Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Na cooperação de um revezamento, é a vez do corpo se mexer enquanto o cérebro dorme.

Um dos maiores motivos para uma mulher trair, está no prazer de mais uma vez ser conquistada.

Já que a Vida tem um tempo finito de validade, é preciso aprender a usar bem o Tempo, em vez de apenas deixar o Tempo passar.

Se você me enganar uma vez: você é um IDIOTA.
Se você me enganarduas vezes: eu sou o IDIOTA!

Uma vez um poeta disse: "Não fazemos amigos, reconhecemos" F.Pessoa
O reconhecer está em enxergar no outro, o que quer, deseja, aspira da vida, afinidades, medos, angústias, ou apenas uma admiração, ou de ser o como o amigo é...ser reconhecido por eles como alguém, existir. Muitos dizem-se amigos uns dos outros...mas basta uma "distância" seja ela física ou intelectual, para rejeitar qualquer elo ou contato, pois quem quer ter um amigo que não pensa como ele mesmo? É difícil né! Pois como seres em constante aprendizado que somos, alguns buscam fazer o melhor com o que absorvem do conhecimento do mundo...outros utilizam apenas para seu próprio benefício...mas respeitar o outro não é concordar com tudo que ele pensa... O "homem" já acertou muito em sua evolução, mas também já errou pra caramba...os erros mais tristes está ligado ao seu sentimento, principalmente a Fúria!

Não nascemos doentes, nos tornamos — um garfo de cada vez.

Silenciar ás vezes é preciso !
É um carinho necessário que,vez em quando,
a nossa alma implora.
E é o que mais tenho feito agora!

Pés no chão, evita grandes tombos;
Um passo de cada vez, evita grandes perdas;
Molhar o pé, evita grandes frustrações;
Pé atrás, evita decepções;
Passo maior que a perna, causa arrependimentos;
Enfiar o pé na jaca, causa confusões;
Estar aos pés de alguém, causa desilusões;
Meter os pés pelas mãos, causa conflitos.

Antes de emprestar dinheiro a alguém dê um abraço, pode ser a última vez que vão se entender.. 🤣

⁠Toda a vez que vejo um esqueleto humano penso: eis uma pessoa que se aposentou da existência.

O Rei de Pão e Covardia

Era uma vez um francês,
chamado Michael, burguês.
Três vezes por semana, inglês,
às seis da manhã, seu pão, sua altivez.

Comia em silêncio, convicto,
que o gesto o tornava distinto.
Um rei de café e costume,
com ares de classe e perfume.

Mas um dia, no velho trajeto,
o ônibus tomou outro aspecto.
A estrada virou confusão,
gritos, bandeiras, tensão.

Três homens bradavam na via,
contra a lei, contra a polícia.
Michael olhou — e reagiu,
sem saber por que o fez, fugiu.

De burguês virou milícia,
no susto, na própria malícia.
Um ato sem honra, sem guia,
feito no medo, na covardia.

E o povo, que nada entendia,
ergueu-lhe um trono — ironia.
Promulgaram-no rei por herança,
morto em sua própria arrogância.

Assim finda a realeza vazia:
um pão frio, uma fé tardia.
Um francês que quis ser alguém,
e acabou rei — depois, ninguém.




Luccas Perottoni

Estou morta,
Afundando cada vez mais nesse mar que se chama vida.
Hábito um corpo vazio,


Que um dia foi meu.

Olha só como o jogo virou ne!!



Um dia por vez — é assim que eu tento me concentrar,
colhendo pequenos segundos como quem junta cacos de vidro.
Sua ausência me assusta; sua falta, curiosamente, me cura.
Ando, e a cada passo desato um pranto de amor —
choro o que fomos e me reconstruo com as próprias mãos.

Você já me amou? Pergunto ao eco, porque duvido,
mas sei — havia pedaços seus que cabiam em amor.
Sinto seu cheiro no travesseiro, sua pele em lembrança quente,
mas não posso te tocar; não posso mais me enrolar em você.
Sinto falta do seu beijo — daquela risada que vinha depois,
do riso ao beijar sua barriga, daquela alegria desajeitada.

Às vezes sinto que tomei a decisão certa; outras, vacilo.
Nessas horas a solidão sussurra desejos que já não fazem sentido,
uma força antiga querendo voltar onde o fogo só consumia.
Mas sigo: um dia, um passo, uma respiração —
aprendendo que cuidar de mim é não apagar o brilho,
é deixar as brasas virarem memória e não prisão.

E se ainda chego a duvidar, permito ao menos esse perdão:
hoje me escolho, mesmo que doa, mesmo que trema.
Porque amar também é soltar, é aprender a costurar a própria alma —
e um dia por vez, reaprendo a ser inteira.

Aristóteles disse uma vez: virtude é a excelência do carater em saber, encontra um ponto de equilíbrio entre, o estudo e o descanso, dois extremos de uma mesma condição.⁠.

Inventário do que sobra


A vida caminha como um corte lento,
não sangra de uma vez,
apenas pinga,
gota após gota,
sobre o chão rachado dos dias.


O céu, cansado,
arrasta nuvens como quem arrasta correntes,
e o vento já não sopra para refrescar,
mas para lembrar que tudo se move
inclusive nós,
mesmo quando fingimos ficar.


O amor é um hospedeiro ingrato:
entra sem pedir licença,
revirando móveis,
quebrando louças,
e parte deixando o eco das conversas
que nunca tivemos coragem de ter.


No fim,
o que sobra cabe numa mão fechada:
um punhado de lembranças,
dores de segunda mão
e a certeza amarga
de que nada do que tocamos
se mantém inteiro por muito tempo.

Toda vez que você aprende algo novo, você abre o caminho para um futuro cada vez mais próspero.

Certa vez um homem fala com Deus, e lhe faz uma pergunta;


Senhor, por que apesar dos meus esforços, meus sonhos às vezes parecem-me
tão difíceis de serem alcançados?


Deus responde:


Eles são o que são, do jeito que são, não por dificuldade;


Mas para tornarem ti capaz.

O Conhecimento e o Risco de Partilhar

Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.

O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.

O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.

A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.

A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.

Uma das maiores conquistas é vencer um dia de cada vez, ter resiliência para passar pelas adversidades no caminho deste processo, sabendo que Deus sempre vai te levantar.
#bysissym

Gratidão pela Vida
Por Simone Cruvinel
15/10/2025.


Acordar é um presente que o coração às vezes esquece de desembrulhar com calma.
É nas pequenas bênçãos — o sol que aquece, o café que perfuma, o abraço que acolhe — que Deus nos sussurra o milagre da vida.


Gratidão não é apenas dizer “obrigado”,
é sentir o pulsar da existência e reconhecer que tudo tem um propósito,
até o silêncio dos dias difíceis.


Hoje, escolho agradecer:
pelos caminhos que me ensinaram,
pelas pessoas que cruzaram meu destino,
e por cada recomeço que me fez mais forte.


Porque viver, no fundo, é isso — um constante ato de fé e amor
por estar aqui, agora, vivendo o dom de existir.