Mulher Separação
Ah mulher...
Meus olhos bailam com o suave movimento de suas curvas.
Pecaveis desejos sinto ao ver o seu caminhar
Seu sorriso taz-me a doce inquietude nos pensamentos.
E a vontade de cair em seu abraço macio se torna ainda maior.
Quero me deitar em seu colo e acariciar as suas belas e suaves curvas até chegar à fonte dos meus desejos.
Provarei seus aromas e sabores,no deleite de nosso amor.
A febre ardente do nosso desejo irá nos aquecer
E seus gemidos e sussurros seriam uma canção para meus ouvidos enquanto me delicio com o seu prazer.
A mulher é metafísica
"A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza".
Somos criadas ouvindo histórias de princesas, contos de fadas com príncipes e frases como: “foram felizes para sempre”. Brincamos com nossas Barbies e seus corpos perfeitos, suas roupas sexys e seu marido sarado com carro conversível. Nossa infância é um laboratório funcionando para nos transformar em indivíduos com uma capacidade extrema de distorcer realidades, de mergulhar em conceitos ilusórios sobre nosso futuro, de sonhar com o impossível e de querermos ser perfeitas.
Não é a panelinha o brinquedo preferido da menina, nem a boneca que faz xixi na fraldinha, é a princesa com sua coroa, seu reinado e seu vestido rosa todo pomposo ou a Barbie com seu cabelão loiro, cintura desumana sem órgãos internos e seus saltos altos.
Crescemos e nos tornamos mulheres dos mais variados tipos e personalidades, todas produtos desse laboratório humano que é o mundo atual, mundo desleal onde disputamos tudo a todo momento. Somos o que buscamos e o que buscamos é o resultado dos nossos sonhos, enraizados em nossas almas pelas doutrinas infantis. Buscamos a perfeição para termos em troca tudo aquilo que nos foi prometido na infância, o nosso "reinado".
A realidade vem como tropeços na vida da jovem mulher, numa fase de transição é necessário transpormos aqueles sonhos infindáveis por objetivos reais e concretos, é uma guerra e essa luta contra o vazio justifica nossa missão de entrega, entrega à realidade. Dura é a vida adulta da jovem que insiste em não abrir mão desse mundo de fantasia e se entregar ao mundo real.
Porém nossa sucumbência à realidade é incompleta, não somos reais, somos sonhadoras, fomos concebidas por Deus para sermos seres com instinto de moldar a realidade, de cuidar, de apontar a esperança e de trazer o caminho, somos dóceis por natureza, afáveis e pacíficas, defendemos nossos filhos com toda nossa força, possuímos o dom de aconselhar, de apaziguar e um sentido extra-sensorial de captarmos as coisas Servimos nossos maridos e lutamos pela igualdade entre os homens, somos guerreiras cheias de coragem, coragem movida pelo amor. Somos soberanas para amar, dominamos nossos sentimentos e enlaçamos o medo, para que nada nos desvie do caminho em busca do nosso objetivo.
O mundo desleal insiste em nos pregar peças. As relações humanas modernas formaram uma sociedade falida. Os antigos sonhos de formarmos nossos tão desejados laços matrimoniais estão dando lugar ao sonho de sermos musas perfeitas, super-mulheres com formas sedutoras, cabelos esticados, diplomas estrangeiros, salários elevados e bebês de proveta (de preferência com traços físicos escolhido a dedo nos Bancos de esperma). Tentam nos convencer a trocar nossos sonhos legítimos por sonhos falsificados, sonhos fúteis embrulhados em capas sedutoras, sonhos que nunca fizeram parte da nossa natureza instrícita.
Carreiras promissoras resultantes de jornadas pesadas de trabalho, a liberdade sexual onde nós que escolhemos quem vamos seduzir, a busca sagaz por mutilar nossa natureza própria para atingir um corpo como o da mulher da vez da TV, nossa cultura carnal que faz de nós bundas ambulantes acopladas a um corpo pensante (que muitas vezes "fala demais"), a rivalidade esdrúxula estabelecida entre as mulheres como inimigas disputando o melhor "pedaço de carne", nossa cultura "sado-light" que nos educa a fugir de certos alimentos com se fossem um veneno letal capaz de matar ao criar uma gordurinha a mais! Somos como soldados treinados a abandonar certos prazeres e a lutar com armas poderosas contra as forças naturais do corpo feminino como a celulite ou o acumulo de gordura, elementos que fazem parte da nossa natureza biológica. Esses fenômenos modernos afrontam mulheres comuns, as velhas sonhadoras que se tornam cada vez mais minoria com o passar do tempo.
Essa corrupção dos valores femininos entra em choque com nossa natureza pacata e sonhadora, como resultado nos tornamos frustradas, deprimidas, vazias e o que é pior, carentes. A carência é a maior culpada pelos erros femininos nas mais diversas proporções, é pela carência que muitas mulheres adotam hábitos alimentares compulsivos, é pela carência que muitas acabam adulterando ou sucumbentes ao sexo libertino e promíscuo. É pela carência que muitas engravidam propositalmente para prender um homem, é pela carência que gastamos fortunas nas lojas, é pela carência que aceitamos comportamentos masculinos intoleráveis, é pela carência que adquirimos o medo da solidão, é pela carência que nos dispomos a abrir mão de nossos planos, e por ai vai. A lista nunca acaba, fazemos os mais variados e criativos erros por carência, sem contar os apelos por livros de auto-ajuda, gurus espirituais, remédios psiquiátricos e o "porte ilegal de armas letais" como decotes, mini-saias e roupas transparentes (qual é o problema? hoje em dia até noiva casa assim!). Mulher carente é igual cachorro macho quando gruda na nossa perna contorcendo esbaforidos: é inconveniente, constrangedor, incomoda e chega a dar pena, mas ninguém suporta!
Somos metafísica, não somos realidade nem estamos disputando uma maratona de beleza, sedução ou poder. Precisamos entender que não podemos abandonar nossa essência porque fomos perfeitamente feitas pelo criador de todas as coisas, foi Ele quem nos moldou dessa forma, para sonharmos, buscarmos e sermos: coração, não carne, compaixão, não poder, amor, não disputa, união, não sexo.
Posso garantir que é bem melhor se abastecer dos sonhos que estão enraizados na nossa alma, mesmo que passemos pela mais diversas frustrações, do que trocá-los por uma realidade efêmera, crua e vazia. Sonhar é buscar atingir aquilo que move o seu coração, é o que mantém nossa alma viva, se ele acabar ela morre e o que sobra é perecível e se estragar apodrece e fede.
Meus sonhos não estão em homens, em salários, em palácios, ou em aparências, estão naquilo que faz parte da minha natureza, estão nos meus chamados, nas minhas buscas e convicções, a espera pela realização dos meus sonhos está nos meus sorrisos e minhas frustrações estão nas minhas lágrimas (por isso choro tão pouco).
O amor exige muita coragem e persistência, por isso não é para os covardes e fracos é para os fortes e valentes, características próprias de nós mulheres, guerreiras que seguem contrárias a direção que o mundo vem tomando, trazendo no colo nosso maior tesouro, o amor.
Na minha opinião, mulher bem feita de corpo é aquela que sabe se vestir. A beleza do corpo desnudo, só é interessante quando a roupa que valoriza as formas, faz explodir o desejo instintivo de todo homem que sabe o prazer de "devorar" uma mulher. Gorda, magra, alta ou baixa, de cores múltiplas e cabelos diversos, não há coisa mais bonita do que uma mulher bem posta e exuberante!
Dia da Mulher:
Para mim o dia em si é apenas um lembrete para que possamos honrar nossa ancestralidade feminina sempre no intuito de resgatar o Sagrado Feminino que há em todas nós.
Saúdo a energia da Mãe Terra nossa fonte Criadora Feminina Maior e a mais importante de todas.
Honro as que vieram antes e que tiverem a coragem de sacrificarem-se no intuito de conquistarem mais direitos e dignidade.
Honro cada avó, cada mãe, cada irmã, cada filha, cada Ser lindo chamada Mulher que contribui para que possamos ser uma linda e grandiosa Roda de Mulheres nutridas de amor.
Amo cada mulher em meu caminho, sei que juntas possuímos a energia e a força necessária para honrar nossa Ancestralidade Feminina e receber este dia com o significado que ele merece.
Ahooooow
Enquanto podia e estava ali, a um esticar de braços de distância, vestia a capa da frieza e fazia questão de colocar uma pitada de desprezo em cada minuto do dia, em cada tentativa diálogo e em cada sorriso dado sem retorno. Fazia questão de transparecer sua opinião de que tudo estava ruim e expunha claramente o seu desconforto ao caminhar publicamente ao lado do outro. Enquanto podia não usufruía desse ‘poder’ e enquanto estava ali fazia questão de projetar-se a milhas dali. Mas eis que a ponte se quebra, a porta se fecha, o anel do dedo anelar se perde e o coração endurece...e aí...Ah...aí nada, nenhuma insistência ou tentativa é capaz de juntar os tijolos, os pregos, as maçanetas, as janelas, as telhas, as portas e as dobradiças espalhadas e reerguer um prédio demolido... Quem dá valor apenas quando perde jamais será merecedor de um dia ter possuído!!!
Nostalgia
Como quisesse amado ser, deixando
O coração sonhador, espaço em fora
A paixão, sem olhares e sem demora
Vestir tua quimera e partir em bando
Excêntrico senso, tonto, malversando
O tempo e a hora, sem valia: e, agora
Que passou, sente a solidão, e chora
E implora, a aura antiga recordando...
E, o agrado rebelando compungido
Atrás, volta carente de convivência
Do abraço com calor e de amante
E assim, nos versos andei perdido
- Já! pranteio a dor em reverência
Murmurando o amor daqui distante
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Novembro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Uma espécie de perda
Usamos a dois: estações do ano, livros e uma música.
As chaves, as taças de chá, o cesto do pão, lençóis de linho e uma
cama.
Um enxoval de palavras, de gestos, trazidos, utilizados,
gastos.
Cumprimos o regulamento de um prédio. Dissemos. Fizemos.
E estendemos sempre a mão.
Apaixonei-me por Invernos, por um septeto vienense e por
Verões.
Por mapas, por um ninho de montanha, uma praia e uma
cama.
Ritualizei datas, declarei promessas irrevogáveis,
idolatrei o indefinido e senti devoção perante um nada,
(– o jornal dobrado, a cinza fria, o papel com um aponta-
mento)
sem temores religiosos, pois a igreja era esta cama.
De olhar o mar nasceu a minha pintura inesgotável.
Da varanda podia saudar os povos, meus vizinhos.
Ao fogo da lareira, em segurança, o meu cabelo tinha a sua cor
mais intensa.
A campainha da porta era o alarme da minha alegria.
Não te perdi a ti,
perdi o mundo.
Traição é uma coisa dolorosa. Traição é a ferida mais profunda. Traição é o que resta do amor depois que o amor acaba.
Ela
Ela era jovem e bela
seu sorriso encantador
era toda sonhadora ela
e acreditava no amor
Ela acreditou ter encontrado
o amigo namorado
que envelheceria com ela
que seriam pra sempre casados
Mas o tempo passou
e Ela envelheceu
e entristeceu
e o eu sorriso desapareceu
Ele não percebeu
o mal que lhe fizera
nem se quer reconheceu
que havia destruído ela
Pensou, mereço coisa melhor
não se olhou no espelho
partiu, sem dó sem dor
virou as costas, não aceitou conselho
Ela ficou amarga
e entristeceu
e quase morreu
Como uma flor
maltratada murchou
e mesmo com muita dor
ela ainda se levantou
Precisei de mil frases certas pra te conquistar
E de uma só errada, pra te perder
Eu levei tanto tempo pra te apaixonar
Em um minuto só, perdi você
Coração, me fala
Como é que você faz um negócio desses?
Trocar um pra sempre por às vezes
Uma aventura por uma paixão
Péssimo negócio, coração
Dos seus erros, eu garanto que o pior
É achar que eu vou sempre estar aqui
Sábado à noite, você pode achar
Mil bocas pra te consolar
Mas quando chegar o domingo à tarde
De mim vai lembrar e vai sentir saudade
Aí cê vai me procurar
De novo, vai querer voltar
E eu não vou mais
Não vou mais voltar
"Tu não fizeste isso. Não tu. Eu sei. Não ousarias. Declaraste eterno amor!
Repentinamente levar o chão sob os pés de quem é um só contigo?
Não poderias destruir a ti mesma causando o partir da alma que te levaria junto.
Tu ganhaste a chave dos céus e do inferno.
Podias ter escolhido o paraíso, mas optaste pela escuridão.
Te tornas, presentemente, juíza não apenas de teus anseios,
Mas destróis o ser de quem é e lutaria eternamente por vós?
Assim, não anulas apenas a ti que agora já é dois em um.
Destróis a felicidade. Assassinas também a chance daqueles inocentes que viriam pela fusão etérea de vossas almas.
Não. Não ousarias. Não terias tanto desamor.
De tal modo, beberás agora por juramento infinito o fel da somba que se circundará.
O limiar rompido entre a sobriedade e a insanidade de quem já não mais tem um coração para ponderar.
Que pela permantente justiça aguarde todo aquele que atrever-se a interferir neste elo infinito.
Não terá paz, não descansará. E por fim sua alma, dormirá no abismo."
Sol e sal, carnaval
Queria tanto te encontrar
Mas que pena que você fugiu de mim
Sem querer, eu fui perceber
Que não sou nada sem você
Mas você nem me ligou
Partiu
De que é feito o amor?
Dizem que o amor é paz
O que o amor me deu
Ninguém vai me tirar
O meu amor só crê
Nas visões que o amor me dá
Se uniu dois corações
Não vai mais separar
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