Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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A vida poderia ser bem melhor se as pessoas se entendessem.

Se, em vez de haver corrupção entre os políticos, houvesse participação deles nas comunidades que representam.

Se você muda toda vez que se apaixona por alguém, você nunca terá ninguém.

Não mude quem você é para tentar impressionar, pois é pela sua essência que o amor verdadeiro irá se apaixonar.

Era uma vez os seguintes sentimentos:AMOR,TRISTEZA,RIQUEZA E A PAIXÃO....
De manhã o avisou a todos moradores que a ilha ia afundar.Todos foram de barco para a cidade,O amor foi se despedir,ficou sem barco e acabou se afgando,bem longe avistou um arco..Era a tristeza e ele perguntou:
-Tem algum lugar ai p/ mim?
-Não quero que vc se contamine com tanta tristesa...
Veio mais um barco era a riquesa e o amor perguntou novamente:
-Tem algum lugar ai p/ mim?
-Não..Ja estou com ouro e prata...
E bem longe avistou um barco q/ havia um velhinho muito bondoso que disse:
-Sobe amor..Te levo até a cidade!
Chegando a cidade o amor perguntou para a paixão:
-Quem era aquele velhinho bondoso?
-Tempo..
-Tempo?Por que tempo?
-Sabe por que?
POR QUE SÓ O TEMPO
É CAPAZ DE ENTENDER UM
GRANDE AMOR.!

Era uma vez chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: alegria, riqueza, sabedoria, determinação.

Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como orgulho, tristeza e vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito de todos os sentimentos. O AMOR. Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele ficavam mudados porque eles sabiam que dentre eles, o amor era o melhor. Porém no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo. E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a raiva. E a raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale. Por isso, quando acordava de mau humor fazia de tudo para estragar a beleza do lugar.

Certo dia, a raiva teve uma boa idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícias. A fumaça da poção tomou conta do lugar, e o vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuvas e ventos, todos correram para se proteger. O egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás. A alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A riqueza recolheu tudo que era seu, antes de se abrigar. A tristeza, a sabedoria, a vaidade, todos conseguiram chegar as suas casas a tempo. Todos, menos o amor. Ele estava tão preocupado em ajudar aos outros que acabou ficando pra trás.

Então uma coisa aconteceu. Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o amor. A raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar, o que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...
- O que aconteceu com o amor?
- Ele não se mexe...
- Tá tão parado que parece que... Morreu.

Nisso a tristeza começou a chorar. O orgulho não aceitava. Disse que era mentira. A riqueza disse que era um desperdício. E a alegria pela primeira vez, não sorriu.

Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o amor para uní-los, as diferenças apareceram. A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos.
- Ele não morreu. O amor não morreu. Gritaram todos. Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava tempo.

E todos comemoraram porque o amor estava vivo e sempre vai estar, porque não ha nada que acabe com o amor tendo o tempo ao seu lado para ajuda-lo. E sabe o que aconteceu com o amor e o tempo? Eles se uniram e tiveram três filhos: experiência, perdão e compreensão, que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração.

E redescobrir é tão bom. Dá pra ter tudo outra vez. Dá pra ter tudo de novo, novo de novo. Dá pra ter um começo e fazer diferente pra não ter, por um bom tempo, que lidar com o fim.

Percorrer muitas estradas, voltar para casa, e olhar tudo como se fosse a primeira vez

Alguma vez você já perdeu alguém que ama e queria mais uma conversa, mais uma chance para compensar o tempo em que você pensava que ele estaria aqui para sempre? Se sim, então você sabe que pode passar toda a sua vida colecionando dias, e nenhum vai superar o que você gostaria de ter de volta.

QUANDO PRECISAR DE MIM.

Toda vez que precisar de mim
grite meu nome ao vento
ele me trará o recado.
Quando precisar de mim
ouça uma música suave
de olhos fechados.
Sempre que precisar de mim
olhe a lua
e a luz abraçará você como eu faria.
Se precisar de mim
dance na chuva
água que correr em teu corpo
serão as lágrimas que choraria com você.
E se não houver
vento, música, lua ou chuva,
faça uma oração
e o meu anjo se unirá ao seu.
para lhe por no colo e
lhe dar conforto
sempre que você precisar de mim.

E eu, no fundo, te perdoava, te entendia, te amava cada vez mais. Você me mandou embora da sua casa, do seu carro, da sua vida, da memória do seu computador, do seu celular e do seu coração. Você me deletou. E eu fiquei quietinha, te esperando, rezando pra você ver que amor maior não tem.

Não brigo mais para mostrar que, pelo menos, de vez em quando estou com a razão.
Se você acha que a razão é sua, então fique com ela e seja feliz.

Cada vez mais, nos sentimos tão seguros envoltos em nossas bolhas que só aceitamos informações, verídicas ou não, que se enquadram com nossas opiniões, em vez de basear nossas opiniões nas evidências existentes.

A vida é uma montanha russa. Você pode gritar cada vez que houver uma descida, ou você pode jogar as mãos pro alto e curtir.

Amigos, morar sozinho pela primeira vez não é fácil. É assustador descobrir que sua roupa não sai milagrosamente do cesto de roupa suja e aparece limpinha, passada e dobrada na sua gaveta.

Enquanto o amor para vida inteira não chega, ela prefere seguir solteira. Sozinha mesmo, muitas vezes, para não perder a paz dos seus dias. Para não perder o tempo que considera tão sagrado. Para não perder seu sono por situações que não precisam de explicação. Enquanto ele não chega, ela segue em paz, sem sentir falta de ciúmes banais, indiretas em redes sociais, comprovando que a falta de compromisso com o bom senso é sinal de pouca maturidade. Mas ela sabe que ele vem. Em algum momento, quando ela perceber que ao invés de toda essa perda de tempo, haverá alguém disposto a dividir problemas e não criar outros mais. Alguém que vai pegar na sua mão e dizer: "Vamos, o horizonte é cheio de tempestades, mas daqui a pouco encontraremos um lugar ao Sol". Enfim, é ele. Sem mais.

Eu me embriaguei por mais de uma vez na vida, minhas paixões nunca estiveram longe da loucura, e não me arrependo: porque foi assim que vim a compreender que, desde tempos imemoriais, foram considerados ébrios ou loucos os homens extraordinários, que realizaram grandes coisas, coisas que pareciam impossíveis.

Não existe segunda chance, existe Idiotice, se você perdoa uma vez ela acha que voce vai perdoar sempre, então, se não deu valor nao da mais.

Cada vez que você sorri, uma coisa maravilhosa acontece dentro de mim, impossivel de explicar.

Provavelmente eu te olharia mais uma vez e veria que você não se importaria se eu de repente sumisse e te desse o sossego que eu nunca quis dar; e te desse toda aquela paz e felicidade que talvez você sentisse quando eu não estava por perto para apreciar seus movimentos, suas reações. Isso era tudo que eu nao queria ver nos seus olhos, e era tudo que eu simplesmente via.
Eu não fazia, enfim, o bem que você me fazia. E isso parecia desagradavel a meus olhos...como poderia ser assim, tão bom e ruim ao mesmo tempo? tão confortavel e desconfortável? Aceitável e rejeitável? Eu parecia egoísta demais á ponto de não ver como você se sentia nessa situação...
Enfim, eu decido partir. Esquecer e não lembrar, nunca. Supondo que tudo para você fique melhor do que comigo vá ficar; é o minímo que eu posso fazer vendo você sofrer e me fazendo sofrer. E por mais que isso doa, talvez seja melhor, talvez me faça bem...talvez você não demore a esquecer...e talvez no próximo minuto você ache outro alguém que pareça menos complicado, menos difícil, menos ignorado, menos carente; mais tolerável e mais romantico. E esse alguém é o inverso de mim.
Fugo então da tua visão, abandono todo o espaço que eu desejei por todos os dias preencher em tua vida...Espaços que agora eu prefiro deixar em branco...é o máximo que eu consigo fazer...deixar que você não me machuque, e não se machuque. É o fim.

EU NUNCA VI COM OS SEUS OLHOS.

Coisa de mãe

Vez por outra ela duvida
até do nosso amor,
fazendo drama e falando
como quem sente uma dor:
– “Um dia, quando eu morrer,
é que tu vai aprender
e talvez me dar valor.”

Por mais que exista amor,
por mais que exista afeto,
um fato que deixa a gente
preocupado e inquieto
é quando a mãe pronuncia
sem nenhuma alegria
o nosso nome completo!

Quando a gente quer sair,
bate um receio profundo.
Pede à mãe cheio de medo
e nesse exato segundo
diz que “todo mundo vai”
e a resposta dela sai:
– “Você não é todo mundo!”

Tem outra situação
difícil e muito adversa.
Às vezes no mei da rua
a mãe também é perversa
quando ela aponta o dedinho
e diz assim bem baixinho:
– “Em casa a gente conversa.”

Por mais que a gente estude,
que tenha dedicação,
o boletim todo azul
ela olha com atenção
e fala sem gaguejar:
– “Tem mesmo é que estudar.
Não fez mais que a obrigação!”

Se acaso a gente perder
coisa boba ou coisa rara,
ela ativa um radar
potente que nunca para
e diz: – “Se eu for procurar,
garanto que vou achar
e esfregar na sua cara.”

Quando a gente chega perto,
faz um carinho qualquer,
e diz: – “Mãe, vou te amar
enquanto vida tiver!”
Ela responde ligeiro:
– “Hoje eu não tenho dinheiro.
Diga logo o que tu quer!”

Coisa de mãe é dizer:
– Você vai se machucar.
– Cadê o troco, menino?
– Mais tarde vai esfriar.
– Só vou contar até três!
– Bagunçou, vai arrumar.

– Já pegou o guarda-chuva?
– Eu não sou sua empregada.
– Engole esse choro agora!
– Eu nunca estou enganada.
– Na volta a gente compra.
– Você não ajuda em nada!

Coisa de mãe é ser cura
pra aliviar qualquer dor.
Coisa de mãe é o abraço
mais forte e mais protetor.
Coisa de mãe é cuidar,
coisa de mãe é amor.

Bráulio Bessa
Um carinho na alma. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.

Banho de água gelada.

Abrir os olhos e ver que o sol já não ilumina a janela como outra vez, que as rosas não são mais tão galantes, que os tornozelos já não me amparam mais. Ver que as pimentas já não são mais tão picantes, nem mais tão vermelhas, que aquilo que fazia diferença parece estar me deixando para trás. Perceber que o ciúme é o inimigo dos mortais e que não vale à pena doar-se tanto por quaisquer amores.