Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Estou amando um homem muçulmano
E ele é tão doce
Seus olhos me contemplam
Ele ama a natureza
Ama rosas
Ele faz coisas para me agradar
Ele me fala para descansar
Ele traz comidas para mim de forma gentil e preocupada
Ele dança
Ele sorri com seus amigos
Ele faz as suas orações e sorri pra mim
Ele fala que somos doces
Seu nome faz reverência a Allah
Ao seu lado, eu contemplo o vento nas folhas
Ele não bebe álcool
Ele não come carne de porco
Ele me coloca em seus braços
Ele ama a chuva
Chove e ele roda comigo na chuva em seus braços
Com ele, eu aprendi a amar coisas que antes não amava
Com ele, eu sinto prazer, tenho vontades
Com ele, eu me ilumino
Ele é cientista
É perfeccionista
Ele não tenta me convencer sobre Allah
Porque as montanhas que eu via aos oito anos de idade me falam sobre esse agora.


Ela me disse...

Talvez um dia a gente se esbarre e se conheça de novo, com o olhar mais maduro e o coração mais decidido.

Talvez a gente se reencontre e se reencontre exatamente aonde a gente se perdeu.
Dessa vez sem as inseguranças de antes, sem os medos de ser feliz.
Talvez a gente se perdoe, se doe e se dê mais uma chance, não sabíamos o que era saudade, até a distância nos mostrou como é amargo cada gota de ausência.

Quem sabe um dia a gente sinta tudo que um dia nos doeu como um preparo.
Pois sempre pertencemos uma a outra, e no final aquele ponto final tenha sido apenas reticências...
Que a vida pôs em nossa história, para que no tempo certo déssemos certos.
Quem sabe esse seja o tempo certo!

*Um mar silencioso. A lua, as estrelas; eu e você. ( L )

Ser convidada para este chá de bebê é um privilégio. Ver amigos tão queridos se transformando em pais aquece o meu coração e me enche de alegria!

Nós somos um experimento da fonte criadora, imitamos tudo a nossa volta.

Carta à minha alma gêmea


Ainda que eu não saiba teu nome, teu rosto vive em mim como um eco antigo. Há algo em mim que te reconhece, mesmo sem nunca ter te tocado.


Talvez sejamos feitos da mesma luz, do mesmo silêncio que dança entre as estrelas. Quando o mundo pesa, é tua lembrança que me alivia, como se tua existência me soprasse coragem.


Não te busco com pressa, porque sei que o tempo da alma é diferente. Mas quando nossos caminhos se cruzarem, não haverá dúvida — só um profundo “enfim”.


E se já nos encontramos, que essa carta te alcance como um sussurro, lembrando que o amor verdadeiro não precisa de provas — só de presença.


Com tudo que sou, com tudo que ainda serei, te espero com leveza, como quem espera a primavera.

A verdadeira turismóloga carrega em si um mosaico de culturas, transformando cada encontro em parte de sua essência.

A luz que você espalha pelo mundo sempre encontra um caminho de volta até você.

Um povo sem memória é um povo sem cultura.

A linguagem do amor é um código infinito.

Um tapa,
Um soco,
Um macho escroto,
Um grito de socorro...

Um beliscão no escuro
A mulher deitada
Sem saber o que ela fez
O machismo da sociedade
A maquiagem para disfarçar
As lágrimas que caem do rosto

Ela respira e pensa...
O que fazer?
Se reinventa e levanta
A vida continua
Vai pra luta
Larga, desce vagabundo

Pensamentos que fluírem
E a fizeram se levantar
Vamos lutar e dizer
Que mulher não é saco de pancada
Sociedade machista e bizarra
Acabam com o ego
Da mulher empoderada!

Johnny Ribeiro

⁠As mulheres não precisam de um dia no ano para serem lembradas, elas necessitam, nos outros dias, não serem esquecidas.

A amizade é um sentimento que sempre vale a pena ter de novo.

A amizade quando passa do ponto dificilmente encontra um retorno.

Somente idiotas crucificam uma pessoa num jogo que só pode ter um vencedor.

A liderança é um alvo de desejo comum, mas um dom concedido a poucos. Enquanto o treinamento forma líderes eficazes, aqueles que possuem o chamado divino superam todas as expectativas, pois são capacitados por Deus.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

⁠Fizemos tantos planos. Acreditamos em tantas coisas. Trocamos tantas juras de amor. Éramos um. De repente nos tornamos dois. Cada um no seu caminho, vivendo suas próprias experiências e vendo o mundo a partir de um único olhar. Os beijos roubados, devolvidos, que selavam sonhos e esperança parecem existir apenas no mundo das ideias. Bocas que se tornavam uma. Uma língua, linguagem e códigos indecifráveis aos demais. Os olhares, na verdade o olhar. Eram dois olhos que se convergiam em um. Uma visão, que passava a sensação de ser uma só percepção. Dois corpos adultos, que no encontro fundiam-se. Tudo tão maduro, com o gosto da inocência das infâncias. O calor que aquecia os corpos e, como um fenômeno físico da física, misturava pensamentos, desejos e consciências. Tudo sob a ciência de que eram um. Parece que nada mais permanecerá no estado em que estava. Seria tudo isso sinônimo de amar? Tudo acabou? Tudo se foi? Acredito que não. A história que estava escrita, quem sabe, continua escrita. Como toda escrita, há pontos de diferentes natureza, seja uma vírgula, um ponto de exclamação, interrogação, mas ponto final, de repente, jamais. A história continua sendo escrita. Talvez por alguns capítulos os protagonistas não se encontram, mas nos últimos, por conta da saudade e do sentimento que nunca se foi, se reencontrem. É, a vida é assim. O passado marca o presente, que por meio de um cheiro, lembrança ou qualquer coisa que traz à tona tudo de novo o "velho", faz do futuro um presente delicioso com gosto de passado, reescrevendo a história com novas compreensões e sensações, fatos que culminam no reencontro dos protagonistas. Ah, não há heróis ou perfeitos, apenas pessoas, cheias de idiossincrasias, que decidem dar um ponto final. Ponto final? Sim, para que uma nova história seja escrita. Tudo novo com velhos conhecidos. É coisa do amor. Louco mesmo. É a loucura da vida que no silêncio da noite os faz imaginar, sonhar acordados e, por isso, amar. Há quem diga que seja eterno enquanto dure, mas pode ser que dure para sempre.

Viver é ser um Wi-Fi biológico que capta sinal de tudo, mas não tem a senha de nada. Sentir é o 'delay' entre o que o mundo te joga e o tempo que você leva para entender o tamanho do estrago ou da sorte.

A decepção é quando o seu 'eu' de ontem fez um Pix de expectativa que o seu 'eu' de hoje não tem saldo pra pagar. Viver é passar o resto da vida tentando negociar essa dívida com a realidade.

Toda lucidez cobra um preço — e poucos estão dispostos a pagá-lo.