Morreu e esta em um lugar Melhor
Quando minha razão evita sentir o amor que está dentro de mim, no centro do meu peito, o que acontece é que esse sentimento não expresso se transforma em algo negativo, como angústia, vazio, tristeza, ódio, agonia, frustração, entre outros.
Eu não preciso ter medo nem tentar evitar esse amor que está dentro de mim. O que eu realmente preciso fazer é permitir que esse amor flua, me entregar a ele e aceitar esse sentimento puro, vivo, completo e cheio de amor que existe no meu peito. Quando faço isso, permito que o amor preencha meu ser, e assim, ele desfaz as emoções negativas, trazendo mais paz e equilíbrio para minha vida.
Aquele sentimento de angústia, na verdade, é paz. Uma paz que sua mente, por pensar demais, está evitando de sentir. Ao tentar lidar com tantos pensamentos e preocupações, você acaba se distanciando dessa sensação de tranquilidade interior.
Aceite, entenda e permita-se sentir essa angústia, sem medo. Foque nele, sinta-o dentro de seu peito, bem profundo. Desprenda-se da razão e das distrações do mundo ao seu redor. Conecte-se com o sentimento dentro de si, sem pressa ou resistência.
E ao fazer isso, você perceberá que, no fundo, esse angústia nada mais é do que a paz que sempre esteve com você. Ela estava ali o tempo todo, apenas esperando que você parasse para reconhecê-la.
Amar tudo como é, inclusive a dor e o que parece mal, é a cura da alma. Quando o amor está presente, nada é realmente ruim.
Quando você tenta impedir alguém de ser egoísta, na verdade, você também está sendo egoísta, pois está tentando impor a sua vontade sobre a outra pessoa, esperando que ela aja conforme o que você deseja.
O egoísmo não é algo que se resume apenas ao lado negativo; ele também pode ter aspectos positivos. O que determina isso é a maneira como você percebe o egoísmo, e como você interpreta o que é "bom" ou "ruim" dentro desse comportamento, de acordo com a sua própria visão e valores.
Fé não é só religião. Fé é acreditar naquilo que você sente, no que está dentro de você.
Se o que você sente é algo bom, sua fé é boa.
Se o que você sente é algo ruim, sua fé é ruim.
Se você acredita que está mal por dentro, essa é a sua fé, e, inevitavelmente, você vai se sentir mal.
Se você acredita que está bem por dentro, essa também é a sua fé, e, por isso, você vai se sentir bem.
A fé não está no passado, nem no futuro. Ela está no agora, no que você sente neste momento. A fé está dentro de você, no presente. Então, agora, dentro de si, pergunte: Qual é a sua fé?
A minha é simples: Estou em paz.
Crença é acreditar profundamente em algo que está além do controle da sua mente racional, mas que está totalmente conectado com o seu corpo e com a sua vida.
Se você acredita, de forma profunda e verdadeira, que é infeliz, essa é a sua crença, e, portanto, você se sentirá infeliz.
Se você acredita que é normal, essa é sua crença, e, por consequência, você se verá como alguém normal.
Se você acredita que é feliz, essa é sua crença, e você se sentirá feliz.
Evoluir a consciência é um processo de libertação, de soltar, de deixar para trás as crenças negativas, pesadas e antigas que já não fazem sentido, e abrir espaço para novas crenças, mais positivas, leves e com mais propósito. É preciso deixar essas novas crenças fluírem naturalmente, sem resistir ou forçar, permitindo que elas se encaixem no momento presente, com lógica e sentido, de acordo com o que você realmente precisa viver.
O afeto está no que você dá, não no que você recebe. O que você dá é seu, é uma parte de você que permanece; o que você recebe, não é seu, pois passa por suas mãos e se vai.
A maior prova disso é a morte, que nos leva. Tudo o que é nosso, tudo o que verdadeiramente fizemos, fica. Os afetos que oferecemos, as marcas que deixamos, essas permanecem no mundo, na memória das pessoas, em tudo que tocamos.
Já o que recebemos, como algo externo, não nos acompanha para além da vida. Ele se desfaz, não carrega a mesma profundidade, pois não nasce de nós. O que damos, sim, se mantém, pois é o que alimenta o coração de quem fica.
O inconsciente está em todo o nosso redor, enquanto a consciência é o que escolhemos focar nesse redor.
Estar inconsciente é estar distraído com o que acontece ao nosso redor, enquanto estar consciente é estar atento ao que acontece.
É impossível estarmos conscientes o tempo todo e em tudo. Nossa consciência escolhe no que queremos focar no momento. Por exemplo, se você está lendo esse texto, você está consciente nele, focado, e inconsciente ao seu redor. Assim que você se distrai, sua consciência muda para outra coisa ao seu redor. Nossa consciência escolhe o que queremos prestar atenção, seja no que olhamos, ouvimos, tocamos, sentimos ou pensamos, e ignoramos o que não queremos.
Existem várias coisas dentro do nosso inconsciente "já esquecidas", ou seja, coisas que não vemos mais importância, mas que continuam lá. Voltamos a dar importância a elas quando lembramos, geralmente quando é preciso trazer para o presente para resolver alguma situação ou para reviver sensações boas ou ruins. O que focamos, aprendemos, e quando aprendemos, deixamos de focar naquilo e passamos a focar em outras coisas dentro do inconsciente, de acordo com o que escolhemos prestar atenção.
Não existe vazio, porque dentro de mim tudo está cheio. Cheio de artérias, cheio de veias, cheio de pulmão, cheio de coração, cheio de sangue, cheio de vida. O que é vazio? Não existe vazio, vazio é ilusão, porque aqui dentro tem tudo. Cheio de sentimento, cheio de amor, cheio de sangue, cheio de vida, cheio de tudo. Completo.
Quando você se olha no espelho e se vê bonito(a), mesmo desarrumado(a), está vendo sua alma, quem você é por dentro.
Quando você se olha no espelho e se vê feio(a), mesmo arrumado(a), está vendo a aparência, quem você tenta ser para agradar os outros.
O mal não existe, o mal só existe quando você nega o bem.
Quando está triste, é porque evita a alegria;
Quando está com ódio, é porque rejeita o amor;
Quando está angustiado, é porque resiste à paz.
Se nega um, o outro toma o lugar. O bem está sempre lá, esperando para ser escolhido.
FINJA!
Finja que não está vendo o que acontece na sua sociedade!
Acredite que ver as pessoas jogadas como lixo nas ruas é algo comum...
Ache normal você escravizar sua vida trabalhando até os 60 anos enquanto seus direitos básicos de sobrevivência são roubados!
Agrade sua família, seus amigos, a sociedade e o mundo, menos você! Vista uma capa, uma aparência, uma vaidade, mantenha sua máscara para o mundo, enquanto você mesmo é deixado de lado.
Se importe com o que os outros acham ou pensam de você, não faça nada, não se mova, fique parado, quieto, calado, não seja ninguém, seja normal, indiferente, não viva!
Tenha medo de ser taxado de "louco(a)", tenha medo de ser você mesmo, seja "louco(a)" apenas dentro da sua cabeça, enquanto você finge ser "normal" para as pessoas à sua volta.
Deixe o tempo passar, viva apenas finais de semana, férias, viva de esmolas do tempo, camufle as angústias, o tédio, a falta de sentido na porta do boteco, do bar, em baladas, bebendo para disfarçar aquele pensamento de mudar, não procure trabalhar no que você ama, seja escravo de qualquer coisa, viva atrás de dinheiro, de conforto, de riqueza material.
Seja orgulhoso(a), teimoso(a), não enxergue isso também, finja que também não entendeu, que não está vendo, mantenha-se dia após dia fingindo, até envelhecer, e a morte se aproximar, finja que vive!
A paz está presente em todas as situações, mas nem sempre a aceitamos, pois muitas vezes acreditamos que determinadas circunstâncias não merecem nossa paz. O problema, portanto, não são as angústias em si, mas sim a paz que negamos a nós mesmos ao não a aceitarmos, justamente quando mais precisamos dela.
Um dia, você perceberá que todos os conflitos internos que já viveu foram, na verdade, uma manifestação do medo de abraçar a própria paz.
O afeto está no que você dá, no que compartilha, e não tanto no que recebe ou guarda.
Pois o que você dá permanece, enquanto o que você guarda, não.
A maior prova disso é a morte: quando morremos, não levamos nada do que acumulamos, apenas o que deixamos.
Porque, no fim, nada de fato nos pertence, exceto tudo aquilo que compartilhamos.
Conexão é confiança;
Controle é desconfiança.
Quem está conectado ao outro não tem a necessidade de controlar,
pois somente quem desconfia, por não acreditar nessa conexão de amor, tenta controlar, vigiar, manipular, para se sentir seguro no sentimento daquilo que não acredita ter com alguém.
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