Muda que quando a Gente Muda
Meu coração,
Aceleração
Quando te vejo.
Aumenta o desejo,
Sinto o amor,
Me entrego ao teu inteiro dispor.
Abraço o sentimento,
Dançamos com o vento,
De mãos dadas,
Almas enamoradas.
Quando o desejo de não existir bater no seu coração, não abra, diga não. Ore, pedindo a ajuda do Deus da sua salvação.
A maturidade ensina quando, quanto, onde, porque, o que, como e quem? Acertou as respostas? Passou na prova da vida!
Mamãe, quando eu crescer (...) quero ser um grande milionário socialista. De carrão chego mais rápido à revolução
Sobre ficar, quando é hora de ir…
Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?
Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?
E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?
Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.
É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.
E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.
Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.
Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.
Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.
E vai ficando.
Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.
O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.
Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.
Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.
E quem espera demais começa a viver menos.
Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.
O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.
Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.
Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.
E agir dói.
Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.
Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.
Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.
Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.
E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.
Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.
O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.
Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.
É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.
Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:
Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.
1) Quando tudo diz que não, Ele nos encorajará a prosseguir;
2) Quando parece que o mar não vai se abrir, Adonai Tzevaot simplesmente o abre;
3) Quando parece que as muralhas não vão ruir, o Eterno as aniquila;
4) Quando parece que o gigante é invencível, Ele o vença; para que a promessa (Isaías 49:15) se cumpra.
Momento sublime é quando a mãe abraça seu filho pela primeira vez...momento esse que lagrimas de amor são derramadas,então daí começa uma linda historia de amor entre mãe e filho.
Desiludir-se é o luto de uma mentira, é quando o espelho da expectativa quebra para que possamos, enfim, enxergar o rosto nu da realidade. Dói porque a verdade é fria, mas liberta porque o engano cansa.
Há um silêncio sagrado no ato de repartir o pão, um mistério que só se completa quando duas mãos se tocam sem o ruído do mundo, no entanto quando a lente se atravessa entre o doador e o faminto, a caridade corre o risco de virar teatro.
