Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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⁠Sábias são as estações do ano, que não se importando com a opinião alheia, mostram-se tal como são.

O que define e mostra sua maturidade, não é sua idade, e sim sua atitude.

Hipocrisia: Viver forçando ter a vida que não pode, ostentando mentiras! Pregar o que não vive! Exigir do outro aquilo que você não faz! Criticar atitudes de alguém para tapar seus erros!

Tem uns dois filmes que eu queria ver e não vi. Tem umas 2 roupas e mais uma sandália que eu queria ter e não tenho. Mas não tem uma vida, que eu veja hoje, que eu queira ter, além da minha.
Agradeça a Deus pelo que tem, pare de pedir, aja!!

As pessoas vão te julgar, por mais que você não ligue para a opinião delas. São pessoas. Se tivessem que ser melhores, seriam anjos!

Vamos fazer 2014 ser diferente!
Que a gente não comece o próximo ano levando as mágoas que adquirimos neste. O que passou, passou. Se nos fizeram mal, deixa, vão pagar. Cada um vai dar conta dos seus erros. Relaxa!
Vamos agradecer a Deus por termos família, amigos, saúde! Alguns parentes e amigos não estão mais entre nós, lembraremos para sempre, com saudade e esperança de um dia encontra-los de novo. A vida passa rápido, a prova está aí, acabando mais um ano. Não podemos cometer as mesmas atitudes, se temos esperança de que tudo será diferente. Quem tem tempo, estude, quem não tem, trabalhe, se for possível pra você, fazer os dois, faça, mas não fique aí vivendo de sonhos, nós temos de correr atrás.
A noite é boa, os colegas engraçados, mas na hora que realmente precisar, olhe pro lado: Não fica um! Química não se compra com cerveja e carona, já cansei de avisar! O dinheiro acaba e com ele acaba a ilusão!!
Vamos acordar pra realidade!
Precisamos dar valor aos nossos filhos. Valorizar nossas famílias! Daqui a pouco estamos partindo, ser feliz é o que resta!
Um Feliz Ano Novo!!

Eu não aceito que o "propósito de Deus", tenha me colocado onde estou. Se minhas escolhas não foram realmente minhas, de quem foram? Então pq eu que pago a conta? Se tudo é culpa do "inimigo", todos iremos pro céu de Deus?
Acredito que somos culpados por nossos atos, e devemos sim, pagar por nossos erros. Mas tem prazo pra terminar? É até morrer? E essas coisas que penso, antecipam a minha morte?
Muitas perguntas, nenhuma resposta. Muita luta, nenhum retorno. Muita mudança, nenhuma recompensa.
Só viemos pra cumprir o propósito de Deus (servir)? Não estava incluso no pacote da vida, ser feliz? Permanecer saudável e em paz com as pessoas que amamos? Conquistar o que sonhamos com nosso trabalho? Nunca dependi das migalhas do governo, nem esperei ajuda de ninguém, sempre dei meu jeito. Fiz o que foi preciso, fui pai, fui mãe, fui mulher. Sou ser humano, não sou perfeita. Vou pro inferno?
Amo Jesus, muita coisa, mas tenho pavor de Deus. Dizem que são um só, então peço perdão!

“A quem não quer entender, nenhuma palavra basta.”
— Os`Cálmi

Domine o seu primeiro impulso para não se tornar escravo das suas reações.
A ação sem reflexão é apenas movimento; a ação com estratégia é desenvolvimento.
Silencie a urgência e refine o plano: o sucesso duradouro não nasce do acaso.
Reflita antes de avançar.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

“Quando você se permite com intenção, o universo não abre apenas portas, ele muda o caminho inteiro para que você passe.” Pattricia Fléuri

“Há PODER na Permissão Intencional” não é apenas um livro.
É um portal.
Um chamado para todas as mulheres que já sentiram que carregavam um mundo dentro de si - mas que, por medo, culpa ou repetição, aprenderam a pedir licença para existir.
Aqui, a permissão deixa de ser um ato passivo e se torna força motriz, tecnologia emocional, escolha consciente de quem decide assumir o próprio destino.
Página após página, você é convidada a abrir portas internas que havia esquecido, silenciado ou adiado.
Este livro revela que a verdadeira mudança psicomportamental não nasce do esforço exausto, mas do instante em que você diz, de dentro para fora: “Eu me permito.”
E é nesse instante que o Empoderamento desperta, a Inteligência seleciona o que importa, o Protagonismo te leva ao centro da cena, e a Coragem faz o novo acontecer na matéria da vida.
“Há PODER na Permissão Intencional” é o mapa para transformar emoções reprimidas em movimento, crenças limitantes em prosperidade, relações dolorosas em vínculos maduros, e escolhas hesitantes em caminhos seguros.
É sobre permitir-se sentir, permitir-se crescer, permitir-se prosperar, permitir-se ocupar espaços que sempre foram seus.
É sobre construir — com intenção, consciência e verdade —
o futuro que você finalmente decide viver.
Eu te entrego aqui uma obra que não apenas toca; eu reorganizo o que consegui reorganizar em mim.
Eu desperto o que despertou em mim.
Eu dou a você leitora aquilo que sempre foi seu no sentido de despertar: o poder de permitir-se transformar.
O que deu certo para mim, libero para vocês.

⁠"E quando tudo não for mais realidade serei o traço e reiniciarei o universo porque sou a infinita poesia."

⁠"Eu não vivo do elogio.... Eu não vivo da crítica.... Eu simplesmente vivo a vida!"

⁠"A mente é o ápice da ação, é transformação! Não é um aditivo para a vida, é a própria!"

⁠"Não é você o combustível para a minha felicidade, Sou Eu!"

⁠"Onde estou agora, não define para onde eu vou estar a partir do momento em que eu decidir me mover!"

Se você não acredita na sua capacidade e fica colocando Deus para fazer o que você precisa fazer, você é um fraco(a) e frouxo(a), você é uma criança grande e vai passar vergonha na frente dos outros(as).

⁠Não há como ajudar uma pessoa com sentimentos feridos, só ela mesma pode fazer suas feridas se fecharem.

⁠O que adianta você escolher e não ser escolhida?

⁠E a felicidade que nos restou?
Só nas memórias ou podemos revive-las?
Por que não liga pra mim dizendo que tá com saudade de nós?
Por que não me escolheu pra ser sua felicidade duradoura?

São tantas perguntas, ao ouvir Joji.
São tantos "e se..." sem tentativas validas.
Se eu manda-se mensagem, você responderia que sente falta ou que eu só fui um brinquedo para uma criança?
O que é felicidade se só existem nas minhas lembranças ao seu lado?

Não vou pede pra ficar,
muito menos para voltar.
Mas por que partiu?
Mesmo sabendo a resposta, espero uma diferente.