Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Evite tocar nas feridas das pessoas para não aumentar a dor. Ao invés disso, ofereça remédios (uma palavra, um abraço) para curar as feridas.
É impossível não te elogiar, que mulher de fibra, de uma beleza única, incomparável. Você é aquela mulher que não esconde o que sente, é aquela que fala e age conforme o que diz, é aquela que não tem medo de ser feliz!
Tão admirável e desejada ao mesmo tempo.
Mulher de fibra, a sua personalidade que te faz feliz!
Se eles não tiverem grandeza pra te fazer feliz, saiba: eu tô aqui, inteiro, ardendo em silêncio, só esperando uma brecha no seu mundo pra te amar do jeito que você merece.
Que tudo que você planejou… não passe de ilusão.”
“Que tudo que você planejou… um dia vire realidade.”
“Que tudo que você planejou… não destrua quem tá do seu lado.”
“Que tudo que você planejou… não te afaste do que é de verdade.
Antes de te conhecer, dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo…
hoje, quando estamos juntos, até as leis da física deixam de fazer sentido.
Não há colheita sem água.
Não há crescimento sem tempestade.
Aprendi assim:
é nas tempestades da vida que a gente floresce.
Quando a vida flui, eu sei de onde vem
Não é sorte não… é fruto do que eu plantei
Cada passo que eu dei, cada decisão
Hoje volta em forma de realização
A fé te dá chão: com Deus no coração, o medo perde a força.
Você entende que não controla tudo, mas confia em Quem controla.”
A evolução de uma mulher na academia não se mede só em quilos levantados.
Se mede no peso que ela tirou das costas.
No dia em que entrou insegura e hoje entra dona do próprio espaço.
No espelho que antes cobrava e agora aplaude.
No “não consigo” que virou “olha só até onde eu cheguei”.
Ela não está só construindo um corpo. Está reconstruindo a própria história, uma repetição por vez.
Ela não veio pela balança. Veio pela liberdade.
Não veio pelo padrão. Veio pra quebrar ele.
É sobre se olhar no espelho e finalmente reconhecer: “Essa sou eu. E eu sou foda”.
Cada treino é um ato de amor-próprio. Cada marca, uma medalha.
“Dar o que sobra qualquer um consegue. Quero ver dar o que faz falta.
O valor não está no que sobra, mas no que faz falta.
Dar o que sobra é confortável. Dar o que falta é amor.”
Aprendi que definitivamente não é a distância que separa as pessoas. O que realmente as afasta é a frieza, a falta de diálogo e atenção, a indiferença, a falta de persistência na busca por compreensão e o irreverente “tanto faz”.
É isso que constrói muros, engendra silêncios ensurdecedores, assola sentimentos e transforma pequenos desencontros ou choque culturais em grandes abismos entre dois corações que se pertencem.
Vença tudo isso, e impacte a sua vida usando força e sabedoria para construir uma ponte sobre o abismo. Deus não brinca quando une pessoas, e Ele sempre será o alicerce dessa ponte.
(Aline M. Abdalah)
Há convites cuja recusa não é ausência, mas um refinado exercício de lucidez.
Às vezes, a melhor companhia é o silêncio escolhido, longe dos ruídos que já não acrescentam paz à existência.
Um vinho seco, a lua suspensa no infinito e a serenidade de não precisar estar onde a alma não deseja permanecer.
Há uma elegância quase filosófica em afastar-se, por vontade própria, de tudo aquilo que perturba o espírito.
Nem toda solidão é vazio; algumas são territórios de reconstrução, discernimento e liberdade.
Porque amadurecer também é compreender que presença não significa pertencimento, e distância nem sempre significa perda.
Existem noites em que contemplar a lua vale mais do que frequentar ambientes onde precisamos diminuir a nós mesmos para caber.
O silêncio, quando voluntário, reorganiza pensamentos que o excesso de vozes costuma dispersar.
E assim, entre um gole e outro, descobrimos que preservar a própria paz também é uma sofisticada forma de sabedoria.
Afinal, há recusas que não nos afastam da vida — apenas nos aproximam de nós mesmos.
Liturgia da Esperança.
Não foram meus demônios que me condenaram.
Eles apenas cumpriam o ofício para o qual nasceram.
Também não foi a escuridão.
Ela sempre teve a honestidade de dizer que jamais seria luz.
Minha ruína sempre teve outro nome.
Esperança.
Essa criatura indecente, que aprende a respirar mesmo depois de ser afogada.
Eu a matei incontáveis vezes.
Enterrei-a sob o peso de despedidas, de silêncios, de portas fechadas e de horizontes que nunca chegaram.
Ainda assim, ela regressava.
Não caminhando.
Florescendo.
Como uma erva daninha que faz do cadáver a sua primavera.
Que ironia.
Os homens temem o ódio.
Eu temo a esperança.
O ódio encerra batalhas.
A esperança exige que se lute outra vez.
Ela é o carrasco que veste roupas de salvação.
É a mão que acaricia enquanto conduz à mesma fogueira.
E eu, tolo sacerdote de um deus que jamais respondeu, continuo oferecendo o próprio peito como altar.
Porque basta um único raio de luz, um único sorriso, um único "talvez"...
...e todo o cemitério que construí dentro de mim começa a acreditar que ainda existe primavera.
Maldita seja.
Maldita seja essa força invisível que insiste em devolver vida àquilo que eu implorei para morrer.
Se ao menos eu pudesse esquecer como se acredita...
Talvez encontrasse paz.
Mas acreditar é uma maldição que não escolhe os otimistas.
Escolhe justamente aqueles que já perderam tudo.
Porque sabe que ninguém sofre tanto quanto aquele que conhece o gosto do abismo e, mesmo assim, ergue os olhos na direção do horizonte.
Não esperando um milagre.
Esperando apenas que, desta vez, o horizonte tenha piedade.
E é exatamente nesse instante...
quando o coração, contra toda lógica, decide acreditar outra vez...
que a esperança sorri.
Não porque veio salvar-me.
Mas porque encontrou mais um motivo para manter-me vivo o suficiente para sofrer novamente
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