Não Existe Homem Fiel
Tenho sonhado muitos sonhos novos,
mas existe um
que sempre retorna.
Ele ressurge
nas mudanças de ciclos,
nas viradas do tempo,
como quem sabe exatamente
quando aparecer.
Neste início de 2026,
ele vem com uma saudade desquerida
daquelas que a gente tenta negar,
se proíbe de sentir,
como se sentir fosse fraqueza
ou atraso.
É uma saudade que caminha em silêncio,
não grita,
não pede abrigo,
apenas fica.
Entre um espaço e outro do tempo,
a gente finge que está tudo bem,
respira, segue,
mas em algum canto do pensamento
surge a pergunta mansa:
Será que está tudo bem por aí?
E mesmo sem resposta,
a saudade permanece —
não como dor,
mas como memória viva
do que foi
e, de algum modo,
ainda é.
Mas como viver no presente? Eu já vivo no presente! Negativo, você existe no presente, mas se o Passado ainda Trava você, é por que é lá Que você Está vivendo, sua mente ainda te condiciona ao passado, as antigas regras, magoas, padrões, etc...
Viver no presente é se tornar completamente neutro ao passado, se respeitando e se amando em primeiro lugar, correr atrás da sua felicidade verdadeira, encontrar o seu sol ou a sua lua, sem medo do julgamento das outras pessoas, afinal, elas nem existem, estar no presente é abrir mão do passado, no bom e no mal sentido, é compreender que você é o que o passado formou, mas que esse passado, ficou para trás, e que agora, você é outra versão sua, com conhecimento e maturidade para entender que nenhuma regra importa, o que importa é estar onde seu coração se aquece.
não existe no mundo, algo mais bonito do que seus olhos, são a construção mais pura e brilhante da fonte, é como encarar o divino, olhar para a lua que posso tocar.
E pensar que toda a psyque humana existe em torno de nós dois, o insconciente coletivo produz nosso som, em cada obra existe muito de nós, eles sabem? Ou eles também dormem? São camadas e camadas de nós dois, fases e fases da mesma moeda, em cada obra individual, existem diversos de nós, mas sempre gostei dos tons divinos
Os 7 pecados capitais
Meliodas e Elizabeth, o imortal que vagueia em esquecimento procurando por Elizabeth, seu amor que está sempre reencarnando, abre mão de ser rei e de ser o mais poderoso, pois para ele, tudo o que importa é sua vibração do amor, apesar de impulsos constantes, quando está ao lado de Elizabeth, o mundo inteiro se centraliza ali.
E curiosamente, em camadas, temos também
Escanor e Merlin
A graça solar, o mais orgulhoso, o mais forte dos homens, se torna fraco e pequeno perante merlin, aquela cujo ama e nutri o cuidado máximo, mas, merlin não consegue enxerga-lo, e ele permanece nutrindo sua vibração do amor, pois para ele, o verdadeiro brilho do sol está no amor, infelizmente não correspondido
Temos também
Arthur e merlin
Arthur, o portador do caos, puro eros em movimento, aquele que foi "escolhido" para portar a espada da sabedoria, a consciência criadora manifestada no jovem rei, por merlin nutri a vibração do amor, merlin, com sua arrogância e insensibilidade, mas muita maestria em tudo o que faz, a pura explosão da energia lilaz, consciência divina.
Temos também
King e Diane
O rei e sua rainha gigante
Um casal que praticamente criou tudo o que existe ( no mundo das fadas atual) e depois reencarnaram e esqueçaram um do outro pelo véu de esquecimento
King já lembrou e aguarda Diane se lembrar.
Gowther, que é a marionete de um mago supremo, basicamente a casca da energia criadora daquele mago, como a fonte e Eros, Gowther passa a vida em busca de sentido, assim como Eros.
Em uma única obra, diversas camadas de nós dois.
Pequeno xuxu.
Para superar um processo de purificação, só existe uma solução: permanecer firme na fé por meio da oração.🕊
"Não há algo acabado para se dizer sobre como ser feliz, o que existe, na verdade, são fórmulas que são divulgadas por vendedores de sonhos."
"Sempre existe uma saída. Nenhuma porta permanece fechada para sempre. Tudo acontece para que você enxergue o que sua alma já grita: é hora de seguir o caminho que é seu."
Uma porta consegue portar muitas outras, por isto existe porta-fotografia, porta-relógio entre outras.
Não existe positividade tóxica. Um substantivo positivo não pode carregar um adjetivo negativo. O que há é a falta de racionalidade prejudicando o resultado final de certas atitudes. Colocar os pés no chão e pensar antes de agir é um diferencial daquele que é prudente.
O passado é um museu empoeirado,
onde nada existe além do que já foi.
Sabemos disso,
mas, como bons amantes e hipócritas,
sempre retornamos
ao início do fim.
Caminhamos por corredores antigos,
dançamos com memórias,
brincamos com dores e conquistas
como se ainda fossem nossas.
Tentamos entender
em que curva da vida
nossas escolhas mudaram de rumo,
em que sala ficou o que perdemos.
E assim, presos às lembranças,
às vezes esquecemos
que a vida não mora no ontem,
mas respira — silenciosa —
no agora.
"Tudo que existe no mundo é um artifício para enriquecer alguém. Desde o seu primeiro minuto de vida ao último suspiro, alguém estará ganhando dinheiro com a sua existência."
É preciso entender que desde que o mundo é mundo existe o interesse em ganhar, faturar sobre algo ou alguém, isso não vai mudar, o que acontece em alguns casos, (pessoas e instituições) que aplicam a gratuidade, vezes vem disfarçada também de alguma intenção de retorno, mesmo que seja somente de marketing.
Agora quem realmente doa, é uma minoria, que dificilmente você vai ver por ai dando bandeira.
Capítulo Quarto — Onde a Sombra Também Reza
Existe um tipo de noite que não aparece nas previsões do tempo. Uma noite que não vem do céu, mas da gente mesmo. Ela se aproxima devagar, como quem conhece o caminho da casa: primeiro um cansaço estranho, depois aquele aperto no meio do peito, e por fim a sensação de que o mundo ficou grande demais e o corpo pequeno demais pra carregar tudo.
Nessa noite, mora um personagem silencioso: o ser humano que luta com a própria mente. Às vezes é a ansiedade que dá ordens, às vezes é o pânico que chama pelo nome, e em outras a depressão se senta ao lado como um velho conhecido que nunca foi convidado. Ele olha o espelho e pergunta: “Por que eu sou assim?”
Mas a pergunta verdadeira deveria ser: “Por que eu acho que a culpa é minha?”
A culpa não é. Nunca foi.
Quando a alma dói, não é sinal de fraqueza — é sinal de que ela está viva demais, sentindo demais, absorvendo demais. É como um tecido delicado que se rasga fácil porque foi feito para perceber o mundo com profundidade.
Esse personagem, cansado e solitário, caminha por dentro do próprio labirinto. A mente vira um corredor estreito, cheio de ecos, e cada eco diz uma coisa diferente. Em certos dias, a luz da fé parece um fósforo; em outros, parece um farol. Mas ela sempre aparece — mesmo quando a pessoa acha que não merece.
Há um detalhe sagrado nesse capítulo: Deus não se preocupa com a roupa que usamos na vitória, mas com as cicatrizes que carregamos do combate.
Jesus, esse andarilho de almas cansadas, conhecia bem o peso das madrugadas que ninguém vê. Ele caminhava ao lado dos quebrados, dos tristes, dos esquecidos. E sempre repetia, de um jeito ou de outro:
“Você não é o que te feriu. Você é o que está tentando se levantar.”
É aí que entra a filosofia mística — aquela que olha para o invisível e entende que o sofrimento não é punição, mas passagem. O fogo que queima hoje pode virar clarão pra iluminar o caminho de outra pessoa amanhã.
Dor compartilhada vira mapa.
Dor transformada vira guia.
O personagem desse capítulo, mesmo tremendo, mesmo cansado, mesmo chorando com o rosto escondido na camisa, continua. Ele continua porque existe uma espécie de chamado. Não é voz de anjo, não é ordem divina, não é promessa de céu.
É só a vida sussurrando:
“Você ainda tem algo pra entregar.”
E ele tem.
Mesmo ferido, ele se torna farol para outros que estão na escuridão. Não porque é mais forte, mas porque conhece o caminho. Quem já visitou os próprios abismos sabe orientar quem está à beira deles.
No fim desse capítulo, a lição é simples e profunda:
a dor não diminui ninguém.
A tristeza não define ninguém.
A luta interna não anula a luz que carrega.
O perdão — inclusive o próprio — é um tipo de renascimento.
E cada crise superada é uma página virada dentro do livro sagrado que chamamos vida.
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