Mulher Sucesso

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Dentro de nós existe e reina uma mulher.
E ela reina por ser sua mãe, sua namorada, sua esposa, sua filha, sua neta, sua... por ser VOCÊ.
Mas essa mulher que reina, não é sua! Não é de ninguém que não seja dela mesma, pois a Mulher que se conhece e sabe o valor que tem, antes de ser de alguém, é preciso que seja dela também.
Aprendendo a se conhecer e sabendo de o seu valor.
A beleza dessa Mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que penteia os cabelos. A beleza de uma mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside.
A beleza de uma mulher está refletida na sua alma, no cuidado que ela, amorosamente, tem pelos outros.
Essa mulher extraordinária e fenomenal, acredita e vence todos os obstáculos. Essa mulher não é rainha ao acaso!

A mulher não é um macho imperfeito, mas a matriz da existência e um dos pilares da resistência intelectual. Onde certos filósofos enxergaram fragilidade, a história revelou liderança, invenção e genialidade que seus esquemas mentais não conseguiram assimilar.

⁠Sou eu ,uma mulher adicta que há cinco meses me aceitei sem poder e nem força pra sozinha não sofrer a abstinencia da nicotina.
Que a realidade do que não presta sempre se manifeste a mim,que eu possa sofrer quantas vezes for necessário negando as atitudes que antes me era natural e sem valor.
Meu corpo agradece pelos anos que fumei,enquanto isso a fumaça vai sendo estirpada de dentro de mim aos poucos até não mais existir ..restando apenas uma saudade doente daquilo que se foi mesmo não prestando um dia esteve comigo me apoiando na ansiedade ,nos momentos difíceis e até nos momentos de risos e de conquistas.
Tenho muito respeito pela pessoa que eu era e muito respeito pela substância que me movia.
Hj com Deus ,não dou valor a nicotina e as coisas imprestáveis de antes. APENAS RESPEITO UM PASSADO QUE MORREU.

⁠Feliz é a mulher que no passado tomou decisões certas.O fato dela chegar no futuro feliz e sorrindo dependeu muito dos caminhos que ela tem andado e as decisões que ela tem tomado.

⁠Hoje em dia tenho muito orgulho de mim, da mulher determinada que fiquei.
Não fico em lugares que não me sinto bem, e nem faço questão de estar em lugares onde sinto que não sou bem-vinda.
Sigo minha vida, sempre observando para desviar das pedras que encontro no meu caminho, o tempo todo focada se no caminho que trilho há paz, amor e o Espírito Santo.

⁠A mulher tem que se valorizar .
Seu casamento e sua família priorizar
Para não cair nas armadilhas de satanás,perder tudo e depois viver de chorar.

As lágrimas tocam o coração de Deus, mas a fé move a mão d’Ele.


A mulher do fluxo de sangue não precisou chorar diante de Jesus, ela precisou crer. E ao tocar na orla do manto, pela fé, ela recebeu cura (Mc 5:34).


Lázaro estava morto, Marta chorava, Maria chorava… mas foi a fé na palavra de Jesus que trouxe vida novamente (Jo 11:40-44).

Homem de verdade sabe que respeito à mulher não é opção, é obrigação.

⁠Mulher; "Deus tem um Boaz, um resgatador para sua vida, não aceite menos do que isso", e receba o cuidado de Deus para seu coração.

⁠A força da mulher não está em seus atributos, mas nós atributos que só podem vir de Deus.

⁠Mulher; não seja joia de ouro no focinho de uma porca.

⁠Mulher; não adianta ser linda por fora, se você é indiscreta, vive a espalhar boatos dissensão.

⁠Mulher; seja o bom perfume de Cristo, uma preciosidade, que Deus colocou em sua essência, como Mulher cristã.

⁠Mulher; há um amor que não exige sacrifício do seu coração, que respeita a sua fé, valoriza quem você é, e acolhe seu passado sem julgamentos.

⁠Uma boa queda é quando o homem e a mulher caem diante de Deus.

⁠Por trás da mulher forte que hoje você vê,
Existe uma menina, que foi obrigada a engolir o choro, os traumas e abusos sofridos, e teve que curar suas feridas sozinha.

Alicerce dos pilares são marido e mulher, quando ambos constroem sua família nos fundamentos de Cristo.

Grandes tabus estão sendo quebrados entre marido e mulher quando ambos são tratados como noiva de Cristo.

No girar do tempo, o mundo floresce,
Pois hoje o dia é todo seu, e a vida agradece.
Mulher de força, de graça e de brilho sem fim,
Que cultiva sorrisos como quem cuida de um jardim.
Que seu novo ciclo seja um mar de conquistas,
Com horizontes abertos e as mais belas vistas.
Siga sendo essa luz que encanta e inspira,
A nota mais doce em qualquer melodia.
Parabéns por ser quem você é!

⁠A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”