Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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Não há como ser grande, sem ser pequeno. Nem muito menos, ser exaltado, sem ter sido humilhado.

O amor é demostrado em atitudes, não em palavras.

"Deus não é um condenador, de fato, ele é justiça, mas também é amor".

"Não há fortaleza e refúgio em bens materiais, nem através deles".

"O homem em sua essência erra em tentar reter sobre as suas mãos algo que ele não pode dominar: o dinheiro, o poder."

Se você crer em Deus sabe que não mais pertence a este mundo, mas que sua alma habita em um corpo. Equivalente a um vaso com água. A depender de nossas atitudes, transborda águas salgadas ou doces.

“Quando estiver num labirinto, lembre-se de olhar para cima, não é o desespero, mais sim, a luz que conduz até a saída.”

Sonhe, mas não se esqueça de lutar.

Escolha ser alegre e feliz, lute e não se esqueça: Deus é tudo!

“As palavras da profecia não devem ser seladas, porque o tempo está próximo. Como também os selos, as trombetas, as vozes, a ceifa, os flagelos, o Armagedom e o júbilo dos Céus. Assim falou um anjo.”

O sonho é de graça
O que custa caro é não tentar.
Levanta e faz.
O mundo é de quem sonha acordado.

Fácil é determinar que a causa de nossos problemas é externa, difícil é admitir que não é.

Profeta: pregue a palavra de Deus, não a sua.

Não é só ela que eu perco nesse casamento. É uma família inteira que também foi minha.

Quando a gente gosta,
é claro que a gente cuida.
Porque ainda não inventaram remédio pra saudade.

As pessoas não mudam porque você quer, portanto, não é inteligente esperar por ela.

“Reikiano, não se deixe enganar pelas aparências nem pelas palavras de alguns que se apresentam como Mestres do Reiki. Use o discernimento: observe suas atitudes, seu caráter e, principalmente, se vivem aquilo que ensinam. Os verdadeiros Mestres do Reiki são reconhecidos pela coerência entre suas palavras e ações, pelos valores que vivenciam e, sobretudo, pelos exemplos que oferecem.”

“Não se deixe enganar pelas aparências nem confunda ilusão com realidade. Cultive o discernimento para reconhecer o que é verdadeiro e não coloque em risco aquilo que realmente tem valor.”

​O frio é tão baixo que não suporta nos ver abraçados.🫂🛌🏽
🤭

Algumas vezes, ele aparece. Não é anunciado, não pede licença. Surge em tardes frias, em noites sombrias, silencioso, mas com a intensidade de um grito interno. Eu o chamo de O Vazio.

Sentir O Vazio é sentir a morte por dentro — mas não aquela morte física, simples e final. É uma morte diferente, mais sutil, mais antiga, que insiste em me lembrar de algo que eu já fui, de algo que já senti em outros lugares e tempos. É como se minha existência, fragmentada e atravessada por cicatrizes antigas, estivesse sendo revisitadas por sombras que o presente não consegue alcançar.

Quando O Vazio chega, não estou no tempo. Estou fora dele. Não é uma sensação que se possa controlar, ou mesmo compreender completamente. Ele se apresenta segundo suas próprias regras, segundo sua própria vontade. E, quando vem, parece sussurrar que meus passados — não apenas o imediato, mas todos os que deixaram marcas — têm algo a me dizer.

São cicatrizes que ainda latejam. Memórias que não pertencem mais a este instante, mas continuam a pulsar no corpo da alma. Não é daqui. O Vazio me remete a algo distante, quase irreal, perdido no tempo e no espaço, mas que insiste em permanecer. É a prova de que a experiência humana não é linear, e que o que fomos, mesmo quando esquecido, ainda vive dentro de nós, às vezes em silêncio, às vezes com a força de um choque inesperado.

Talvez O Vazio seja um portal para o que ainda não compreendemos de nós mesmos. Talvez seja um aviso, um chamado ou apenas a lembrança de que a alma carrega impressões de lugares e tempos que o corpo jamais atravessará novamente.

No encontro com O Vazio, aprendemos algo essencial: que a vida não se mede apenas pelo que fazemos ou sentimos agora, mas também pelo eco das feridas antigas, pelo rastro dos nossos passados que insistem em conversar conosco.

E, quando ele parte, resta a consciência de que fomos visitados por algo maior do que a dor momentânea: fomos confrontados com a própria eternidade da memória, com o peso do que já fomos e, de certo modo, com a promessa de que ainda somos.