Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
O consumidor é ambíguo e controverso, ele paga pela elititização em vez da simplificação. Paga pela sofisticação tecnológica, pelo visual atraente, por vendedores visualmente apresentáveis, por uma aparência bonita e moderna.
Toda vez que a segurança impede movimento, ela vira prisão.
Toda vez que ela sustenta movimento, ela vira liberdade.
Me olho no espelho e não me reconheço,
Me olho mais uma vez e simplesmente desapareço.
Quem é este que insiste em me olhar?
Pois não é o mesmo que outrora gostava de se pentear.
Olho no espelho e vejo o invisível,
Pois não tem expressão, está irreconhecível.
Se ponho um espelho de frente para o outro, vejo um túnel sem fim.
Tenho vontade de entrar no espelho, que Deus tenha misericórdia de mim.
Essa é a última vez
Diga agora, ou cale-se para sempre
Me mostre que há algo pelo que lutar
Me convença a ficar
Jamais quis essa prisão
Essas correntes cortam a minha carne
Há facas em minhas costas
E espinhos em meu coração
Não quero ser salva
Mas ainda penso sobre o que me fez sentir
Em pedaços, rasgo meu peito
Me abro ao meio
Arranco meu próprio coração
E decido finalmente sair dessa ilusão
Tente me impedir
Ou suma de uma vez
Só não se pergunte, jamais, como teria sido
Se nada fosse igual.
- Marcela Lobato
Dessa vez eu vou falar sério. Sem piada, sem exagero, sem fingir que tá tudo bem. Eu paro, penso, respiro e tento lembrar de quem eu era quando era mais novo, quando o bairro inteiro já conhecia meu nome não por mérito, mas por bagunça. Aquela época em que a rua era extensão de casa e o juízo claramente tinha tirado férias.
Eu olho pra trás e até tento dar um significado bonito, dizer que era liberdade, infância, energia demais. Mas a verdade é que era só eu sendo eu: barulhento, inquieto e convencido de que nada tinha consequência. Cada esquina guardava uma história, quase nunca uma boa ideia.
Só que… não dá. Eu não consigo manter esse tom sério por muito tempo. Porque falar sério sobre isso exige maturidade, e eu ainda rio lembrando das fugas, das risadas abafadas, dos olhares tortos dos vizinhos. Eu tento parecer reflexivo, mas minha memória faz questão de me entregar.
No fundo, eu sei que era imaturo demais pra entender limites. E talvez ainda seja imaturo demais pra falar disso sem sorrir. Porque aquele garoto bagunceiro ainda mora aqui dentro, só que agora ele pensa um pouco mais antes de aprontar. Às vezes.
Eu cresci, mudei, aprendi algumas coisas. Outras eu só disfarcei melhor. O bairro já não escuta meu nome com tanta frequência, mas as lembranças continuam andando pelas mesmas ruas.
E o final não é sobre arrependimento nem sobre saudade. É só a constatação de que eu não virei um adulto sério e certinho. Virei alguém que olha pro passado, balança a cabeça e pensa: eu não sabia o que tava fazendo… e, sendo sincero, ainda não sei.
— Cyrox
Meus amigos, desta vez escolhi passar o final do ano 2025 na cidade mais quente de Moçambique. Tete, a conhecida Cidade das Quininas, terra de calor intenso. Boas festas e que tenham um bom ano. Perdoem-se, sempre. Protejam-se.
“Que a poesia continue a ser um meio de libertação”
Mães, enfiem isso nas suas cabeças de uma vez por todas: padrasto nÃo é pai. Padrasto é padrasto. Pai é pai, presente ou não, o resto é invasão de paternidade.
Eu não sei por quê, mas toda vez que eu ouço alguém dizer "eu amo ela", eu me lembro da moela da galinha.
Em algum momento, eu percebi que estava começando de novo.
Não de uma vez,
mas aos poucos,
em várias partes da vida.
Um desses recomeços veio de uma paixão antiga.
Da infância mesmo.
O automobilismo.
A criança que passava todos os fins de semana ansiosa,
acordando cedo para ver a Fórmula 1 na TV com os pais.
Algo que nasceu ali,
simples,
mas que ficou comigo mesmo quando a vida tomou outros rumos.
Hoje, mais velho, comecei a correr de kart
e voltei a acompanhar esse mundo de verdade.
Foi extremamente bom pra mim.
Me trouxe foco, vontade de evoluir
e a certeza de que ainda dá pra buscar mais.
Outro recomeço importante foi sair da casa dos meus pais.
Ver a vida por fora muda muita coisa.
Muda a forma como a gente entende o esforço,
as escolhas
e as renúncias.
Estar longe me fez enxergar melhor.
Me fez ter ainda mais orgulho da minha família,
da história que construímos
e da base que sempre esteve ali.
Falar de recomeço também é falar de eras.
Vi grandes amigos mudando de rota,
assumindo riscos,
buscando crescimento.
E senti orgulho de ver cada um tentando do seu jeito,
sem desistir de quem são.
De certa forma, eu também vivi o meu recomeço.
Mesmo seguindo um sonho antigo,
o jeito de olhar pra ele hoje é diferente.
Sei que ainda tem muita coisa pela frente.
2026 se aproxima com direção.
Com planos,
com vontade
e com sonhos que agora sabem pra onde ir.
E isso, pra mim, é esperança.
Dizer uma vez, dizer duas vezes, dizer três vezes e a pessoa não mudar! Não muda mais. A pessoa que quer mudar, não é preciso dizer.
Carl Jung certa vez afirmou que a solidão pode se tornar viciante e que, ao convivermos longamente com ela, passamos a evitar em lidar com pessoas.
Nesse sentido, é justamente pela experiência da solidão que pode nascer o desejo pela solitude. A solitude, portanto, apresenta-se como uma ferramenta fundamental para nos libertar tanto do apego excessivo às pessoas, sustentado pelo medo de estar só, quanto da fixação nos bens e valores materiais deste mundo.
Disseram-me uma vez...
Ódio tem 4 letras, mas amor também tem.
Mau tem 3 letras, mas bem também tem.
Mentira tem 7 letras, mas verdade também tem.
Triste tem 6 letras, mas alegre também tem.
Feio tem 4 letras, mas belo também tem.
Fraco tem 5 letras, mas forte também.
Não tem 3 letras, mas sim também tem.
Longe tem 5 letras, mas perto também tem.
Nada tem 4 letras, mas tudo também tem.
Assim é o que permitimos entrar em nosso coração que mudará o estado da nossa alma.
A ânsia de aprender de tudo
Tem me deixado cada vez mais solitária
Abro os olhos e enxergo a bagunça disso tudo
E questiono a mim mesma por que escolhi tamanho fardo?
Esse dia será maravilhoso, cheio de bênção e providência financeiras, que me tornam cada vez mais próspero de dinheiro e sabedoria. A minha fonte de recursos financeiros é inesgotável.
Precisamos cada vez mais de enfermeiros empoderados que façam acontecer. Líderes humanistas, empáticos, democráticos e altruístas.
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