Muda que quando a Gente Muda
Quando me fazem algo de mal, retribuo com meu silêncio, assim não sabem o que desejo verdadeiramente com o Coração
As ilusões da minha vida são frutos de uma procura infinita, que só se acabarão quando eu encontrar o que desejo.
Quando todas as portas se fecham, é porque Deus quer abrir uma porta maior. Quando todos viram as costas, é porque Deus quer mostrar que fiel é só Ele. Quando pensamos que estamos em um verdadeiro deserto, é porque Deus quer se revelar. Quando passamos por várias dificuldades, é porque Deus quer nos ensinar algo. Quando o impossível se apresenta, é porque é a hora do nosso Deus operar. Quando você pensa que está só e que Deus te esqueceu, você recebe uma mensagem como essa e Deus te diz: Não te esqueci, nem te abandonei, estou te moldando para minha obra. E farei em tua vida algo que deixará todos pasmos, glorificando o Meu nome e dizendo que só o teu Deus é o Senhor. Creia apenas nisso!
Uma pipa no céu...
A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.
Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.
Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.
Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só.
Há uma cena que me ensina sobre tudo isso. Vejo o menino e sua pipa que não sobe ao céu. Eu o observo de longe. Ele faz de tudo. Mexe na estrutura, diminui o tamanho da rabiola, e nada. O pequeno recorte de papel colorido, preso na estrutura de alguns feixes de bambú retorcidos se recusa a conhecer as alturas.
O menino se empenha. Sabe muito bem que uma pipa só tem sentido se for feita para voar. Ele acredita no que ouviu. Alguém o ensinou o que é uma pipa, e para que serve. Ele acredita no que viu. Alguém já empinou uma pipa ao seu lado. O que ele agora precisa é repetir o gesto. Ele tenta, mas a pipa está momentaneamente impossibilitada de cumprir a função que possui.
Sem desistir do projeto, o menino continua o seu empenho. Busca soluções. Olha para os amigos que estão ao lado e pede ajuda. Aos poucos eles se juntam e realizam gestos de intervenção...
Por fim, ele tenta mais uma vez. O milagre acontece. Obedecendo ao destino dos ventos, a pipa vai se desprendendo das mãos do menino. A linha que até então estava solta vai se esticando. O que antes estava preso ao chão, aos poucos, bem aos poucos, vai ganhando a imensidão do céu.
O rosto do menino se desprende no mesmo momento em que a pipa inicia a sua subida. O sorriso nasceu, floresceu leve, sem querer futuro, sem querer passado. Sorriso de querer só o presente. As linhas nas mãos. A pipa no céu...
Quando tomamos uma decisão e decidimos por mudanças significativas começamos a ver mudanças e as coisas começam a ficar diferentes.
Pode haver tempestade à tua volta, nada te detém quando a tua vontade é evoluir, seres melhor. Subirás degrau a degrau em paz.
Feliz Dia da Mulher! 👩👏👏👏
Eu acho que quando Deus criou você, mulher, com certeza se inspirou na mais bela das flores. 🌹💞
Então era tudo mentira, es histórias que me contavam quando eu era menina não passavam de histórias. Haviam bruxas, fadas e tudo mais o que eu queria que existisse, mas era tudo mentira. Queria eu poder voltar atrás, e dizer a mim mesma que nada era verdade, que eu estivesse preparada para o futuro, que as coisas não seriam assim, transformadas nnum passe de mágica. Que eu cresceria, outras e teria que abrir mão de coisas que amava. Não era verdade, eu tinha que enteder desde sempre que para se chegar onde quer que seja não é só fechar os olhos e fingir que aconteceu...
Eu estava parado no patamar da escada quando ele me disse: — Tenho sete formas. Navegue. Abraçou-me. Tinha cheiro de mar. Do mar que não há nesta cidade. Pedi que ficasse, como não ficou o outro. Mas não o suportaria, acrescentei a seguir. Sorriu, como se nada do que eu pudesse dizer fosse capaz de modificar sua partida. Ainda chove, tentei dizer. Não importa, será melhor assim, repetia sua mão estendida. Passou-a devagar na minha face. Eu era uma coisa pequena, rastejante e sem Deus, caminhando no escuro lamacento à procura apenas de qualquer gesto como o toque de uma mão humana, devagar na minha face. Ele tocou. Calçou os sapatos, apanhou o chapéu. Eu quis dizer que poderia ocupar o segundo quarto — a segunda cama, a segunda vida — talvez para sempre. Eu estava tão vivo que qualquer outra coisa também viva e próxima merecia minha mão estendida, oferecendo. Estendi a mão. Ele não podia aceitá-la. Eu não devia estendê-la.
O belo é óbvio, é previsível. O sublime é o contrário. Uma criança quando experimenta o medo do escuro, ela experimenta a própria dimensão do sublime.
Quando estancamos nossos pensamentos e sentimentos em um episódio ou determinadas circunstâncias passadas, aprisionamos nossa alma.
