Música
eu quero viajar
Eu quero conhecer pessoas
Eu quero escutar minhas músicas preferidas
Eu quero brigar
Eu quero dançar
E talvez e só se der eu quero conhecer o amor da minha vida
LUAR DO SERTÃO
(Letra de música)
Não há, oh gente
oh não, Luar
Como esse do sertão
Oh que saudade
Do luar da minha terra
Lá na serra branquejando
folhas secas pelo chão
Este luar cá da cidade
Tão escuro
Não tem aquela saudade
Do luar lá do sertão
Não há, oh gente...
Se a lua nasce
Por detrás da verde mata
Mais parece um sol de prata
Prateando a solidão
E a gente pega
Na viola que ponteia
E a canção
É a lua cheia
A nos nascer do coração
Não há, oh gente...
Coisa mais bela
Neste mundo não existe
Do que ouvir-se um galo triste
No sertão, se faz luar
Parece até que a alma da lua
É que descanta
Escondida na garganta
Desse galo a soluçar
Não há, oh gente...
Ah, quem me dera
Que eu morresse lá na serra
Abraçado à minha terra
E dormindo de uma vez
Ser enterrado
Numa grota pequenina
Onde à tarde a sururina
Chora a sua viuvez
Não há, oh gente...
Voce merece o brilho das estrelas,
O límpido azul do céu,
A mais linda melodia,
O mais doce favo de mel
musica; Vozes
Ouso vozes me tentando
minha alma está em pedaços
sito que estou partindo
não importo com isso
seria um alivio
a dor é imsuportavel
As vozes me tentam
tenho vontade de morrer
quando estou sozinho num quarto
a morte fala comigo
tenho medo
ouve muito sinais ouve muitos avisos
ninguém se importa
gritei por socorro
todos estão ocupados
Posso sentir o cheiro da foice
posso sentir o beijo da morte
quero partir deslizar para outro mundo
quero o alivio disso tudo
Vozes me dão coragem
sou um poeta suicida
sou vitima do sistema
estou morto em vida
Ela veio para me pegar
ela veio para me levar
estou entregue
não tem ninguém em casa
não tem ninguém
ninguém
Sou um poeta triste
um poeta suicida
Esta noite.
Aquela lua na janela reflete turva minha solidão;
Meus passos se tornam uma melodia na noite silenciosa;
Minha anarquia pré definida não demonstra nenhuma lógica;
Minha bebida apaga o fogo do meu coração;
Meu cigarro faz do ar algo respirável;
Minha musica me deixa surdo para as besteiras ditas pelos alheios;
Minha forma de pensar é algo complexo de mais pra sua sabedoria;
Meus desejos me confundem na brisa dos teus olhos;
Hoje o dia não é claro, minha rota não esta traçada;
E minha juventude esta perdida.
Melodia do Afeto
O afeto espontâneo é a chave que desvenda
A melodia oculta no compasso da vida.
É ele quem guia, sem pressa ou demora,
Trazendo a nota exata, no momento da hora.
Os ventos do acaso, imprevisíveis e leves,
Sopram novamente, nas esquinas do destino,
Como que a nos lembrar, com a suavidade do vento,
Que há sempre algo novo, por mais que o tempo siga.
Por isso, passei a cantar, de alma desnuda,
O canto da reciprocidade, com o coração aberto,
Que em cada palavra, em cada gesto, se espalha,
E com ele, novas melodias de amor e paz surgem,
Como brisas que refrescam e renovam o ser.
A vida, então, passa a ser um eco de harmonia,
Onde o afeto, ao invés de ser mera resposta,
Torna-se a força propulsora,
Que nos impulsiona a viver, a amar, a ser.
CONCEIÇÃO PEARCE
*Festa de Criança*
"Bolas coloridas,música,dança,alegria
de montão...
Brigadeiro,bolo,beijinho...
Hum,que tentação!
Crianças,brincadeira,roda pião,
e muito amor o coração...
Festa de criança é sentir
que a vida,sempre
vale muito a pena,
arrancam sorrisos,
até do adulto mais sisudo.
Vem,vem brincar,
desamarre essa cara,
esquece a tristeza,
sorria,que a
vida é linda,
colorida,parece
até um arco-íris
pintado no céu.
Festa gostosa,
gente risonha,
com licença,que
vou brincar
de roda,minha
turma me espera,
e não posso fazer hora...
Vem,não demora...
porque cresceu,
acha que não
pode sonhar?
Quem disse que adulto
não pode brincar?
Psiu,vem sem demora,
eu te espero
lá fora..."
Tatiane Oliveira-
15:56 hrs
01.08.2014
Como dói estar aqui sozinha, nessa solidão ouvindo uma música que lembra nossos momentos.
Meu coração sente um desespero que não da pra controlar, lágrimas escorrem ao relembrar.
O coração chora por ter se permitido amar como te amo.
Luto todos os dias para te tirar do meu coração, dos meus pensamentos.
Sei que preciso da minha vida de volta, preciso tomar as rédias dos meus sentimentos.
Mesmo sabendo que é ao seu lado que eu quero estar, mesmo sabendo que o seu abraço me conforta, me protege. Suas carícias me consome, me leva a te . E que do seu lado, me sinto a pessoa mais amada do mundo.
Mesmo tendo a certeza que você é o homem perfeito pra mim. Que ao seu lado sou indefesa diante de seu amor.
Por que te amo e preciso de vc!
A música é um dos combustíveis
da minha vida e a música Clássica...
é parte relevante da minha essência.
E antes da ultima folha cair
Antes do frio chegar
Antes da ultima musica tocar
Antes da última luz se apagar
Diga o que sente para não ficar esperando até a próxima Primavera
Fale baixinho, a noite pede calma,
ressone em melodia, sonhe colorido,
as horas passarão em leves momentos,
esqueça alguma dor se a tiver,
fale com a esperança
e aconchegue-se em saudade
de algum momento bem vivido
Gosto de conversas...risos...música...livros...
De conhecer gente nova,novos sotaques,jeitos,modos de viver.
Joelma Siqueira
Amor verdadeiro não tem fim...
Para sempre faz morada na alma.
Ele acorda ao som de uma música,
ao odor de um perfume...
Joelma Siqueira
A caixa de música da boneca de porcelana quebrada.
Existe uma coreografia exaustiva que aprendi a seguir: curvar os lábios em um sorriso perfeito como se a vida fosse apenas um cenário de filme onde tudo da certo sempre. É um ensaio diário onde a regra principal é dizer 'sim'. Eu digo sim para as demandas, sim para os papéis que esperam que eu interprete, enquanto, sob a superfície, meu corpo inteiro grita um 'não' desesperado.
Eu me afogo em um oceano chamado expectativa. É uma maré que sobe silenciosa, mas implacável. O 'estou bem' tornou-se a minha rotina, uma resposta automática que esvaziou de significado, enquanto a sensação de estar de fato bem virou uma memória longínqua, quase um sonho de outra pessoa.
Vou aceitando o peso de cada cobrança, uma camada sobre a outra, engolindo em seco o que deveria ser dito, o que deveria ser gritado. Mas o mar não respeita o silêncio. Ele sobe, ele pressiona, ele invade. E quando o fôlego acaba, o que eu guardei transborda, não em palavras, mas em lágrimas que carregam tudo o que me sufocou por dentro.
Contudo, a tempestade é breve, e a engrenagem é implacável. O choro é apenas uma pausa técnica antes que o mecanismo interno volte a girar. Com um suspiro que ninguém ouve, limpo o rosto, ajusto a postura e sinto a chave girar nas minhas costas mais uma vez.
O sorriso volta a se curvar, milimetricamente ensaiado. A música começa a tocar — aquela melodia doce, repetitiva e mecânica que todos esperam ouvir. Eu volto para o centro da caixa, pronta para a próxima rotação, dançando com a leveza de quem não tem escolha, enquanto, lá no fundo, a boneca de porcelana apenas observa, imóvel e partida, o mundo que continua a girar sem ela.
Nihil Obstat
É preciso que a música aparente
no vaso harmonizado pelo oleiro
seja perfeitamente consistente
com o gesto interior, seu companheiro
e fazedor: o vaso encerra o cheiro
e os ritmos da terra e da semente,
porque antes de ser forma foi primeiro
humildade de barro paciente.
Deus, que concebe o cântaro e o separa
da argila lentamente, foi fazendo
do meu aprendizado o Seu compêndio
de opacidades cada vez mais claras,
e com silêncios sempre mais esplêndidos
foi limando, aguçando o que escutara.
Aquele Dia.
Tem dias em que o medo nos visita.
Tem dias em que a música se acaba.
Tem dias em que o silêncio reside na alma. Tem dias em que a dor é intensa.
Tem dias em que o forte enfraquece.
Tem dias em que queremos a morte.
Tem dias em que o grito não sai da garganta.
Tem dias em que amigos faltam e o passeio é cancelado.
Tem dias em que até o café é amargo faltando o adoçante.
Tem dias em que o que mais queremos é um abraço e não surge ninguém.
Tem dias em que somos maltrapilhos, sem roupas, sem brilho, sem cheiro, sem rumo. Tem dias em que o sol fica de bronze e as estrelas demoram a acender.
Tem dias em que a carta nunca chega e eu continuo a escrever versos.
Tem dias em que eu queria ser você e você jamais me vê.
Tem dias em que o divã fica vazio e as palavras são neutras no corredor do dilema.
Tem dias em que sair e caminhar é um tédio e cantar canções é fel.
Tem dias em que sou eu e outros em que não sou ninguém. Tem dias...
