Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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Muitas vezes Deus se cala... Mas o silêncio de Deus não significa que Ele desistiu de você... Todo dia Deus pensa em você. A cada minuto Deus se importa com você. Queria que você soubesse, que essa aflição, angústia e sofrimento já tem dia e hora para acabar, deserto e lugar de passagem não de moradia. Na alegria ou na tristeza, jamais desista de continuar a jornada. Faça uso da perseverança. Encontre a coragem dentro de você.
Tenha fé e siga em frente...

Tyler: Não pode ser sincera e não é justo estar com alguém e não poder dizer quem realmente é.

The Vampire Diaries
1 Temporada - Eps 10

Não é que eu desista fácil... Eu só não vou insistir em algo que sei que não dará em nada.

Aquele momento era tão perfeito, tão certo que não havia dúvidas.

"A vida em que o Espírito habita não é uma edição de luxo do cristianismo que deve ser desfrutada por determinados cristãos extraordinários e privilegiados... Ao contrário, é o estado normal para todo o homem e mulher remido em todo o mundo."

Sou aquele vinho caro que você não sabe degustar porque só esta acostumado com pinga barata.

Eu disse que você era especial, não única.

Nós ateus não fazemos o bem para bajular um Deus para quando morrermos irmos diretamente para o céu, mas para nossa própria consciência e possível benefício alheio.

O bom não é amar, mas amar o objeto certo, na ocasião certa e no grau certo.

E se um dia você perceber que eu não falo com você há um tempo, lembre-se: foi você que me afastou.

Tem dias que parece que o mundo não faz sentido.
Você está aqui sozinha e você não vê ninguém, ninguém que possa te ouvir falar.
Porque todas as pessoas não te entendem, elas não te fazem feliz, elas nem ao menos te enxergam, e tudo que tu queres é gritar, colocar pra fora tudo aquilo que dentro de ti vai se acumulando.
Olho para o relógio e parece que o tempo tá parado, as horas não passam, tenho a sensação de estar presa, presa na solidão.
Meus sentimentos desconhecidos e estranhos vão machucando meu coração, me matando por dentro.
No momento não consigo pensar nos fatos, mesmo sabendo que isso vai acabar, que logo vai passar, afinal, a vida sempre dá voltas.
Eu tô cansada, eu cansei desse mundo, cansei de falsidades, cansei das mentiras, cansei da ilusão.
Entre resistir e desistir, minha desistência tá pesando mais.
Nesse momento o equilíbrio é fundamental, só ele vai continuar a me manter viva.

Infância não é a partir do nascimento com certa idade para uma certa idade. A criança se torna um adulto, e esquece das coisas infantis.
A infância é o reino onde ninguém morre.

Não sou religioso. Respeito todas as crenças, mas os religiosos não têm nenhum respeito pelas pessoas sem fé.

Nascemos, vivemos, morremos. Às vezes, não necessariamente nessa ordem. Colocamos as coisas para descansar, apenas para ressuscitá-las de novo. Então se a morte não é o fim, no que ainda podemos contar? Porque não dá para contar com nada na vida. A vida é a coisa mais frágil, instável, e imprevisível que existe. Na verdade, só temos certeza de uma coisa na vida...

Não interessa se você ganha ou perde. E sim como se joga o jogo.

Você pode tentar ler as letras rasuradas neste papel antes que as corrija mas você não sentirá o impacto dessas palavras antes d'eu dizê-las.

Chefe que se entrega ao oportunismo dos bajuladores de plantão não sabe incentivar um bom trabalho em grupo, pois este só quer dissimular a sua insegurança, ou esconder a sua incapacidade de liderar pessoas e as suas diferenças. O puxa-saquismo é a ruína da autoestima, é o prejuízo da competência, e é a falência do profissionalismo.

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.


Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.


Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?


Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.


Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.

Saímos do casulo; vamos voar o que faz a borboleta bonita não é a suas cores, e a forma que ela bate as asas!