Muda que quando a Gente Muda

Cerca de 200219 frases e pensamentos: Muda que quando a Gente Muda

Às vezes, a maior aventura é simplesmente ter a coragem de ser quem a gente é, sem filtros e sem pressa. A vida é feita de capítulos; se este está difícil, lembre-se que a caneta ainda está na sua mão.


SerLucia Reflexoes

A gente tem o péssimo hábito de usar uma nuvem passageira para esquecer de todos os dias de sol que já vivermos.


SerLucia Reflexoes

Tem gente que sabe quem você é...


e mesmo assim escolhe te difamar.Você estende a mão, ajuda, acolhe, e ainda assim é ferido.


Porque, quando alguém não quer olhar pra si, precisa distorcer o outro para sustentar a própria MENTIRA.


E é assim que...


quem oferece apoio vira “INSUPORTÁVEL”.


No fim, você descobre que nunca foi sobre você.
Foi sobre o que o outro não consegue admitir.

A galera fala de amor como se fosse comercial de margarina, tudo limpinho, tudo certo. Mas a gente sabe que o amor real é o que acontece no meio do caos, naquela correria entre Marechal e a paz de Itaipuaçu. É o amor que sobrevive à distância, ao cansaço e a essa mania que a vida tem de tentar passar a perna na gente.

O que é sagrado a gente não conta, guarda como o mais profundo segredo.


DeBrunoParaCarla

Te vejo nos detalhes

Tem gente que passa e fica.
Fica no café que você aprende a tomar sem açúcar.
Fica na música que você jurou que não gostava.
Fica no silêncio que virou paz, e não ausência.
Eu só queria te dizer obrigado.
Por cada vez que você me fez ser mais inteiro sem pedir nada em troca.
Por me ensinar que amor não é posse, é expansão.
Que a gente cresce quando deixa o outro livre pra ser.
Sigo daqui pra frente com um pedaço teu que nem sabia que me faltava.
E deixo contigo um pedaço meu pra te lembrar que você pode mais.
A gente se esbarra por aí, na vida, nos sonhos, no que vier.
Porque o que é real não tem ponto final.
Só tem "até já" disfarçado de agora.

Se algum dia a gente não se cruzar mais por aí,
lembra disso:
Algumas pessoas não vão embora.
Elas viram parte do que você é quando ninguém vê.
Viram o jeito novo que você tem de olhar o mundo.
Viram coragem emprestada nos dias difíceis.
Eu vou levar teu riso como quem guarda sol no bolso
pra acender quando o dia escurecer.
E se a vida ocupar a gente de caminhos diferentes,
que a gente se encontre naquilo que ficou.
Não é fim. É só o ponto onde a história
decide continuar dentro de cada um.
Vai. Vive bonito.
E se bater saudade, fecha os olhos:
ainda tô aqui, no que te fez melhor.

Tem caminho de terra batida e tem caminho de mar aberto.
Tem gente que é céu, e tem gente que é tempestade.
Tem amor que planta e tem medo que arranca.
Vi quem estende a mão na dor do outro.
Vi quem desvia o olhar pra não carregar peso que não é seu.
Vi boca que abençoa o dia alheio logo cedo.
Vi boca que tranca bom dia como se custasse ouro.
Vi bondade sem plateia. Vi maldade de terno e gravata.
A vida é isso: gente se cruzando na pressa, escolhendo o que deixa.
Eu escolhi te olhar nos olhos enquanto deu.
Escolhi te desejar estrada leve, mesmo que a minha dobre pra outro lado.
Não vou acenar. Não vou explicar.
Tem despedida que não pede licença, só acontece.
É quando o passo muda de rumo e ninguém nota,
porque o coração já avisou antes da boca.
Se um dia você sentir um vento diferente,
um silêncio bom no meio do barulho,
sabe que sou eu, seguindo.
E te querendo bem, mesmo de longe.
O mundo gira. A gente vai junto, cada um no seu giro.

“Algumas verdades libertam.
Outras exigem que a gente reaprenda a respirar.”

Livro aberto é janela a brilhar,
leva a gente pra longe, sem precisar viajar.
Tem aventura, sonho e emoção,
cada página é um mundo na palma da mão.
Quem lê descobre, imagina e cria,
faz do saber uma doce magia.
No livro mora um amigo fiel,
que ensina a voar sem sair do papel.

Não se vingue, pois
gente ruim se apaga sozinha.

Tem uma armadilha silenciosa na ideia de “facilitar tudo”.
A gente passa a vida tentando tirar as pedras do caminho — evitar dor, erro, demora, desconforto. Mas, sem perceber, ao fazer isso, também apagamos aquilo que dava forma à nossa própria jornada.
As pedras não são desvios. São parte do percurso. São elas que exigem pausa, decisão, coragem. São elas que transformam quem caminha.
Quando tudo é liso, rápido e sem atrito… você até chega. Mas chega sem história, sem aprendizado, sem profundidade.
Porque o caminho nunca foi só sobre chegar. É sobre quem você se torna enquanto atravessa.

A gente costuma esperar grandes acontecimentos para marcar mudanças.
Uma virada, uma crise, um momento decisivo que explique tudo. Mas, na maior parte do tempo, a transformação acontece longe dos holofotes.
Ela está nas pequenas escolhas.
Nos silêncios que você sustenta.
Nos hábitos que você repete todos os dias.
É no quase imperceptível que a alma se move.
O que você faz quando ninguém está olhando, o que você pensa no automático, o que você mantém sem questionar… tudo isso vai moldando, aos poucos, quem você se torna.
Não é só o extraordinário que transforma. O cotidiano também constrói destino.
E, muitas vezes, é nele que as mudanças mais profundas começam.

Carregamos uma dor insuportável, mas a gente tenta camuflar, sabe! .... Essa dor é o custo de amar o que é eterno enquanto se vive no que é passageiro.

"O silêncio tem uma voz própria, não é? Às vezes, ele grita verdades que a gente passa o dia inteiro tentando abafar com ruído, conversas vazias ou notificações de celular."

"Rir é o melhor remédio, até porque se a gente não rir da tecnologia 'trollando' a gente, a gente chora! No fim, o que importa é a gente não se deixar para trás no meio da correria."

"A gente gasta muita energia tentando ser impecável e mais energia ainda esperando que os outros sejam. Mas a conta não fecha.
No fim, a gente só descansa quando entende que: quem não espera o perfeito, não se assusta com o homem."

"Às vezes, a gente só precisa de um lembrete gentil de que o caos de hoje raramente é o destino final."

Às vezes, a gente aprende no silêncio do que não aconteceu.
No intervalo entre o querer e o desistir, mora um tipo de verdade que ninguém ensina,
só se sente.


Tem coisas que não florescem, não por falta de cuidado,
mas porque não eram raízes para o nosso chão.


E tudo bem.


Nem tudo que chega é para ficar,
e nem tudo que vai leva embora o que fomos.
Há partidas que devolvem a gente para si.


No fim, a vida não é sobre segurar tudo,
mas sobre reconhecer o que merece ser permanência dentro da gente.

O luto me deixou marcas muito profundas…

Depois que a gente perde a primeira pessoa que ama de verdade, algo muda para sempre.
É como se a vida passasse a ser vivida com um alerta constante:
“e se hoje for o último dia?”

E, junto com isso, vem o medo.

Se você tem filhos, a mente vai longe…
Você começa a imaginar o impensável.
E se eu perder um deles?
Eu suportaria?
E os outros… como ficariam sem mim, se eu não aguentasse a dor?

Hoje faltam poucos dias para completar 4 anos que minha irmã partiu…
E, ainda assim, eu sinto ela perto.
Às vezes, parece que está a uma risada de distância.

O tempo não apaga.
O tempo não cura da forma que dizem.
Ele mascara.
Ele confunde.
Mas ele não apaga o amor, nem a saudade, nem o desejo de ter aquela pessoa por perto.

Pouco se fala sobre o momento de fechar um caixão…
Sobre entender, de forma definitiva, que você nunca mais vai ver aquela pessoa.

Nunca mais.

Todos os planos… ficam só na memória.

E o que mais dói…
É perceber o que não foi dito.

Eu nunca disse à minha irmã o quanto ela era importante pra mim.
E isso me atravessa até hoje.

Fugi de abraços que hoje dariam tudo para sentir de novo.
Abraços quentes, sinceros… cheios de um amor que eu nunca mais encontrei.

Quatro anos se passaram.
E não existe um dia em que eu não pense nela.

Se ela sentiu dor…
Se ela sabia que estava partindo…

E então vêm as perguntas que não têm resposta:
E se…

E se eu tivesse amado mais?
E se eu tivesse ouvido mais?
E se eu tivesse feito diferente?

“E se…”

Duas palavras simples.
Mas juntas, elas têm o poder de assombrar uma vida inteira.

Eu enterrei minha irmã, meu irmão e meu pai em 8 meses.
E isso não tem explicação.
Não cabe em palavras.
Não cabe em texto.
É um vazio que permanece.

Porque agora?
Porque tão de repente?
Porque comigo?

O luto dói.

E o tempo… não muda isso.
O que muda é a força.
É a graça que Deus vai dando pra gente continuar.

A gente aprende a dizer que está bem…
Vai ao banheiro, chora em silêncio…
E volta pra mesa com um sorriso no rosto,
carregando uma dor que ninguém vê.

E talvez seja por isso que hoje eu só consiga te dizer uma coisa:

Viva o hoje.
Ame hoje.
Fale hoje.

Porque o amanhã…
não é uma promessa.


Bruna Wotkosky - O luto é pessimo…