somos como técnicos de natação que mal sabem nadar “cachorrinho”, mas querem competir nas Olimpíadas sem aceitar que jamais chegarão ao pódio.

Conta-se que um pai e um filho caminhavam por uma estrada. O pai parou, encostou o ouvido no chão e disse:
— Vamos sair do caminho, está vindo uma carroça vazia.
O filho, curioso, perguntou:
— Como o senhor sabe que está vazia?
E o pai respondeu:
— Carroça vazia faz muito barulho.

Será que nós também somos carroças vazias?

Você já parou para pensar que atualmente existem cursos absolutamente para tudo!?


Existe até curso para ensinar adultos, se tornarem adultos.


Com relação a isso, você já parou para pensar que a busca por maturidade e autoconhecimento sem autossuficiência,
pode ser um auto engano sútil?


A sua busca é realmente por crescimento e evolução, ou você está apenas terceirizando oque deveria ser o aprendizado das tuas próprias experiências de vida.

Vai dar tudo certo, é só manter a paz, respirar fundo e acreditar que existe um Deus que nos ajuda a vencer todos os dias por mais complicados que eles sejam. A fé nos leva além!

Você conhece de verdade alguém que te amou sinceramente, sem hipocrisia, sem mentira? Pois existe uma pessoa que te chamou e te ama de verdade, que está sempre contigo: Jesus Cristo.

"O falacioso só existe graças aos tolos que acreditam nas suas astúcias."

A saudade existe duas, uma é a saudade que acaba quando VOCÊ VÊ a pessoa, e tem a saudade que nunca acaba porque VOCÊ nunca mais VÊ a pessoa.⁠

O impossível só existe na mente de quem duvida do próprio poder.

Existe um jardim no meu coração, e nela surgem várias flores, mas só uma é a verdadeira flor.

Ela existe principalmente em forma de largos sorrisos em meio a multidão, te adoece sem nenhuma preocupação, te tritura como um grão qualquer, ela não quer saber quem você é ou que fez de bom, ela simplesmente não tem perdão, ela tem muitos apelidos, mas a maioria a conhece como "depressão".

Sabe, algum dia vai encontrar o que está atrás das palavras. Aquela camada da existência que existe, um interruptor, uma lógica que vai fluindo pelo éter.

Entre a balança e a justiça só existe uma medida.


@Slogan

⁠Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.


Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.


O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.

Que bom que existe a reciprocidade,
Seja para aproximar ou para afastar...
As coisas que são pela metade,
Tem sempre o dom de enganar...

O GOSTO DA CONEXÃO

Existe uma certa conexão entre todas as pessoas — algumas mais fortes, outras duram apenas um segundo, dentro de todo o tempo que ainda temos para viver. A cada batida do coração, você pode encarar como uma contagem regressiva ou progressiva. Depende de como prefere ver seus dias: um copo quase cheio ou quase vazio. É uma questão de perspectiva.

Acredito que tudo é uma questão de se permitir, por mais que as experiências nos levem a desacreditar do futuro promissor ao qual temos direito. A única certeza que tenho aqui é que ela nunca deixou de acreditar que, em algum lugar, existe alguém na mesma frequência que ela. Pode até entender isso como destino, acaso, ou o tal fio vermelho que liga duas pessoas desde outras vidas — e, de uma forma ou outra, elas se encontrarão.

Eles se encontraram. Seja por todos esses meios ou apenas... bom, seja lá qual foi o desejo que emanaram para esse universo imenso, os dois foram atendidos.

Com a facilidade das comunicações, pesquisas rápidas, aplicativos, WhatsApp... um clique de cada lado e um match. A conversa fluiu fácil.

No caso dela, ao ver o perfil com destaque para “algo casual”, já sinalizava que amizade era o máximo que se esperava naquele momento. Mas vai saber... mesma cidade, quase a mesma idade — talvez dali saísse mais que uma amizade, uma boa conversa. E quem sabe o que o mundo reserva para aqueles que desejam, do fundo do coração, mudar o curso da vida? Ou apenas colocá-la no caminho ao qual pertence.

Os dois têm quase a mesma idade, várias experiências vividas — boas e ruins — e um crescimento forjado na vontade de serem melhores a cada dia, com princípios e valores que não são negociáveis.

Com o passar dos dias — ou noites — os dois conversam, revelam cada vez mais uma conexão sem precedentes. E com essas conversas vêm imaginações, vontades crescentes e desejos. A única certeza que têm é que precisam se encontrar e se olhar nos olhos, só para deixar que eles falem o que as almas já sabem.

Ele a acha linda, se encanta com os olhos dela e com a sinceridade com que pergunta e responde. E ele é intenso na mesma medida. O mais interessante é que, no fundo, não precisam explicar nada um ao outro. Eles sentem. A conexão não se explica — se vive ou não. É apenas uma escolha. Uma teia de acontecimentos que segue o fluxo permitido por ambas as partes. Afinal, como dizem: quando um não quer, dois não fazem. E isso é fato.

O que mais a encanta nele é a maturidade, o instinto protetor, o homem de valor que se revela. E algo dentro dela diz que ele é um presente — o homem para o qual ela tem se preparado para receber em sua vida. Ele já se considera um homem de sorte, e ela, única. Talvez os dois tenham sido preparados para este momento. Fizeram todas as provas, e agora podem receber o diploma da vida. E é pra isso que serve tudo o que foi vivido, certo? Separar o joio do trigo.

Em uma dessas conversas, alguns segredos foram revelados. Ele os compartilha com receio de ser julgado e condenado. Contudo, ela diz que não se assustou, e que está disposta a vivenciar tudo o que ele propõe. O motivo dessa confiança? Simples: a conexão entre eles diz que não há motivo para receio.

Ela revelou sonhos e desejos de uma mulher que anseia viver, de fato, o que significa ser mulher em uma relação — casar, namorar, se entregar de corpo e alma a um homem que sabe o que isso significa. Ele acha que a sorte é dele. Ela acha que é dela. Então, vamos crer que os dois têm muita sorte. Ou apenas a conexão certa.

As conversas levam a momentos mais íntimos e revelam uma urgência que, se não for vivida, corre o risco de se perder. E essa é a última coisa que eles não querem.

Ela sonha com o momento que ele emana para ela. Um encontro promissor e inevitável. E nesse encontro, não será possível conter a explosão de sentimentos e a energia que emana dos dois. O olhar se cruzará, e eles falarão um com o outro. Não haverá beijos no rosto nem cumprimentos formais, mas sim o abraço de um casal apaixonado, que esteve longe por muitas vidas e não pode mais perder tempo. O coração aqui quer bater progressivamente — por mais dias, mais tempo — e não em contagem regressiva. A urgência é por mais, não por menos.

Esse encontro revelará a intenção real. Será o beijo de saudade. As mãos percorrerão o corpo em sentido duplo. Será o “te quero agora”. Os corpos responderão a isso. A respiração revelará que menos que isso não é possível. A urgência de sentir pele na pele, o corpo dela marcado por ele — por dentro e por fora. O cheiro dele nela, e o dela nele. Os corpos exigem mais que olhar e tocar. Precisam selar a conexão já existente. Precisam sentir o gosto um do outro e descobrir, nesse processo, que já conheciam cada segundo que estarão vivendo. Porque é lembrança e recordação — não algo novo.

Os dois têm a altura perfeita. Ele é alto e forte, o que se encaixa perfeitamente na estatura baixa dela. Ele a protege e é feliz por ser o homem e senhor dela. E ela está feliz por ser dele — por pertencer a alguém que deseja ardentemente explorar tudo o que podem reviver dos sonhos e desejos emanados ao mundo. A conexão de corpo e alma.

Após todos esses momentos, os dois ficarão horas conversando, madrugada adentro. Ela sente a proteção de estar deitada ao lado dele — e isso é confortante. Ele sente prazer em protegê-la. A energia deles é embriagante. É sensação de paz, de lugar certo, e vontade de que o tempo pare, para que fiquem assim — pertencentes um ao outro — para sempre.

Ele, com todo o sentido de ser homem do jeito que ela sempre imaginou, a olha nos olhos e, com toda sinceridade, agradece por ela estar com ele, dizendo ser um homem de sorte. Ela, com os olhos fixos nos dele, diz que a sorte é dela. Ele a beija no pescoço — parte mais significativa para ele. Mas o que ele não sabe é que, para ela, é a parte do corpo onde mais sente a conexão entre eles, depois dos olhos. Ele a segura ali com mãos de posse, mas atinge o lugar certo. A intensidade e o carinho com que ele faz isso tiram dela o suspiro e o sorriso de satisfação por estar com ele, dividindo aquele momento. Ele precisa estar dentro dela, e ela sobre ele. Os olhos fixos. E não há necessidade de dizer nada.

O amanhecer ao lado um do outro, com a luz suave da manhã e a brisa leve, subentende que finalmente se reencontraram. E esse amanhecer quente é apenas um de muitos. Ou apenas a permissão de viver essa conexão por todos os dias possíveis. Até que um dia... bom, nisso nem vamos pensar. A vida é feita do agora, com sonhos em conjunto para um futuro leve. O café da manhã, por muito tempo, não tinha esse sabor de “tudo está no seu devido lugar”.

O que vem depois? Te conto em outro momento.

Ana Cláudia Oliver – 21/09/2025⁠