Morte de uma Filha

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E pelo caminho, me encontrei com a morte.
E diferente do que temia, sua companhia me foi a melhor da vida.
Lado a lado, caminhamos e conversamos, e sobre a vida tivemos uma opinião em comum.
"A morte, sedutora para alguns, temida por outros, porém sempre mal compreendida. A vida, implacável, sempre escrava de si mesma."
...
E em uma bifurcação, novamente nos separamos.
Apesar de todo fim, ainda me resta uma vida para se viver.

Se me disseres adeus, meu amor,
Meus olhos vão se fechar.
É a morte de um sonho meu
Que sozinha estive a sonhar.

Eu quis me dar um presente
Infinito além do céu.
Eu quis me dar um amor
Como dos filmes que ninguém fez.

Se me disseres adeus,
Tudo que havia em mim eu já chorei.
Não me restaram palavras
Nem medos que me pusessem fim.

Tudo em ti, meu amor,
Eu já ganhei e perdi.

Eu definhei em segredo
E também em silêncio eu cresci.
Foram para ti os poemas
Que a Deus eu dirigi.

E diante de um sonho
Tão salgado,
Tão pobre e tão rica eu me vi.

E diante do hoje
No qual conquistei
Tudo e ao mesmo tempo, nada,
Pronta, eu morro em mim.

Eu me amei,
Eu me aplaudi,
Também sozinha
Chorei,
Também sozinha sorri.

Se me disseres adeus,
Me conforto dentro de mim.
Eu não sou Deus,
Eu não sou Deus,
E desse sonho, ainda viva,
Eu vou me despedir.

Mas, se me disseres oi e sorrir,
Entrego meu amor
Por uma vida inteira a ti,
Na esperança de um milagre
Que no meu coração senti.

Talvez eu seja só ilusão
E um dia saudades.
Ainda assim, eu sonhei,
Eu te amei, eu te vi.

Mas se disseres adeus, meu amor,
A Deus entrego o amor que dei
E não recebi...

E de todas as tolices que a vida humana reserva,
Não me arrependeria de reparar em ti.
És belo...
És belo...
És belo...

Assim te vi.
Assim te fiz
E assim hei de me despedir.

Eu? O que sou?
Pétala ao vento...
Poucos hão de reparar em mim...
Mas eu, tudo vivo, e reparei...

Ao menos tentei dar um final feliz para ti.

E para mim? Meu final?

Eu morro todas as noites...
E renasço todas as manhãs
Até o dia em que não existir mais Sol...

Eu morro a cada minuto e renasço a cada sinal.

Mas, se me disseres adeus, meu amor,
Ainda haverá outros olhos, até meu último suspiro, pelos quais lutar, com os quais me distrair.

Os meus olhos?

Ora, que ricos! Ora, que tristes...
Ora, que tudo veem...

Menos o futuro, além do meu coração.

Meu coração: eterno jardim a esperar florir.

Um dia, quem sabe, encontro consolo em mim.

Regras são o destino dos
que a sociedade
renegou.
Corroborar com o mundo é oferecer-se
à morte,
como quem se entrega ao náufrago
em tempestades.

A vida é uma constante e a morte sua resultante.

⁠Tenho medo da morte, não tenho medo de morrer. Por ter medo de morrer, quero continuar a viver.
Tento viver intensamente cada instante, com cada gente.
Tente aproveitar cada ente, que se permite viver alegremente.
Viva cada instante como sendo o derradeiro.
Viva bem ao lado de quem é verdadeiro.
Viva a vida com prazer e disposição de aproveitar esse milagre ao qual tens que é viver.

A vida na terra é um estágio probatório para uma eternidade de vida, ou morte.

Quando a dor da alma é imensa e sufoca o ser, muitos recorrem a dor da morte para alívio trazer.
Mas o que será que tem, após a morte também?
Se a momentânea e insistente dor tem fim, será que haverá alívio no tempo sem fim? Há uma eternidade a seguir, onde o tempo deixará de existir? Se das eternas portas haveremos de proceder, vida ou morte pode advir, incertezas para meros mortais, na esperança de dias vindouros de eterna paz.

Morte e sofrimento são de fato as duas únicas certeza dessa existência


I.A Lopez

⁠Na dança da vida, a morte é traiçoeira,
Surge sem aviso, sombria companheira.
Em dois velórios, dois diferentes cenários,
A dor, um elo entre tempos adversários.

Uma senhora de idade, 85 anos serenos,
Viveu sua jornada, partiu desse terreno.
Mas a dor entre os familiares é lógico que ainda persiste,
O vazio, a despedida, ninguém resiste.

No segundo cenário, a mãe da jovem, com 25 primaveras,
Grita alto, e, sua voz enche as esferas.
"Minha companheira", ecoa a aflição,
Um lamento que corta o coração.

Ao consolar, damos força e calor,
Abraços que acalmam a dor, o temor.
Mas no ir e vir, entre o consolar e o vencer,
Vejo o ciclo da vida se perder.

Pessoas focadas em metas diárias,
Enquanto a empatia se perde em rotinas diárias.
No caminho para consolar, a solidariedade se esquiva,
Entre a dor real e a busca incessante de uma vida ativa.

Escrevo, pois a alma chora em versos,
A dor,
o luto,
entre risos dispersos.

Execute a sentença de morte sobre seus pensamentos negativos, antes que a morte execute a sentença de sua vida.

Família que alimenta o ódio por causa de herança é herdeira da morte, cujo inventário está nas mãos do diabo.

Quem passar pela segunda morte, a morte espiritual de seus pecados, chegará também à segunda ressurreição em espírito, quando Cristo voltar.⁠

⁠⁠Infelizmente, a morte vem como um panfleto: sem endereço, mas sempre encontrando um destinatário; em qualquer hora pode ocorrer a última partida. Portanto, desfrute de todos os momentos, valorize os dias, e aproveite cada segundo.

Lembra-te da morte, não para temê-la, mas para viver com dignidade. Cada dia é um empréstimo.

O amor é tão forte como a morte;
A tua segurança é como uma armadura, então não se perca por qualquer pensamento indevido;

A Morte da Vida, Ascendendo à Amortalidade.

A imortalidade não é a ausência de morte, é o assassinato da essência que liga a vida ao seu fim.

Na sombra da morte eu ou você.

Na sombra da morte, eu respiro e sinto a dor.
O silêncio grita, eu não fico em silêncio observando a dor.
Todos ao redor, com máscaras de dor sorrindo disfarçando os sentimentos
Vivem na escuridão, com o coração em chamas

Doenças pairam, acidentes acontece
A qualquer instante, o fim pode chegar
Perder alguém, pensar em perder alguém, e a dor que não some
Na sombra da morte, eu me perco

Viver a cada dia, com alma e coração em melancolia.
Na sombra da morte, a minha revolução, se é comigo peço perdão antes que me leve.
Luz na escuridão, grito na multidão
Vida é um sopro, na sombra da morte

Mas na penumbra, uma luz se acende
No toque de quem vive, no que a gente aprende
Dores e perdas, fazem a gente crescer e refletir
Na sombra da morte, eu vou viver ou morrer

Na sombra da morte, a vida é um nome de um conhecido
Mas eu não vou parar, vou seguir o som
Na sombra da morte, eu vou respirar para não chorar será impossível não chorar
Viver a cada dia, com alma e coração esperando não acontecer

Na sombra da morte, Banda corvo negro.

Aos que lutam, mesmo na morte, a vitória.
Aos covardes, só a morte.


Valdecir

A morte não pode calar
O sangue do justo no chão
Nem convence o vencedor
Que se recusa a parar
Assim como a escuridão
Não pode cegar
Quem enxerga com o coração