Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Jamais desejei ser um fardo para alguém, mas a existência me escapa, ela se impõe para além daquilo que consigo escolher.

Sou um lobo incansável, que protege sua alcateia sem descanso. A família é a raiz de toda sociedade. Sei que a nova geração nem sempre enxerga isso, mas sem um princípio familiar, ela sequer existiria.

Hoje, um “bom dia” soa quase herético, a gentileza desperta olhares desconfiados, o afeto provoca incômodo. Chegamos ao ponto em que ser humano é resistência, e a ternura, um ato de coragem.

Você não é um plano falido, você é o sonho do Senhor.

Nosso senhor, um pastor, com muito amor, eis que chama a sua ovelha sem cessar.

A dor é um mestre que não tem paciência, mas ensina o essencial.

Cada lágrima foi um passo invisível para o futuro.

Tudo o que dói agora, um dia será entendimento.

O mundo me quebrou, mas Deus me juntou de um jeito que ninguém entende.

⁠Ninguém move um dedo por você, mas se acham donos da verdade, na hora de julgar sua vida e suas escolhas !!!

⁠Sobrevivi ao pior para alcançar o melhor, cada queda, um sussurro das sombras antigas, cada vitória, um feixe de luz que rasga o agora, como aurora nascida depois da noite mais longa que vivi.

Com o tempo, nos tornamos exatamente o que temíamos, reflexos distorcidos dos sonhos que um dia tivemos.

Ao digitar meu nome na internet, quando for apenas um registro perdido na rede, o que restará serão minhas frases, vestígios de uma alma que tentou se explicar através das palavras, que nunca chegaram a lugar algum.

Meu passado foi um pedregal que feriu meus pés a cada passo. O terreno era árduo, coberto de espinhos e tropeços, e por vezes pensei em desistir. Mas hoje entendo, cada pedra teve um propósito. As dores que antes me faziam parar, agora me ensinam o valor do caminho. Nem todo sofrimento foi castigo, alguns foram lições disfarçadas de quedas, preparando-me para o chão firme que piso hoje.

Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.

Como estrelas mortas, um brilho tardio, um calor lembrado que não aquece e, no entanto, sigo sendo levado pelo meu eterno passado.

No escuro, entre pedras e sombras, a esperança, um pulso quente, foi meu único modo de não me perder no vazio.

Às vezes o recomeço é só continuar, um passo, uma prece, um fôlego.

Fui ferido por quem amei, mas curado por quem ficou. Curar-se também é um ato de coragem, quem ficou se tornou ponte onde a confiança pode voltar a andar.

Já carreguei culpas que não eram minhas só pra manter a paz. Há um preço pela paz que não nos pertence pagar, libertar-se dessas culpas é reencontrar leveza.