Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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“ Não se preocupe
se não der certo na
primeira vez. Os
números são
infinitos.”

Sem querer, eu te queria… Cada vez mais.

Uma coisa é certa, Uma vez o coração partido, você jamais será a mesma pessoa

Quanto pesa
qual sua altura
qual sua idade
em vez de perceberem o que importa de verdade
se preocupam com futilidades.
Já vi um gordo correr mais que um magro
já vi um baixo derrotar um alto
Já vi idoso imaturo, e jovem sábio.
Mas é preciso valores, números, para se criar uma perspectiva;
julgam pela numeração e vão se perdendo na escuridão da pretensão.
Na matemática os números não mentem, na vida nem sempre.

Gosto daquela canção que diz que cada vez que a minha fé é provada Deus me da uma chance de crescer um pouco mais, porque na verdade as minhas lutas se tornam desafios , se tornam batalhas a serem vencidas por mim, mesmo em dores, lágrimas , sofrimentos é algo que eu tenho que vencer, é algo que eu tenho que romper em fé , que eu tenho que me vestir de força, e encarar como uma guerreira que luta pela sua pátria e cresce mediante a todos os desafios . Eu tenho que lutar pelo que quero, tendo como arma a minha coragem e como escudo a minha fé em Deus. Quanto mais obstáculos, mais chance de vitórias, quanto mais o inimigo tenta me parar , mais eu devo prosseguir e quanto mais forte forem os ventos, mais próxima a minha benção . A vontade de desistir só chega na gente, quando estamos cansados, e só cansamos depois de termos caminhado uma longa estrada e se caminhamos uma longa estrada é porque ja estamos perto de uma imensa vitória.....Portanto não pare no meio do caminho, não deixem de sonhar, porque o que há vir em sua vida virá e jamais tardará assim diz o Senhor....

Ainda me lembro da primeira vez que te vi. Dá primeira vez que ouvi sua voz.
Do seu primeiro sorriso, do seu olhar tímido.
E ainda posso sentir seu abraço aconchegante e protetor, e por fim sinto quando pensas em mim.

Caros amigos entendam de uma vez!! Mulheres não são anjos inocentes que só choram e sofrem. Elas são educadas desde pequenas sobre relacionamentos. Elas são seres humanos como nós com defeitos e virtudes. Algumas assim como nós, podem ser boas outras ruins. Algumas merecem atenção, outras apenas desprezo.

Homem quando ama, ama mesmo. Pode até te fazer chorar uma vez, ninguém é perfeito, mas com certeza vai se arrepender e se desculpar. Vai olhar sem jeito ao te entregar uma rosa com um pedido de desculpa, de cabeça baixa sabendo que errou. Vai perder o orgulho na tentativa de colocar de volta no seu rosto aquele sorriso que o conquistou.
Ele vai contra tudo. Tudo mesmo. Não tem amiga bonita, "peguete" provocante, mãe que não aprove, amigo baladeiro com festas incríveis. Nada! Se ele ama, vai buscar ficar ao máximo com você. Porque é esse futuro que ele está planejando no mais íntimo de seus pensamentos. Estar com você. Homem quando ama, sem jogos, quer curar suas feridas antigas, fazer você esquecer todos aqueles "amores" que não deram certo e ser o diferente. O que vale a pena. Porque homem quando ama não é perfeito, mas ele muda. Não pra você, mas por você.

O empreendedor de sucesso,é aquele que mesmo errando,nao perde o foco e tenta outra vez.

Tudo me lembra ele.
A música que eu deixei tocando no repeat, na segunda vez que ele dormiu comigo.
Passar na frente de onde ele trabalhava, é impossível não olhar e procurar por ele.
Pessoas falando Bonjour, ou qualquer coisa em francês...
Todas as letras de todas as músicas que o shuffle do ipod toca tem um pouquinho dele.
Todo homem de terno preto ou nariz empinado, não tem como não me lembrar ele.
Absolutamente tudo me lembra ele.

Queria tanto que ele voltasse pra mim :(

Cada vez que o rouxinol-Paul, a coruja-verlaine
me apelidam de anjo-Arthur, demónio-rimbaud
escondo-me na toca do bosque verde e ouço a
natureza a comover-me!

e so d poder ver este seu sorriso mais uma vez me alegraria a alma q em varios momentos clama por vos

Alguma vez você já parou e percebeu, que se você não tivesse conhecido uma determinada pessoa, sua vida poderia ter sido completamente diferente?

Toda vez que você se dispuser a fazer algo para os outros que é extremamente necessário, lembre-se: Sempre se levantará uma corja que nunca fez nada, para te atrapalhar.

Uma única vez eu queria ser noite...
te tocar com carinho e te fazer adormecer em meu abraço.
...Ou quem sabe, ser raio de sol pela manhã...adentrar tua janela e com minhas mãos quentes percorrer teu rosto até que despertes e me presentei com teu sorriso doce.

O caminho mais certo para vencer é tentar mais uma vez.

Depois que se come Passatempo a primeira vez, não se quer mais saber de Cream Cracker.

Era uma vez o País das Fadas. Ninguém sabia direito onde ficava, e muita gente (a maioria) até duvidava que ficasse em algum lugar. Mesmo quem não duvidava (e eram poucos) também não tinha a menor ideia de como fazer para chegar lá. Mas, entre esses poucos, corria a certeza que, se quisesse mesmo chegar lá, você dava um jeito e acabava chegando. Só uma coisa era fundamental (e dificílima): acreditar.
Era uma vez, também, nesse tempo (que nem tempo antigo, era, não; era tempo de agora, que nem o nosso), um homem que acreditava. Um homem comum, que lia jornais, via TV (e sentia medo, que nem a gente), era despedido, ficava duro (que nem a gente), tentava amar, não dava certo (que nem a gente). Em tudo, o homem era assim que nem a gente. Com aquela diferença enorme: era um homem que acreditava. Nada no bolso ou nas mãos, um dia ele resolveu sair em busca do País das Fadas. E saiu.
Aconteceram milhares de coisas que não tem espaço aqui pra contar. Coisas duras, tristes, perigosas, assustadoras, O homem seguia sempre em frente. Meio de saia-justa, porque tinham dito pra ele (uns amigos najas) que mesmo chegando ao País das Fadas elas podiam simplesmente não gostar dele. E continuar invisíveis (o que era o de menos), ou até fazer maldades horríveis com o pobre. Assustado, inseguro, sozinho, cada vez mais faminto e triste, o homem que acreditava continuava caminhando. Chorava às vezes, rezava sempre. Pensava em fadas o tempo todo. E sem ninguém saber, em segredo, cada vez mais: acreditava, acreditava.
Um dia, chegou à beira de um rio lamacento e furioso, de nenhuma beleza. Alguma coisa dentro dele disse que do outro lado daquele rio ficava o País das Fadas. Ele acreditou. Procurou inutilmente um barco, não havia: o único jeito era atravessar o rio a nado. Ele não era nenhum atleta (ao contrário), mas atravessou. Chegou à outra margem exausto, mas viu uma estradinha boba e sentiu que era por ali. Também acreditou. E foi caminhando pela estradinha boba, em direção àquilo em que acreditava.
Então parou. Tão cansado estava, sentou numa pedra. E era tão bonito lá que pensou em descansar um pouco, coitado. Sem querer, dormiu. Quando abriu os olhos — quem estava pousada na pedra ao lado dele? Uma fada, é claro. Uma fadinha mínima assim do tamanho de um dedo mindinho, com asinhas transparentes e tudo a que as fadinhas têm direito. Muito encabulado, ele quis explicar que não tinha trazido quase nada e foi tirando dos bolsos tudo que lhe restava: farelos de pão, restos de papel, moedinhas. Morto de vergonha colocou aquela miséria ao lado da fadinha.
De repente, uma porção de outras fadinhas e fadinhos (eles também existem, quer dizer fada macho) despencaram de todos os lados sobre os pobres presentes do homem que acreditava. Espantado, ele percebeu que todos estavam gostando muito: riam sem parar, jogavam farelos uns nos outros, rolavam as moedinhas, na maior zona. Ao toquezinho deles, tudo virava ouro. Depois de brincarem um tempão, falaram pra ele que tinham adorado os presentes. E, em troca, iam ensinar um caminho de volta bem fácil. Que podia voltar quando quisesse por aquele caminho de volta (que era também de ida) fácil, seguro, rápido. Além do mais, podia trazer junto outra pessoa: teriam muito prazer em receber alguém de que o homem que acreditava gostasse.
Era comum, que nem a gente. A única diferença é que ele era um Homem Que Acreditava.
De repente, o homem estava num barco que deslizava sob colunas enormes, esculpidas em pedras. Lindas colunas cheias de formas sobre o rio manso como um tapete mágico onde ia o barquinho no qual ele estava. Algumas fadinhas esvoaçavam em volta, brincando. Era tudo tão gostoso que ele dormiu. E acordou no mesmo lugar (o seu quarto) de onde tinha saído um dia. Era de manhã bem cedo. O homem que acreditava abriu todas as janelas para o dia azul brilhante. Respirou fundo, sorriu. Ficou pensando em quem poderia convidar para ir com ele ao País das Fadas. Alguém de que gostasse muito e também acreditasse. Sorriu ainda mais quando, sem esforço, lembrou de uma porção de gente. Esse convite agora está sempre nos olhos dele: quem acredita sabe encontrar. Não garanto que foi feliz para sempre, mas o sorriso dele era lindo quando pensou todas essas coisas — ah, disso eu não tenho a menor dúvida.

Caminhes sempre olhando para a frente em busca da vitória.
Mas vez por outra pare, olhe para trás e observes se não pisastes em alguém.

"Eu me retiro toda vez que não tá valendo a pena o investimento da minha energia. E tá tudo bem!"