Não Amo pela Metade
Teu berço é a Serra de Jaraguá,
te amo com igual olhar originário,
e do primeiro desbravador admirado.
Meu Rio dos Cedros, que tem todo
o meu amor e o peito apaixonado.
Entrego-te o amor todo devotado,
e tu devolve mais do que esperado.
Os cedros nativos dão razão
ao seu nome que o olhar
não oculta a infinita devoção
e a boca em vez de falar
faz sempre devota declamação.
Nos teus cedros tenho raízes,
e todos os sentimentos mais felizes.
A força das tuas águas já foram
vivenciadas mais de uma vez,
Da nascente a tua foz que é
o Rio Benedito tão querido
que também faz parte do destino.
Meu amado, és Rio dos Cedros,
tu és o meu preferido livro.
Meu Rio dos Cedros mais que lindo,
amar-te sem esforço por ser tão divino,
é algo que no Médio Vale do Itajaí
não tem mesmo como esconder,
Porque basta uma vez só conhecer
que não é preciso o porquê dizer.
No céu de Rodeio
um pouco de cor
de uma aurora de maio
eleva a poesia e o humor,
Sim, tenho amor
pelo Médio Vale do Itajaí,
criado por Deus
com todo o esplendor.
Ainda Vejo Você
Você dizia “eu te amo”, mas não embalava as palavras em nuvens negras.
Era sempre luz cintilante.
Era puro — até um tanto ingênuo.
Ali não era o ator falando, e sim o ser humano em sua mais pura essência.
Ali, eu era sua.
Agora, sentada na relva do meu jardim, eu te vejo.
E, com água nos olhos, você não me enxerga.
Vejo seu esforço, suas quedas, seu desespero e sua solidão.
Ontem, você disse “eu te amo”.
Eu sorri.
Hoje, o amor inexiste.
No entanto, ainda há amigos verdadeiros, amizades sólidas
e responsabilidades conduzidas com dedicação.
Vastidão
Seria insignificante
apenas dizer: te amo.
Seria negligente
com a vastidão inexplicável
do meu sentimento.
Assim como a imensidão
do universo desconhecido,
faltam-me palavras para
descrever o que sinto.
Teria você
que se ver pelos meus olhos,
conhecer meus pensamentos,
sentir através do meu coração
e ouvir, quando a cito,
na minha oração.
E assim, somente assim, talvez
ter uma ínfima noção.
Sou incapaz de navegar no raso. Se amo, desmorono, se sofro, submerjo, se escrevo, transbordo o que a carne não suporta.
O raso me causa vertigem. Tudo em mim é abissal: se amo, me perco, se sofro, me afogo, se escrevo, transbordo.
Te amo,
como as flores amam
seus perfumes,
como o mar
ama as areias,
como o sol
ama sua luz,
enfim,
te amar é fácil,
embora
sem saber à que
destino
este estranho amor
nos conduz
Amo-te muitíssimamente muito mãe, pois és a Alfonsina, o seu nome provém de Alfa, que também é um dos títulos de Deus, o meu pai espiritual.
Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida é um presente que me dei.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua
Sempre passando tempo expressando ideias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, pra lá, pra cá, por todo lugar. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
É cedo pra dizer que amo você,
mas eu andei fascinado
como um turista perdido
por esse mundo encantado
só conhecendo lugares
de boa com as pessoas
É cedo pra dizer,
mas eu preciso saber
se você veio para me ajudar
a te amar ou te esquecer
É cedo pra dizer... é cedo pra dizer
que eu estou gelado
precisando me aquecer
É cedo pra dizer, eu sei que é cedo para dizer
que estou preso no gelo
desfazendo o cubo mágico
dirigindo o meu carro
rolando na mesa dois dados
É cedo pra dizer, eu sei que é cedo para dizer,
mas tenho um bom pressentimento
e se você achar estranho,
eu sei que vou entender, afinal eu te amo e sei que ainda é cedo pra dizer,
Não costumo me encontrar com todos que amo no Natal, mas sempre que me encontro com quem amo, costumo encontrar o Natal.
MARIANA!
* Você é meu bebê.
* Te amo demais.
* Você é luz na vida do tio e da tia!
Beijos ao vô Joaquim
Beijos a vó Raimunda!
... Kenosis ... João 2 : 5 ...
... MatriARCA Felícia ...
A Prece arromba a porta
O Sopro Do Amor Movimenta ... Cura ... Liberta ...
E O Jovem Arcanjo?
Voa ... Voa ... Voa ...
Missão: Estar Feliz ... Auxiliar-nos na Felicidade ...
Felicidades ... Gratidão ... Mãezinhas ...
... Alegria ... Esperança ... GTC ...
Amor invisível
Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.
Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.
Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.
"Eu te amo de verdade, e esse sentimento é meu. O fato de você me odiar não anula a minha capacidade de ser genuíno com o que sinto."
Se eu amo tanta coisa e tanta gente, como vou dizer "eu te amo" para quem amo de verdade?
(Becky Korich)
