Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda

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Você não consegue ver...
Porque as pessoas que carregam a luz
Estão dentro da escuridão profunda

Quantas noites chorei e implorei por teu amor. Mas você não deu valor e nem se preocupou com o meu coração, você só olhou pra uma coisa: pra razão! Como se ela pudesse entender um coração!

Filhos... Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos como sabê-los?

Vinicius de Moraes
Antologia poética

Nota: Trecho de "Poema enjoadinho"

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Na confusão dos meus sentimentos, eu vou fingindo que não tenho certeza de uma coisa...
o quanto te quero.

O que estava sentindo não era bem tristeza, era dor. Aquilo doía, e não é um eufemismo. Doía como uma surra.
(Quem é você, Alasca?)

John Green
Quem é você, Alasca?

Posso escolher o que dizer, posso escolher minhas atitudes mas não escolho o que sinto.

⁠Não vou para o céu porque li a Bíblia, nem porque preguei para muitas pessoas. Vou para o céu por causa do que Cristo fez.

⁠Não sei se você é um bom jogador, mas é péssimo como pessoa.
(Yumeko Jabami)

Quando se vê um arvoredo o importante não são as árvores mas os espaços entre elas.

De aparência só vive quem quer se exibir para os outros.
Não aparente ser bom, pratique a bondade.
Não aparente respeitar, pratique o respeito.
Não aparente ser simples, pratique a simplicidade.
Não aparente ser humilde, pratique a humildade.
Não aparente ser, seja.

Mudanças

Ouço com frequência pessoas dizerem que fulano, sicrano, beltrano, não mudarão, ao fazer referência a dificuldades que experimentam, sejam lá em quais territórios da vida. Pior até: não mudarão nunca, esse tempo que quer ser algoz das mais sinceras tentativas e das mais ternas esperanças. Dizem, às vezes, com ares de profecia inequívoca. Com o tom assertivo da sentença. Com a perspectiva que não considera a vontade de cada um, o tempo de cada um, a história de cada um. A força dos gestos, embora tantas vezes ainda tímidos, ainda ensaios, ainda infrutíferos. A ação transformadora da impermanência, com os contextos que cria e os desdobramentos que produz. Dizem, esquecidas das voltas que o mundo dá. Dos caminhos que trilha e descobre, dia após dia, experiência a experiência, todo coração. Dizem, esquecidas da gentileza.

Eu também já disse, num tempo em que meu julgamento era maior e a auto-observação era só palavra. Não digo mais, aprendi principalmente na convivência comigo que mudança um monte de vezes é inevitável, que em alguns contextos pode fazer muita diferença, mas que também é coisa trabalhosa e delicada. Que, em algumas circunstâncias, não adianta querer mudar se ainda não se pode: como num jogo de pega-varetas, há movimentos capazes de fazer as outras peças todas desmoronarem. No jogo, tranquilo, apenas perdemos a rodada; na vida, a história pode complicar. Mudança nem sempre é pra quando se quer, tem vez que é também pra quando já se consegue. Claro que é possível conseguir quando realmente se deseja, ninguém está condenado a paralisar em lugares indesejados para não desmentir a profecia alheia, mas é preciso ter paciência, estoques dela.

Eu já mudei muito. Eu já mudei enquanto nem mesmo percebia pela ação silenciosa de acontecimentos. Eu já mudei coisas que eu nem acreditava ser capaz, poucas e valiosas. Eu mudo todo dia como toda gente. E também aquilo que, embora eu queira tanto, ainda não consigo mudar em mim me torna mais empática, mais generosa, mais confiante de que somos todos capazes das mudanças que podem nos tornar melhores, primeiro para nós mesmos, se não desistirmos de nós mesmos. Mas, no nosso tempo. Gentilmente. Com gratidão àquilo que já foi conquistado. Passo a passo daqueles que de verdade já conseguimos dar.

Aquele que cometeu um erro e não o corrigiu está cometendo outro erro.

Descobertas não acontecem por causa da medicina. Elas acontecem porque alguém tem medo de parar de tentar.

O que vem a ser mesmo o homem? Não sei nem quero saber, tenho raiva de quem sabe. O que o homem é eu não sei. Dele eu só conheço o preço.

É foda quando você percebe que sente uma coisa tão sublime por alguém que não merece o chão que você pisa... muito menos suas lágrimas... muito menos seu coração...

O amor é como whisky…pouco não vale a pena, muito faz um mal danado

Eu não havia marcado hora pra viver aquele instante. Ele não estava anotado na agenda da minha expectativa. Não utilizei o tempo dos olhos na direção de calendários e relógios por aguardá-lo. Não me preparei para recebê-lo. Aconteceu de repente, feito chuva derramada de improviso, sem que o céu revele antecipadamente o seu desejo em alto e bom som. Quando percebi, eu estava lá e ele era perfeito.

Não existe democracia onde impera a corrupção, a injustiça, a mentira e a hipocrisia.

Minha vela queima dos dois lados, ela não vai durar a noite inteira, mas oh, meus amigos, ah, meus inimigos, que bela luz ela dá!

Edna St. Vincent Millay
Poetry: A Magazine of Verse, 1918

Mas não desanime por nada
Pois até uma topada
Empurra você pra frente

Bráulio Bessa

Nota: Trecho do poema Um aprendiz.