Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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A "guerra" nunca foi entre o bem e o mal, mas sim do conhecimento contra a ignorância. Na bíblia original, fora das péssimas traduções, principalmente feitas após o quarto século, a partir da vulgata latina de Jerônimo, não tinha nada sobre um inimigo do deus bíblico, já que esse próprio "deus" se colocava como se fosse o único e o responsável por tudo, como o próprio afirma em Isaías, dizendo que cria a luz e faz as trevas, que é responsável pela guerra e pela paz, e que é todo o bem e todo o mal. A verdade que a igreja e a religião organizada não querem que você saiba é que não tem diabo na bíblia, assim como nunca apareceu o nome "Lúcifer" nela, sendo Isaías 14-14 um grotesco erro do Jerônimo, e a própria igreja católica teve um bispo com esse nome no século IV, que chegou a ser canonizado, e sua igreja existe até hoje na Itália.
Na época, não houve nenhum estranhamento por ele se chamar dessa maneira, já que era um nome popular, que sua mãe lhe deu pelo significado e porque cultuava o deus Lúcifer de Roma, que nada tinha haver com maldade e perversidade, mas sim com iluminação, conhecimento, sabedoria, beleza, abundância, etc. Nem mesmo o inferno existe nos textos originais, sejam apócrifos ou canônicos. Judeus ortodoxos, por exemplo, não acreditam em um ser inimigo do deus deles, nem em um inferno de fogo e enxofre. Geena, ou o vale, quando usada no novo testamento, se referia a um lugar geográfico ao redor de Jerusalém, onde sempre jogavam lixo e cadáveres de animais, às vezes, também de criminosos da época. O "vale de fogo e enxofre" nada mais é do que isso, um lixão da época onde colocavam fogo pela insalubridade, então, literalmente, fogo e enxofre, e Sheol é mundo dos mortos, bons ou não.
Mas, se formos considerar as traduções errôneas e mitos ditos no boca a boca como em um jogo de telefone sem fio feito para beneficiar e enriquecer aqueles que visavam dominar a todos pelo medo, vemos que o único "pecado" do diabo cristão foi nos entregar conhecimento, sabedoria e discernimento próprio. Nos deu o fogo prometheico, a chave para sermos iguais aos deuses, e não mais submissos ignorantes, escravizados e assustados correndo pelados pela mata.
- Marcela Lobato

- Eu e as minhas paixões mal resolvidas...
Haredita Angel
31.12.19

Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.


Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.


No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.


Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.


Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…


Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.


Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.


É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.


Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…


Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…


Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.


E, depois disso, não há retorno.


Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.


Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

"Hoje me despeço do que me fez mal prejudicando meu lado sentimental, emocional e espiritual. [...]
Adeus já deu o que tinha que dar. Agora só MILAGRES, BENÇÃOS e VITÓRIAS"... mesmo com muitas lutas é o que eu quero colher."

—By Coelhinha

"Que Deus nos afaste de todo mal que tente se aproximar e aproxime todo o bem que tenta nos ajudar pra nos edificar."

—By Coelhinha

Liberte sua vida do que te faz mal e tenha uma semaninha abençoada com Deus.

ConheCIMENTO sem discernimento pode virar apenas CIMENTO para certezas mal construídas.

Carlos Eduardo Balcarse

Pare de se preocupar, se vão falar mal de você.
Pois vão falar, com certeza.
E dai ?
Você não é o resultado da concepção alheia.
Você é fruto, de suas atitudes e experiências.

"Quem escolhe fazer o mal machuca o outro por fora, mas apodrece por dentro. A maldade gratuita é o atestado de um espírito vazio e amargurado."

O bem que faço, faço a muitos e faço a mim. O mal que faço, só a mim é feito...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Malícia é ter a sensibilidade para identificar o mal, porém ver maldade em tudo é outra coisa, a psiquiatria chama isso de delírio persecutório.

O erro de caráter cega a bússola moral: Quem pratica o mal de forma sistemática perdeu a capacidade de enxergar o valor humano, transformando a vida em uma disputa mesquinha onde todos perdem, especialmente o próprio agressor.

A maldade é o tributo que a mediocridade paga ao brilho alheio: Quem insiste em fazer o mal revela um caráter tacanho, incapaz de compreender que a luz do outro nunca diminui a sua própria — a menos que ele decida viver na escuridão.

O mal é a arma dos que falharam consigo mesmos: A pessoa que insiste em fazer o mal revela um caráter totalmente corrompido pela inveja, incapaz de tolerar o brilho de quem escolheu crescer com honra.

Fazer o mal é assinar o atestado de falência do próprio espírito: A pessoa maldosa gasta cada segundo da sua existência tentando apagar a luz dos outros, sem perceber que a única coisa que ela consegue queimar é o resto da própria dignidade.

O mal é a ferramenta dos que têm medo da verdade: Quem faz o mal de forma recorrente vive acorrentado a uma mentira, aterrorizado pelo dia em que a pureza de caráter dos outros desmascarar a falsidade de quem ele realmente é.

O mal é o sintoma de uma alma em decomposição: Quem escolhe fazer o mal sistematicamente já desistiu da própria humanidade, transformando o coração em um deserto onde nenhuma virtude consegue sobreviver.

O mal é a assinatura dos que já se perderam de si mesmos: A pessoa maldosa continua errando porque perdeu a bússola da moral; para ela, o sofrimento alheio virou o único espetáculo capaz de distraí-la do vazio absoluto que é a sua própria existência.

Quem pratica o mal cultiva a própria ruína: O erro de caráter corrói a pessoa por dentro antes mesmo de atingir quem está fora; o veneno que o maldoso espalha é, invariavelmente, o mesmo que ele bebe todos os dias em silêncio.