Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Tudo que é interceptado, captado por uma lente, por um olhar, por um enfitar, pelos olhos enfim; é sincero, é de dentro, vem da alma.

Flávia Abib

Carta de nascimento da nova Diane Leite
31 de julho


Hoje nasceu uma mulher.
Não nasceu de um parto físico, mas de uma decisão silenciosa.
Ela não chegou com alarde.
Chegou com consciência.


Hoje, eu sei quem sou.
Não porque alguém me explicou, mas porque eu me olhei com profundidade.
Depois de tantos caminhos, voltas, entregas, silenciamentos, eu finalmente entendi:
o que sinto faz sentido.
o que penso tem ritmo.
o que vibro é real.


Passei a vida tentando traduzir minha intensidade para o mundo.
Fui rotulada de exagerada, difícil, profunda demais.
Fui a mulher que sentia tudo, falava tudo, acreditava em tudo — e por isso quase sempre se via sozinha.


Mas agora, eu não preciso mais me defender.
Porque agora eu entendi que meu jeito de sentir, de pensar, de me mover, não é erro.
É estrutura.
É identidade.
É verdade.


Hoje, eu não me explico.
Eu me honro.
Não preciso mais caber onde nunca me coube.
Nem esperar ser compreendida para me permitir ser.


A mulher que nasceu hoje não precisa ser aprovada.
Ela precisa ser livre.


Hoje, eu me tornei essa mulher.
A que fala com firmeza e acolhe com doçura.
A que ama com presença, mas se escolhe com prioridade.
A que não finge mais ser leve para não incomodar.
A que não diminui mais a própria fome de mundo para ser aceita.


Hoje, eu abro mão de me encaixar.
E aceito, com serenidade e coragem, o desafio de me habitar.


Essa sou eu.
Essa é a Diane que nasce agora.
A que sabe quem é, mesmo que o mundo ainda não saiba.
A que não vai mais se esquecer de si mesma, por ninguém.


E isso basta.


— Diane Leite
31 de julho, dia em que me escolhi por inteiro.

Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.


Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.


Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.


Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.


E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.


Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.


Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.


O ciclo da nova Diane Leite começou.


Autoria: Diane Leite

Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele




Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.


Diane Leite

Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.


O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.


Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.


E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.


Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.


Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.


Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.

Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.

A importância da gratidão para elevar a vibração

A gratidão funciona como um amplificador natural de energia, pois ao reconhecer e valorizar o que já existe em sua vida, você sintoniza sua frequência em um nível de abundância que atrai ainda mais motivos para agradecer. Quando o foco está na escassez ou nas carências, a vibração tende a permanecer em um estado de necessidade, reforçando a sensação de falta. Ao contrário, ao cultivar um estado de gratidão, mesmo por pequenos detalhes como o aroma do café pela manhã ou o sorriso de um colega, você cria um campo energético que vibra em alta frequência, facilitando a conexão com oportunidades que ressoam com esse nível. Uma prática eficaz consiste em reservar alguns minutos ao final do dia para revisitar mentalmente os momentos que trouxeram alegria ou aprendizado, permitindo que a emoção de agradecimento se expanda por todo o corpo. Essa sensação de calor interno pode ser sentida como um brilho que ilumina a mente, tornando‑a mais receptiva a ideias criativas e a sinais do universo. Além disso, a gratidão tem o poder de transformar emoções negativas em energia positiva; ao agradecer por um desafio, você muda a narrativa de “obstáculo” para “professor”, liberando a energia que antes estava presa na resistência. Assim, a gratidão não é apenas um sentimento, mas um método ativo de elevação vibracional que sustenta o fluxo de manifestação.

Vejam as almas vendidas,
Por um resto de espasmo
à nossa claridade.

Carta crítica filosófica


À Natureza


É um prazer lhe escrever esta carta,
ainda mais pelo privilégio de usar um papel
extraído de uma antiquíssima árvore da Alemanha.
Escrevo-lhe com meu mais novo lápis do Líbano.
Veja como você é importante para mim.


Querida,


quanto tempo faz desde que não nos falamos, não é mesmo?
Pensei em você enquanto meus funcionários
erguiam meu novo prédio — um edifício grandioso.


Lembra-se daquele jardim onde costumávamos passar?
Comprei-o em um leilão.
Agora, ali, nasce um prédio comercial.


Esperei por você no lançamento da pedra fundamental.
Olhei entre homens e mulheres,
mas não a encontrei.


Terá eu lhe magoado, querida Natureza?
Achei que tivesse liberdade para tratá-la
com mais intimidade.
Parece que você não aprovou minhas ações.


Não se preocupe.
Assim que eu terminar de limpar o terreno
dessas árvores velhas
e concluir a construção,
erguerei uma estátua de concreto
em sua homenagem.


Talvez assim eu consiga reconquistá-la.


Quando puder, responda-me.


Atenciosamente, o insensato.

Em um dia tentamos esquecer os problemas da vida, no outro nos tocamos de que isso não é possível 😌

Inteligência não é contagiosa, já ignorância é. Você nasceu de um jeito e irá continuar.

Não tenha pressa se estiver perdido, duvidoso. Cada um de nós tem um propósito e uma paixão.

Flávia Abib

Para o mundo, para todos, nem todos, quase todos, você é apenas um ser qualquer...igual ou desigual. Para o mundo tua luz reluz numa intensidade em que, a luz da lua dissimula. Para o mundo teu poder sobre o outro, não excede o brilho do sol. Mas...para uma ÚNICA pessoa entre todas nesse mesmo mundo, você é a essência da vida, o que te faz singular; você é a luz que ilumina o caminho; você é o brilho do olhar de alguém que reconheceu tua alma, que discerniu você...como raridade predestinada a amar, como um ser amor.
Flávia Abib

Em um mundo cansado, quem escolhe ser leve se torna refúgio.
Pequenos gestos, palavras certas e presença sincera têm o poder de transformar dias, curar silêncios e aliviar pesos invisíveis.
Seja alguém que chega para somar, não para pesar.

Todo religioso afundado no fanatismo é um recalcado nato...
Tendo em vista isso, saiba que toda tentativa de interagir com você, é na base do ressentimento é curta visão sobre ti de acordo o que convém a ele!

⁠Uma atitude que poderia ajudar o mundo a ser um pouco melhor: O ser humano SER um pouco mais HUMANO

Não se cura um coração machucando um outro coração.

Cada um cria seu próprio universo, e alguns criam o universo de todos.

Sonda Voyager 1:
Do Primeiro Voo,Até Os Segredos Do Universo.












Em um dia bonito e azul um grande sonho seria realizado.
Um sonho capaz de ir bem longe além do Sistema Solar e que estando nesse sonho,seria possível encontrar outras estrelas e outras coisas brilhantes.
Em algum momento em um espaço dedicado para esse sonho,pedaços de felicidades,de expectativas e ansiedade estavam se unindo.
Para a formação de um objeto imaginado.
Que poderia voar entre os planetas e os seus satélites naturais,olhando para a Lua ao atravessar um primeiro cinturão tendo em seus detalhes a luz refletida do Sol.
E quando chegasse em um segundo cinturão a luz do Sol ainda estaria nos seus rastros no seu deslocamento veloz.
Um objeto fascinante se tornou verdadeiro após dias e dias desde o momento em que foi pensado.
Para ir tão distante do lugar ao qual havia sido sonhada.
Com o nome de "Voyager" e a coincidência de que seria mais um viajante interestelar.
Com uma longa e demorada viagem além de um sistema planetário.
E isso foi se tornando ainda mais forte quando se aproximava do dia 5 de Setembro de 1977.
Foi em um bonito dia de céu.
Um dia claro e transparente de inspirações.
Onde na estação de lançamento um imenso foguete espacial já estava a sua espera.
Para que juntos em um mesmo voo pudessem subir mais alto do que as nuvens do céu.
Com tranquilidade o tempo contava cada instante.
Com a Sonda Voyager 1 fixada ao foguete espacial de nome
Titan IIIE.
Após a sua aguardada contagem o foguete Titan IIIE subiu na direção do céu azul e bonito levando a Sonda Voyager 1.
A cada subida a sua velocidade aumentava com a gravidade terrestre deixando partes de sua força nas suas formas.
Como uma saudação.
Depois de alguns minutos voando no sentido vertical o foguete espacial
Titan IIIE mudou a sua inclinação para que a Sonda Voyager 1 pudesse voar com os próprios jeitos.
E assim ela fez.
Com agradecimento ao seu querido foguete espacial.
Que em uma outra trajetória voltava para o Planeta Terra.
Enquanto a Sonda Voyager 1 começaria a voar pela primeira vez com as próprias asas.
Que a fariam visitar alguns planetas e os seus satélites naturais.
E seguindo um sonho que ela era,foi em uma forte velocidade na direção do Planeta Júpiter.
O maior do Sistema Solar.
Com uma velocidade incrível após dois anos viajando encontrou o Planeta Júpiter e alguns dos seus satélites naturais.
Da sua grande beleza como uma pintura esférica flutuando em rotação e translação.
E sua destacada Grande Mancha Vermelha.
Que girava em um outro sentido,mas na mesma vida planetária.
Estando alguns milhares de quilômetros de sua evidente beleza a Sonda Voyager 1 tirou muitas fotografias.
Do seu levitar e de alguns satélites naturais.
Em Io viu vulcões tão altos que jorravam lavas de um passado ainda relembrado.
No satélite Europa a Sonda Voyager 1 viu uma superfície congelada,mas com um coração pulsante e escutado.
Em Ganimedes se impressionou com o seu tamanho para um satélite.
Ganimedes em alguns traços a fazia lembrar da Lua.
Deixando-as guardadas em um lugar especial cada fotografia que havia conseguido.
Emocionada com esse encontro com Júpiter teve que seguir os seus desejos.
Enquanto se distanciava do gigante gasoso através de um intenso impulso gravitacional com aquelas fotos que já haviam se tornado raras.
Pois ela queria ver mais de perto o Planeta Saturno e os seus misteriosos anéis.
Com os seus encantos um pouco revelados.
Desde o seu encontro com o Planeta Júpiter havia se passado um ano.
Eram 365 dias voando com desejos e objetivos.
Até que percebeu diante dos seus sonhos um maravilhoso planeta rodeado com um sistema de anéis.
Centenas de anéis dos minúsculos aos maiores fragmentos.
Adornavam o Planeta Saturno e o seu principal satélite natural,Titã.
Que tinha sobre a sua atmosfera as curvas daqueles anéis desde a sua criação.
Como era previsto nesse encontro tirou várias fotografias.
De um lindo planeta e os seus formidáveis anéis.
Do seu satélite natural Titã,fotos do seu charmoso viver.
A Sonda Voyager 1 também fotografou os satélites naturais Dione e Rhea.
E as suas características notáveis.
Acalentandas com um frio intenso e entrelaçadas na gravidade de Saturno nas suas respectivas distâncias.
Depois de outras raras fotografias a Sonda Voyager 1 continuou seguindo na direção das milhares de estrelas.
De Saturno e Titã e outros satélites a sonda levou os seus movimentos e distinções e momentos de suas vidas.
Pois teria que continuar voando na direção que lhe chamava.
Dentro de si um valioso e único disco dourado com coisas do Planeta Terra.

Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar.












Era uma manhã gloriosa e gentil.
Quando de repente uma perseverança surgiu.
Com um ideal no seu nome estava com a intenção de fazer algo surpreendente e que marcaria a astronomia.
O início de uma estrutura pensada e que voaria entre os planetas em uma viagem cósmica no horizonte profundo.
E no fortalecimento dessa perseverança uma forma se tornava visível em cada peça que ia preenchendo a sua silhueta.
Foram muitos dias desde o término de algo que faria coisas maravilhosas pelo Sistema Solar.
E um pouco mais distante dele.
Algo que levaria no seu voo longínquo recordações do Planeta Terra e da Lua.
Até do Sol e a sua preciosa luminosidade.
Entre as muitas manhãs a sua silhueta crescia demonstrando uma forma vigorosa e impressionante.
Mais outras manhãs se reencontravam com o tempo e os seus números exatos.
Até que a sua silhueta foi completada.
Uma inegável alegria contornava a sua forma.
Lhe foi dada o carinhoso nome de "Voyager".
Porque viajaria na direção de uma imensidão.
Pois foram muitas manhãs de espera.
Até que na tarde do dia 20 de Agosto de 1977 aquela perseverança de outrora iria acima do céu à procura de belezas tocadas pela luz do Sol.
E a sua espera na base de lançamento estava o foguete espacial
Titan IIIE.
Com precisão o tempo contava em expectativa.
Em uma contagem regressiva e explicada nos seus números o foguete espacial
Titan IIIE decolou de um jeito vertical com uma calorosa velocidade.
Na direção do céu em uma tarde azulada e amigável.
Minutos após a sua decolagem com a Sonda Voyager 2 aquela perseverança fez com que ela abrisse as suas asas.
Enquanto o foguete espacial Titan IIIE,retornaria para o Planeta Terra à espera de uma outra decolagem.
Com a perseverança em sua silhueta a Sonda Voyager 2 começou um voo que seguiria mais distante do que ela poderia imaginar.
Com uma grande velocidade foi deixando nos seus movimentos o Planeta Terra e a Lua.
Ainda com a preciosa e poderosa luz do Sol no seu percurso.
Atravessou o Cinturão de Asteróides e viu o espetáculo que cada um fazia.
Lentamente atraídos pela gravidade do Sol.
Em um círculo que guardava traços de um passado.
Com um frio predominante,mas na luz do Sol os seus movimentos eram guiados.
Dois anos após o seu primeiro voo viu pela primeira vez o Planeta Júpiter.
O planeta gigante impressionou os seus movimentos.
Com uma beleza incrível feito com gotas vindas distantes.
Com cores vibrantes e que estavam na mesma intensidade dos seus ventos.
Ventos esses que retocavam as suas cores em cada volta.
Após esse encontro a Sonda Voyager 2 teve que seguir.
Com uma incrível velocidade foi se afastando do Planeta Júpiter.
Mas levando dentro de si algo daquele planeta.
E da sua forma esférica e marcante.
Mais dois anos se passaram desde o seu encontro com o Planeta Júpiter.
Com uma dedicida velocidade viu na sua silhueta as sombras do Planeta Saturno.
Com os seus grandiosos anéis.
Até a perseverança que lhe acompanhava se emocionou com esse encontro.
O Planeta Saturno e os seus anéis que causam uma comoção desde outros tempos.
A Sonda Voyager 2 ficou em uma certa distância contemplando Saturno e os seus anéis.
Mesmo que quisesse ficar mais um pouco aquela perseverança que a fez se tornar realidade pediu para que ela continuasse seguindo.
E ela fez.
Acenando para o Planeta Saturno e os seus belos anéis.
Em alta velocidade seguiu o seu percurso enquanto o Planeta Saturno e os seus anéis ficavam nos seus rastros a cada instante.
Em mais lindos momentos.
Do Planeta Saturno até o próximo encontro já haviam se passado cinco anos.
Uma viagem um pouco mais demorada fez com que a Sonda Voyager 2 pudesse sonhar com outras estrelas e outras galáxias.
Tentando compreender a distância somente no Sistema Solar em que ela continuava viajando.
Nessa demorada viagem se imaginou voando com os admiráveis cometas e as suas histórias.
E nessa linda distração percebeu de uma certa distância um outro planeta gigante.
O gigante Planeta Urano e o seu sistema fino de anéis.
A sonda Voyager 2 também percebeu que esse planeta tinha os seus movimentos diferentes dos outros.
Ele orbitava em rotação e translação como se estivesse deitado calmo e confortável.
Mesmo a essa distância o Sol ainda emanava a sua luz de ternura com um brilho sentido pela sonda e pelo gigante gasoso.
Depois de agradáveis momentos a Sonda Voyager 2 mais uma vez,seguiu.
Em um outro voo demorado para encontrar um outro planeta gigante.