Muda que quando a Gente Muda
Quando aceitamos a disciplina de Deus com humildade e gratidão, ela nos traz sabedoria e nos conduz a uma vida mais plena e abençoada.
Cheio de misericórdia e amor, nosso Deus e Pai Celestial nos trouxe à vida em Cristo, mesmo quando estávamos longe d'Ele e errávamos. Não por merecimento, mas por graça, um presente imerecido que Deus nos oferece generosamente. Ele nos salva e nos dá uma nova oportunidade por meio do grandioso amor de Cristo.
Cristo morreu para nos salvar mesmo quando ainda estávamos afastados de Deus por causa do pecado. Essa é uma das maiores demonstrações do Seu amor — um amor profundo, pessoal e incomparável por cada um de nós.
Nosso Deus é poderoso para realizar coisas extraordinárias e surpreendentes em nossas vidas quando confiamos plenamente n'Ele.
Mesmo quando pecamos contra Deus, se nos arrependermos de coração, podemos clamar por Seu perdão e livramento, pois Ele está sempre pronto a nos ouvir, perdoar e responder às nossas orações.
Quando a prioridade de nossa vida é Deus, somos totalmente governados por Ele. Quando a prioridade de nossa vida é o dinheiro, somos governados pelas trevas.
Alcançamos a maturidade espiritual quando aprendemos a depender totalmente de Deus para suportar todas as dificuldades da vida, buscando em Deus através da nossa união com Cristo, fortalecimento interior para vencermos um dia de cada vez.
Jesus nos assegura que a fé genuína, quando alinhada à vontade de Deus e motivada pela pureza do coração, torna todas as coisas possíveis.
Quando uma pessoa tem fome espiritual, toda a Palavra de Deus é agradável de se ouvir, até mesmo as repreensões. Embora possam causar dor no momento, aqueles que as praticam serão grandemente abençoados por Deus.
Quando perdoamos aqueles que nos ofendem, também somos perdoados por Deus. O perdão é uma questão de obediência à Sua Palavra. No mundo espiritual, cadeias são quebradas por essa atitude. Devemos deixar a correção nas mãos d'Aquele que julga com retidão.
Quando proferimos palavras de maldição contra nossos semelhantes, semeamos nossa própria ruína, pois desobedecemos ao mandamento de Deus: amar o próximo como a nós mesmos.
Quando a ira surgir, devemos controlá-la e não deixá-la habitar em nosso coração, para que não sejamos guiados por ela, ferindo os outros e causando divisões no corpo de Cristo. A língua deve ser dominada e o perdão praticado, evitando amargura e a exclusão da graça de Deus.
Deus desaprova quando nos comparamos aos outros, julgando-nos superiores, pois um verdadeiro relacionamento com Ele nos conduz à humildade, como Paulo declarou após sua jornada com o Senhor.
Quando sabemos que nosso irmão tem algo contra nós, devemos deixar a oferta diante do altar e buscar a reconciliação. Não podemos permitir que alguém fique ofendido conosco; no entanto, se a reconciliação não for aceita, devemos seguir em paz com nosso relacionamento com Deus.
Quando Deus não ocupa o trono do nosso coração, perdemos o sentido eterno da vida. Sem Ele, tudo se torna vazio, desorientado e estéril. Somente ao colocá-Lo como nossa prioridade suprema encontramos verdadeiro propósito, plenitude e direção para cada dia.
Quando líderes espirituais cedem à incredulidade, seu pecado não se limita a si mesmos, mas transborda para aqueles que influenciam, contaminando destinos e retardando o cumprimento das promessas coletivas de Deus.
As promessas de Deus se cumprem em nossas vidas quando andamos em fé obediente e coração grato, confiando plenamente na fidelidade d’Aquele que não falha em cumprir o que prometeu.
Quando nos deixamos intimidar pelos obstáculos, desviamos o olhar d’Aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, segundo o Seu poder que atua em nós.
O tempo de espera nunca é desperdiçado quando é Deus quem escreve a nossa história, pois cada capítulo revela o Seu cuidado e propósito eterno.
O que parece abandono, quando confiamos em Deus, torna-se
o ponto de partida para um crescimento espiritual profundo e para uma experiência mais íntima com o Senhor.
