Muda que quando a Gente Muda

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O tempo passa, e quando nos damos conta, tudo ao nosso redor mudou, as pessoas, os lugares, até mesmo os nossos gostos e preferências, mas a essência continua a mesma, porque por mais que as mudanças sejam evidentes, no fundo, ainda há um pouco do nosso antigo-eu, da nosa essência que sempre permanecerá a mesma.

Tenha sempre em mente a ingratidão dos homens quando fizer algo para alguém,assim,nunca se decepcionará e o que lhe vier será jubilo.

Saudade é quando o coração quer correr de volta a um lugar
que não existe mais, embora à alma pareça que tudo ainda esteja lá.

E tu diz que vai fumar um cigarro para espantar a nostalgia e quando vê já se foi um maço inteiro.

Foi quando parti meu coração, sim, e ainda assim, rasguei a minha alma que mais tarde se transformou em água nos meus olhos (livro A Catarse)

Quando bem dado,
o Adeus não é o laço que se corta,
mas o nó que se dá.

Mesmo quando tudo parece perdido, o que devemos lembrar é que todas as coisas ruins contribuem para que as coisas boas aconteçam. Mesmo as flores precisam ver as lagartas para então admirar as borboletas! ;*

Quando tudo der errado, é porque o certo está próximo

Quando você busca algo com tanta ansiedade e para isso tem que anular o que já havia construído com tanto amor, cuidado, pare e pense antes de prosseguir...

É todo dia tentar ser 1% melhor da pessoa que você foi ontem, e quando vc viu você é uma pessoa 365% daquilo que você foi um dia.

Quando alguém bonito elogia a si mesmo é autoestima. Quando um feio faz isso é autoajuda.

Quando se trata de você, eu posso ser a pessoa mais egoista do mundo.

QUANDO ESTAS PERTO DE MIM,OS TEUS OLHOS BRILHAM
ILUMINANDO A MINHA MENTE, LIBERTANDO FôLEGO
PARA LHE PODER DIZER "TE AMO MUITO"

Seja humide com os colegas quando crescer profissionalmente, porque se cair encontrará os subindo.

Falar...(falar...)
Que bom quando é pra ti
Sonhar...(sonhar...)
Faz a vida mais feliz

E as estrelas que não posso tocar
Estão tão perto
Estão no teu olhar

Cantar...(cantar...)
Que bom quando é pra ti
Ver teu sorriso
Também me faz sorrir

Oh estrela não deixe de brilhar
Mesmo que tão longe
Sei que ela está lá

Mesmo que eu não te veja
Posso sentir quando pensa em mim
É como não ver o sol
Mas ter certeza que está la

Transformando a noite em dia
Tristezas em alegrias
E aquilo que era vazio
Foi embora pra não voltar mais

Queria saber voar
Pra lá do alto poder ver você
Te ver sorrir te ver sonhar
Coisas lindas quero te dizer

Se um anjo encontrar
Eu vou pedir pra ele te proteger
Oh estrela que me faz enxergar
Que a vida é linda de viver

Aisha

Aisha,nome diferente,uma beleza tão rara
quando encontro contigo,meu coração acelera e não para
mesmo sem te ver,você esta no meu pensamento
vou mandar pra você,um beijo leve como o vento

Você,o mais lindo tesouro
vale mais que diamante,ou qualquer tipo de ouro
seu sorriso é a chave do meu sucesso
se é pra te fazer feliz em qualquer carreira eu ingresso

Você,o mais lindo dos sonhos que posso sonhar
a mais bela frase,que posso falar
palavras lindas te farei escutar
se todos os dias,eu puder te amar .

Só se chora quando se ganha, quando se perde tenta de novo.

Choramos amor quando não temos, vivemos de ódio quando somos feridos, pela flexa de um cupido falso

Quando começo a me sentir assim, eu bem sei. São os primeiros passos para a estrada que jamais voltarei.
Mas primeiro, o ápice. Depois, queda. Por fim chão, e depois o tempo.
Somente nele que tenho aprendido a confiar...

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.