Morte de Mãe

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Mãe é o verbo que se faz proteção,
A voz que acalma o pranto e a dor,
É ter o universo num só coração
E dar o sentido real ao amor.
​Pois em cada Maria, em cada mulher,
Habita a coragem de ser o que for,
Seja no riso ou no que o destino trouxer,
És a eterna guardiã do maior esplendor

“Nem toda mãe que entregou um filho deixou de amar; muitas foram obrigadas a escolher entre a fome, a vergonha e a sobrevivência.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não precisa ser chamada de guerreira quando o que ela mais precisa é de rede, descanso e acolhimento.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não é uma personagem heroica; é uma mulher real, cansada, amorosa, ferida e profundamente necessária.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Amar um filho imensamente não impede uma mãe de sentir cansaço, medo, raiva, saudade de si e vontade de descansar.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nenhuma mãe nasce sabendo ser mãe atípica; ela aprende no susto, na urgência, na falta de apoio e no amor que não desiste.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O luto da mãe atípica não é pelo filho real; é pela maternidade imaginada que precisou ser sepultada sem testemunhas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica aprende a funcionar mesmo destruída, porque quase sempre o mundo só percebe quando ela para.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica se torna especialista por necessidade, advogada por sobrevivência e militante porque o mundo ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma palavra dita depois de anos pode parecer pequena para o mundo, mas para uma mãe atípica pode ser um milagre inteiro.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé verdadeira acolhe a mãe cansada; não exige que ela seja inquebrável.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não precisa desaparecer para provar amor.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando uma mãe diz que não aguenta mais, ela não está dizendo que não ama; está dizendo que está humana demais para continuar sozinha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O descanso da mãe atípica não é luxo; é condição mínima para que o cuidado continue sem destruir quem cuida.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica carrega documentos, laudos, medicações, alimentos, estratégias e uma força que ninguém vê.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança atípica não é responsabilidade exclusiva da mãe; é responsabilidade da família, da escola, da saúde, do Estado e da sociedade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá

“A mãe atípica merece um abraço que não minimize sua dor, não romantize sua luta e não exija perfeição de sua humanidade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser pai, mãe ou cuidador de uma criança atípica é aprender uma linguagem que muitas vezes começa antes da palavra.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.