Muda que quando a Gente Muda

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⁠"Quando a lebre começa a trabalhar com a tartaruga, a lebre aprende a trabalhar com mais paciência e a tartaruga com mais agilidade ou entram em depressão."

⁠A borboleta só sai do casulo quando aprende a voar.

⁠"Homem e mulher são como flores, muito fácil de cuidar, mas quando alguém deixa de regar, o relacionamento morre."

⁠“Os leões só ficam em silêncio quando descobrem que, quem manda na selva não é a força e nem a sabedoria, mas o dinheiro.”

⁠"Quando a mosca quer mudar de vida, ela vende esterco para as abelhas."

"Quando nasci, meus pais não me avisaram que eu enfrentaria um mundo onde as pessoas já estavam anos-luz à minha frente, mas aceitei o desafio porque o objetivo não é alcançá-las, mas sim criar outros caminhos."

"A tartaruga é lenta quando o observador é rápido, mas quando o observador é lento, a tartaruga é rápida."
Do ponto de vista da lesma, da tartaruga e do coelho.

"Os hipócritas que defendem bandidos, chamam a polícia quando são roubados."

"Não despreze a agulha e a linha quando a roupa nova chegar; nunca se sabe quando a vida vai lhe rasgar novamente."

"Não esqueça de quem foi seu guarda-chuva quando a tempestade passar."

"De que adianta ter ao lado um guarda-chuva que é o primeiro a correr quando chega uma tempestade?"

"Quando percebi que por trás do show de comédia havia drama, deixei de fazer parte da plateia."

"O passarinho só dirá que seu palácio era uma gaiola quando estiver do lado de fora."

"Quando o Pitbull chega, o Pinscher late de longe."

"Quando estiver dirigindo, não atenda o celular: a morte adora passar trotes."

"Parece fácil conduzir uma carruagem (riquixá) quando não é você quem está puxando-a."

“É muito fácil perder o sabor da vida quando se come muita informação estragada.”

"Quando você voltar a ser um empregado, lembre-se daqueles que você demitiu quando era o chefe."

Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.

Percebia pelos movimentos dos seus lábios que falava para si, sempre o fizera quando o pensamento se impunha na demanda de um enredo, de uma estrutura, de uma personagem ainda imperfeita.


In "Nuvens Em Acordes de Vida"