Motivos de Amar uma Mulher
Um amor em nossas vidas é um complemento do que somos, é uma felicidade a mais, é um sentido a mais e não toda felicidade e o sentido de toda nossa vida.
Quando saímos, tornei a falar com os olhos fixados nos dele. E naquele momento, uma lágrima solitária escorreu naquele rosto macio. Deixou a mostra uma alma frágil e um corpo medroso.
É como se aquele último olhar, traduzisse semanas de história. A nossa história!
E a frase que não pude falar, vai continuar em silêncio. Mistério? Não... Mas, ficará assim a cumplicidade gerada e mantida entre nós.
Pudera uma despedida, mas não a fizemos. E depois, longe daqui nos encontraremos para um último abraço. O mais demorado e sem dúvida, o mais sincero!
Se não houver portos, ferrovias, hidrovias, tão necessários para uma nação ser respeitada no mundo todo, nunca será um grande país.
O Brasil está dando uma demonstração de que se pode se tornar um país de primeiro mundo criando riquezas.
Como uma aranha diante de sua presa, ele nos envolve em sua teia e sem ter como escapar, nos devora aos poucos. Assim é o amor!
Meu velho, as coisas estão difíceis
Como na guerra, apenas uma escolha
Mas vários mísseis
Cada segundo que passa, o mesmo vale mais
Cadê a minha vida? Ficou com ela, para trás
Não há mais amor, muito menos paz
A guerra continua, e a escolha foi errada
Não, não é mais um poema pra qualquer ex-namorada
Não importa quem errou, falhou, matou
Muito menos quem perdeu, sofreu, morreu
"A vida continua" e "nunca iria dar certo"
Os comentário de quem se acha esperto
Mas não segui nesta trincheira
Segui pelo mar da praia, na beira
Onde vi a escolha, a chance do futuro sonhado
O caminho para escurecer o passado
Mas, até agora, é o que eu tenho de mais claro
O que, e com quem, passei ao meu lado
A esperança é forte
Que tudo isso volte
Depois que acabar a guerra
Ver se a sorte não erra
E tudo aconteça, como o sonho do meu mundo
Aquele, que tive e tenho, hoje, mais profundo.
Lembro de ter sido convidado para ir ao céu só que não pude levar você e voltamos mais uma vez para essa terra perd.ida
Minha vida é um livro aberto
Onde em cada página escrevo seu nome
Cada sorriso seu vira uma imagem colorida
O motivo para continuar minha vida
Voce está tão longe .. Não consigo te encontrar
Me faltam as palavras para continuar a escrever
As imagens perdem as cores sem você .
Esta vida, é uma crónica sala de aprendizagem.
Quem já disser que sabe tudo, ou não pensa ou, mesmo vivo, já morreu para a vida.
Até hoje, nunca duvidei que a morte é uma força estranha, ignorante, estúpida, porque se não fosse, quereria ser sempre vida.
Quem não verte uma lágrima em transes de emoção e dor, foi forjado em ferro frio, ou então disfarça muito bem, por fora.
A solidão, por força da sua presença constante na vida da gente, acaba por tornar-se uma amiga inseparável.
Quando se quer tapar o sol com uma peneira, é bruta asneira que vai dar em tormenta, porque a peneira derrete ou rebenta.
Quase sempre os olhos são o melhor espelho da alma, sobretudo após a ressaca de uma noite de vaporizações e euforias etílicas.
A MENINA E O PATINHO
Um dia, um poeta foi pai
De uma menina pequenina
Engraçadinha e redondinha
Que era o seu ai, ai.
Dava-lhe tudo o que ela pedia
Mesmo quando a menina cresceu
Em idade e sabedoria
Pela graça que Deus lhe deu.
E a menina cresceu, cresceu
E ficou sempre pequenina
E redondinha
Mas não de fala mansinha.
E o poeta lembrou-se do antanho
Quando lhe comprou um patinho
Pequenino, amarelinho
E fez-lhe um pequeno laguinho
Onde ela e o pato tomavam banho.
Um dia, o patinho morreu.
A menina, graças, ainda é viva
Mas muito cruel e altiva.
Então esse poeta como eu
Resolveu
Não querer comprar mais patinhos
Amarelinhos
Nem fazer mais laguinhos.
(Carlos De Castro, in Outeiro de Pena, 29-06-2022)
CHORO CONVULSO
Velhinha casinha, meu ninho
E chão do meu pão,
Hoje, somente uma visão.
Ai, aquela chorosa ramada
Fresquinha
E também velhinha,
Onde à sombra minha avó catava
Os meus piolhos da miséria
Nos verões de canícula séria
E depois, adormecíamos os dois
De barriga tão vazia
Como quem cava nas hortas
O silêncio das horas mortas.
Hoje, nem telhados e paredes
Ou janelas, nem sequer portas...
A vida, é um circo de redes
E trapézios tão fatais
Onde há luzes e sons e ais,
Mas quando morrem os mortais
Morre tudo como vedes,
Levados num remoinho
Como a velhinha casinha, meu ninho.
(Carlos De Castro, In Poesia Do Meu Chorar, em 21-07-2022)
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