Mulher para Casar

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“A mãe atípica não é uma personagem heroica; é uma mulher real, cansada, amorosa, ferida e profundamente necessária.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher antes da maternidade não morreu; ela apenas ficou soterrada sob laudos, terapias, medos e responsabilidades.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Cuidar de um filho atípico não deveria significar abandonar completamente a mulher que também precisa viver.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

Mulher de março ou de Marte
Janeiro, é fila na creche
Anotação no diário
Vem fevereiro,
as contas não fecham
Culpa é o salário
No dia 8 de março
temfesta da Mulher!!
Só alegria!
Depois, vai levar
Filho à escola
Corre para o trabalho
Chega pouco atrasada
E a desculpa não cola
Tem a reunião agora!
Termina arrasada,
Corre ao banheiro
e chora .
E os meses acontecem....
Julho,vem notas de boletim
Agosto vai ter plantão sem fim
Ser Mulher é ser rio perene
Tem ação na correnteza
E na sua nascente a delicadeza
Mas o corpo que sofre
Como um segredo no cofre
Reclama baixinho
Dê-me pausa!
Um pouquinho.
Mulher energia marciana
Faz arte a vida inteira
Você não veio de cratera
Mas sim de trincheira
Seu olhar até declina
Mas sua fala nos ensina
Você tem marca acreditada
É símbolo da Cocriaçao
Fórmula de vida assinalada
Pelo registro da Criação

M de Mulher

O mundo muda de timbre,
com a voz e a vez da Mulher!

Mulher não transforma o mundo.
Ele é transformado por ela.
Ela é o sujeito que molda
a realidade ao seu entorno.

Mulher
Cobram dela realeza;
ela responde no trabalho diário
com nobreza.

Mulher,
Indivíduo
que nasce e
cresce para vida!⁠

A mulher grita,
E...
...chora...pois amou,
A ignorância e violência foram a resposta...
A mulher pede desculpas...
por pedir justiça... um grito abafado
A mulher grita,
pelo direito de viver.
A mulher pede desculpas,
por viver para amar.
A mulher grita,
pois o amor terminou.
A mulher morreu.
Pois os vizinhos so ouvem
E chamam atenção
pela rejeição e intolerância.
A mulher morre
no instante em que imaginou ser livre.
A morte busca desculpas.
Na desordem da dor apenas um grito o silêncio no termino da vida.⁰

Tempestade.
Clara alma rebelde floresce.
Sendo horizonte resplandece
A mulher grita te ama .
Apenas olhares sobre olhares
O beijo evidente...
Chamas dentro de turbilhão de emoções.
Fogo ganha sombras dos deuses.

“A mulher não entrou tardiamente na história; ela sempre esteve lá, ainda que muitos tenham tentado escrever seu nome com letras menores.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A história tentou calar a mulher, mas esqueceu que muitas vezes foi ela quem ensinou a primeira palavra.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher foi venerada como símbolo da vida e, ao mesmo tempo, vigiada como se sua força fosse ameaça.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de perguntar por que a mulher foi submetida, é preciso lembrar por que ela foi temida.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Por séculos, a mulher foi chamada de filha, esposa ou propriedade, antes de ser reconhecida como pessoa.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O nome que tiraram da mulher era mais do que sobrenome; era tentativa de apagar sua autoria sobre si mesma.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Muitas correntes foram chamadas de tradição apenas para que a mulher demorasse mais a reconhecê-las.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher foi ensinada a obedecer antes de ser autorizada a perguntar quem realmente era.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando uma mulher escreve, pinta, ensina, cuida ou resiste, ela disputa o direito de existir com autoria.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.