Motivos de Amar uma Mulher
Boa noite!
O homem não deve passar pela vida só com sua casca, tem que deixar valores morais, mostrar aos que lhe sucedem o quanto vale ser honesto e verdadeiro, valores que valores financeiros nunca se deve comprar! Minha humilde boa noite...
(Zildo de Oliveira Barros)
Bom dia.
A dor e o destino!
Estranho e tão estranho são os nossos desenganos, as vezes perdemos a fé! Uma dor que vem selada com uma doença malvada, nos perguntando quem tu és? De mãos dadas e entrelaçadas vê ali o ente amado sofrendo quase calado, e tu perguntas porquê? Tantos mendigos sadios, vê ali nos seus caminhos, sem um lar e sem carinho, de fome a padecer, mas são fortes e sadios, e os teus que teve brio e brilhos ao se escrever, ali padecem doentes, são todos tão inocentes, nem um mal veio fazer! Então doença maldita, porque assim os castigas, não tiveram o merecer, mas Deus pai nos infinitos, num livro ali foi escrito, assim tinha que se ser. Cada qual com suas crenças, mas são ainda crianças, meus pensamentos vadiam e negam este saber, mas aqui me vem um amigo, de um plano desconhecido mostrando seu conhecer! Me disse já sem palavras nos pensamentos entrever, a vida e o destino já vêm tudo bem certinho, prescrito num pergaminho e tu precisas saber, se talvez um sofrimento hoje te traz maus momentos, veja além deste viver, aqui na terra tu apeias, mas já te segues a teia, a teia do teu viver, passarás sempre por tudo, o que te veio valer, segues sorrindo e amando, você assim veio o seu caminho escolher! As provações do caminho nunca vieram sozinhas, fizeste pôr as merecer, e deves sem murmurar, os seus percalços o passar e ainda agradecer, se a doença malvada hoje fere sua estrada, num tempo em outras moradas, alguém ficou a sofrer, assim segue teu destino, agradeças bom menino, por ter a quem te valer, Deus seja sempre contigo, mas não esqueças menino, escolheste o teu sofrer...
(... Zildo de Oliveira Barros) 06/11/15 manhã
Pensamentos...
A tecnologia (Internet) se for sabiamente usada, cura, salva, ajuda, eleva a auto estima, transforma seres dando conhecimentos. Mas se usada sem noção, pode ser considerada como uma arma violenta, aflora e alimenta vícios, distribui maldades e dores, a sabedoria está em saber a usar...
(Zildo de Oliveira Barros)
Bom dia!
Não somos unos! Somos pedaços fragmentados dentro de um mesmo ser, vivente e pensante, conforme as situações mostramos nossos pedaços...
(Zildo De Oliveira Barros) 28/03/17
Bom dia!
Sou como se dividido, habito o mesmo corpo, pedaços do meu eu, o meio, ali assim me distribuiu! As situações, em algum lugar atrás de meus olhos, os acomodou, quando o espelho se quebra, passo a conhecer mais alguns...
(Zildo De Oliveira Barros) 28/03/17
Bom dia meu MS amado...
Nossa cultura é feita de retalhos, de sonhos e emoções, de lutas e verdades! eterno, aquele que nesta cultura deixa um pedaço de sua alma...
(Zildo De Oliveira Barros)
Poeta!
Grande pescador de sentimentos, pesca o poeta os sentimentos que se escondem por traz das máscaras, que conseguimos esconder no dia a dia...
(Zildo De Oliveira Barros)
Boa noite.
Tem gente que é tão bela, que teríamos que ter outras vidas, para podermos as apreciar por inteira...
(Zildo De Oliveira Barros)
Boa noite!
Já convivi com pessoas, que para mim, eternas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas feridas...
(Zildo de O. Barros)
Meu boa noite com meus rabiscos.
Mulher! Um sonho...
Chorei hoje uma saudade de um passado distante, com as lágrimas de sangue meus olhos então molharam! No tempo que não é meu, são tempos de outros passados! Uma vida que se perdeu num olhar que desviado, um sonho que já não sonhas! No tempo ficou largado, perdidos por entre a lua e um sol descompassado! Seu choro ainda eu escuto! Nos sonhos tão bem sonhados...
(Zildo de Oliveira Barros) 30/05/13
O poeta e os sonhos!
Estranho é tão estranho, nunca sai do meu canto, mas viajei entre prantos, em sorrisos, em outros portos aportei, numa viagem tão bela, estive em outras épocas, de um escravo sofrido bom amigo me tornei, viajei por entre mares, fui a tão lindos lugares, em guerras também passei, amei tantos lindos corpos, sofri por vários amores, belezas tanto as guardei, vesti corpos tão estranhos, matei roubei e fiz danos, amores eu propaguei, fui beato e muito incrédulo, de Deus, tanto eu duvidei, estranho o poeta é estranho, quando traz a sua pena e a molha em tintas faceiras, viajas como ninguém, foge das realidades, muda! E cria tanta coragem, o mundo não fica além, se quero voltar no tempo, abaixo meus pensamentos, visto um corpo e volto a um passado, onde posso ter reinado, ou ser mesmo um João ninguém, assim me dita a caneta, a pena que triste pena, voou e se foi além, mares e tantos lugares, em segundos, o rabiscar marca fundo, sou outro corpo a passar. Queria eu descrever, que o poeta tem a liberdade, não depende de passagem, viaja a bel prazer, se futuro ou passado, apenas um papel molhado, molhado de tinta, a se escrever! Assim viajo em outros mundos, sou amigo de um tudo, da morte a um bom prazer, poeta estranho poeta, assim queria aqui eu me descrever...
(Zildo de Oliveira Barros) 20/05/15 manhã
Pedaços de um meu passado, aqui no MS...
O gado ali mugia, a noite estava fria, o pantanal a subir, reunimos toda a tropa, meu Ponteiro, peão experiente, na estrada a se perder, eram só quinhentos bois, chamavam feijão com arroz, quando com menos de mil, começávamos a subir! Ao longe escutava o berrante, do João bobo a estremecer, ponteiro quieto e amado, o João bobo afamado, ninguém sabia o porquê! Daquela triste alcunha a sina de bobo se ter, foi num amor de um passado, outro homem endinheirado, um patrão do bem viver, numa madrugada fria, chegou a ver sua guria, com o patrão se perder, voltara um pouco mais cedo, parecia que o enredo a trama ali se tecer, foi sangue para todo lado, nem mesmo o delegado quis ele ali o prender! Nunca mais tocou no assunto, o patrão virou defunto levou ela a morrer. No rebote ia o Chiquinho ao seu lado o Toninho, para o gado não se perder, meninos bons de parelha, nas mulas iam faceiros, cantando seus padecer, era moda de viola, aquelas tão bem chorosas, lágrimas a se descer! Nos desgarros o culatreiro, ao fundo muito ligeiro, manobrava o teu saber, dava gritos tão chorosos, se misturando aos mugidos, do gado que já nervoso, sentia a longa viajem que tinham a se fazer. Ao longe ainda se via os burros cargueiros e as bruacas, e o relampear das tralhas, nosso almoço a se perder! Adão era o cozinheiro, e preparava ligeiro, comidas, que só quem enfrentou a lida conhece o seu sabor, arroz de carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne feita no pilão e carne assada no folhão, Adão procurava um rio, montava o seu fogão, tudo era impecável, as panelas areadas, com areia e sabão! Passou se então vinte dias a boiada conduzindo, chegamos num espigão, parei ali meu cavalo, fiz um pequeno ressalvo, montando meus pensamentos, viajei noutros sertões, me veio ali na mente, aquela que não foi crente e magoou meu coração, Maria Rita malvada, me abandonou na estrada, seguiu só seu coração, não quis saber do boiadeiro, pois quem tem pouco dinheiro, não deve ter coração, assim seguiu seu destino, me deixou como um menino, chorando pelos tendões, um coração magoado, um poeta apaixonado, nas estradas das solidões, assim se segue o boiadeiro, quando a noite chega inteira, na junta dos companheiros, em volta de um bom fogão! As lágrimas correm faceiras, molhando a nossa bandeira, chegam pedindo perdão, cada qual tem sua história, não são somente de glórias, são grandes decepções...
(Zildo De Oliveira Barros) 22/03/16 manhã
Velho Carreiro...
A madrugada ia fria, deixava ali sua família, seus filhos a se sonhar, o carro de boi cantava, os cocões sua cantiga a entoar, a sua carga pesada forçando as rodas na estrada, caminhos a se marcar! Marcou fundo em minha alma, seus rastros pelas estradas, hoje não existem mais, mas minha alma é cortada, pelas marcas aqui deixadas pelo teu carro de boi, saía nas madrugadas, semanas eram passadas até o teu retorno ao nosso lar, felicidade ao extremo, pobres, desde bem pequenos, suas saudades a machucar. Hoje no meu carro de luxo, ao viajar, fico mudo, quando um resto morto de um carro de boi, chego a avistar, encostado em algum rancho, apodrecido pelo tempo, lembranças me fazem chorar. Te vejo por entre as lágrimas, sumindo naquela estrada, estrada do meu viver, assim se foi já faz tempo, mas as saudades ao relento, meu coração a doer...
(Zildo De Oliveira Barros) 20/05/15 Manhã
Estranho amor!
Desenhei um coração vermelho da cor do mar, nele escrevi alegrias em forma de um poema, que ao ler! Me fez chorar! Lembranças não esquecidas azuis da cor do luar, nas noites embranquecidas tua alma fui buscar, nos escuros das manhãs saudades me fez chorar! A cor negra de seus olhos! Meus caminhos a clarear! Olhei dentro dos teus olhos e vi o amor brotar Como espinhos de azaleias! Minha alma a machucar...
(Zildo de oliveira barros)16/05/13
A esposa e a amante do Zé bosta...
A esposa linda e bela quase sempre sem aquarelas vê o marido a passar! De chinelos e pés descalços vê ali o seu amado a barriguinha a mostrar, no dia a dia se enxergam sem a casca que tão bela, que a amante o vem avistar, sempre arrumado e cheiroso, parece delicioso a sua sorte a mostrar, mas nas madrugadas frias, quem cuida da tosse que chia, é a esposa a o amar, dos peidos e tantos enjoos, ela ali não sente nojo e já chegou a o limpar, mas a amante cheirosa, só o vê cheio de prosas, nos momentos a se amar! Queria que a noitinha no lar dos dois ela entrar, aí veria a verdade, o cara que é bondade, a realidade a mostrar, um grosso e sem dinheiro, para a família inteira é um zé bosta a passar, mas para a doce amante ele é tão elegante e sabe o bem amar, a esposa que se arranje que se vire com as crianças, não tem tempo para o lar, pois o tempo que lhe sobra sai com a amante gostosa, que já destruiu o seu lar, e o zé bosta contente achando que é ser gente, aos amigos se vangloriar. Mas se esquece que a amada, aquela da sua estrada, das alianças a se trocar, pode em qualquer momento achar um outro pão bento e nele se agarrar, aí o besta desilude e acha que o absurdo foi ela então um par de chifres na sua testa instalar, aí se sente apaixonado, não pode a mulher abandonar, enfim o zé abestado entendeu o seu recado e agora quer a esposa amar! Precisou vir outro corpo, outro cheiro outro rosto, para a esposa valorizar, assim é quase a metade dos que se acham em verdades a sua esposa chifrar! Mas que fique meu recado, ela conheceu outro caldo e pôde até comparar, deixe as orelhas de molho, de comedor e gostoso pode um chifrudo virar...
(Zildo De Oliveira Barros) 18/07/17
"Alguns se acham diamantes nos corações das pessoas, ás vezes se quebram a cara, quando as verdades os abordoam, são simples cacos de vidros, daqueles tão bem à toa"...
(Zildo De Oliveira Barros)
Moça!
Hoje a tristeza e dores lhe fazem tal companhia, à vida às vezes é estranha, e marcam os nossos dias, sonhos que sem validades, ficaram em outras vias, olhares que já sem brilho perderam suas valias. Alguns quilinhos a mais o corpo sentiu um dia, ai tudo desandou, a tristeza foi seu guia! Agora moça tão bela, venho fazer-te de companhia, sou eu homem tão simples, mas te dou as garantias, começou bem sua vida, lutou e não foi covardia, ao nascer venceste tu, em vitoria bem merecida, venceu ali outros mil querendo ter suas vidas, lutou tanto por amor e em buscas dos sustentos, no agora esta já triste pelas lágrimas perdidas, aqui te venho no hoje e te chamo de querida, não a quero por amante, apenas quero a amiga! Mas ouça um conselho meu e mudes bem tua vida, erga a cabeça mocinha, esqueças tuas feridas, segue sorrindo e amando o tempo é um bom guia, alguma coisa se cai, à lei assim determina, foi mãe, esposa e amiga, e aos filhos tu destes a vida! Novamente aqui te peço, erga a cabeça querida, te segue o teu caminho, não se compare as mocinhas, hoje tem o conteúdo e a experiência domina, um sorriso vale mais que um corpinho sem estrias, todo homem que se preza não buscas só por um dia, o conteúdo hoje vale, erga a cabeça mocinha...
(Zildo de Oliveira Barros) 07/05/14 11h11min
Podem discordar, dizer que sou repetitivo, mas sempre estarei a homenagear a aquelas que chamam de maduras.
Linda mulher madura...
O branco que se azula em seus cabelos escorridos
Mostra que o tempo lhe foi! Talvez bem mais que um amigo
Sua beleza se espelha no olhar que trás contigo
Mostra-me que tempo voa! Ao chão me deixa estendido...
Todos somos mesmo belos! Foi Deus que nos quis assim
A idade nos remete a um passado sem fim
Comparar-te a uma moça. Verdade não quis pra mim
Quis mostrar que a beleza! Existe sempre assim...
Para alguns que nada entendem! Confundem-se as belezas
Quer comparar em idades. Verdades em realezas
Uma moça de dezoito que trás ao rosto a certeza
Com uma de seus quarenta, das belezas verdadeiras...
Todos somos mesmos belos nas idades passageiras
No ontem eu tinha vinte! Hoje passei dos quarenta
Só mudou que envelheci, mas por dentro não anseia
Trago eu minha beleza, que minha idade falseia...
Uma mulher de quarenta! Verdades lhe trás na tez
Experiências e vivencia que vale por mais de três
De dezoito ou vinte anos experiência se fez
Conhece da vida a vida! No amor sofreu por seis...
Deixo a ti mulher madura uma homenagem sincera
Se te chamo de madura, é em sentido ainda mais belo
Da vida conheces tudo! Nem sempre foi só um martelo
Às vezes tu foste o prego, na mão de um besta singelo...
(ZILDO DE OLIVEIRA BARROS 08/02/13)
O vinho e a nossa idade...
A idade só tem grande importância se você é um vinho, ou um queijo, do contrário, seja você mesmo, aquele você, que ama, que chora e que sorri, que não vê a idade biológica, mas a idade de suas fantasias, de sua fé, de seu amor, considerando sempre a idade que te faça feliz e realizado...
(Zildo de Oliveira Barros)
Meu pensamento deste dia.
O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados...
(Zildo de Oliveira Barros)
Bom dia!
“Tu dizes que sou criança, criança bem eu sei que sou! Porém lembrarás com saudades da criança que tanto te amou”...
(Zildo de Oliveira Barros) 28/06/13 16h00min
Boa tarde!
Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação...
(Zildo de Oliveira Barros)
Boa noite!
A vida é maior mestre que se pode ter! pena que quando aprendemos as grandes lições e boa sabedoria, já estamos próximo ao fim...
(Zildo de Oliveira Barros)
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