Morreu e esta em um lugar Melhor

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A vida é mudança, e mudamos mesmo sem perceber; o problema não está em mudar, mas em repetir os mesmos erros.

A singularidade de cada indivíduo não está apenas no que pensa, deseja ou defende, mas na complexidade com que tudo isso se organiza em seu ser.

O sábio cultiva continuamente as virtudes, mas sua verdadeira lapidação está em discernir qual delas a vida exige em cada momento.

Não lamente os erros que comete; o problema não está no erro, mas em repeti-lo sem aprendizado. É do ajuste contínuo que nasce o acerto.

O valor de uma equipe não está na uniformidade, mas na inteligência com que usa suas diferenças.

O maior valor está naquilo que não se pode perder; a essência em nós não pode ser subtraída.

Está guardada.


Lhe guardei no coração,
mas ele ficou grande
demais para você.
Então lhe coloquei
Na memória, sabe que
Ficou até bom.

Sempre iremos manifestar o que está dentro de nós, a boca sempre fala do que o coração está cheio.

No marketing, de forma ainda mais específica, no marketing digital, o tesouro está na contramão dos mapas do tesouro.

Você acha que conhece pessoas. Mas não conhece.


E isso está custando caro.


Está custando a performance da sua equipe e os resultados da sua empresa!


A solução? Conheça as pessoas realmente!


Heteroconhecimento!

⁠Às Vezes, A Pessoa Q Está Ao Seu Lado, Seja Ela Família, Esposo, Namorada, Vive Te Puxando Pra Trás Ao Invés De Te Motivar Pra Frente. Aquela Pessoa Passa A Ser Uma Barreira. O Problema É Que, Por Falta De Coragem, Você Vive Uma Vida Horrível, Com Várias Problemas E Tristezas!!!

"Cuidado!
Pois quando o tempo provar que você está errado, ele também pode provar que você não tem mais
tempo"

⁠O PRECONCEITO (bipolar)

Mas estamos vencendo o preconceito, o mundo está ficando esclarecido.”

Será mesmo? Tenho minhas dúvidas.
Será que a medicação vai me deixar ótima?

Não se trata de se livrar dessa ou daquela mania, mas de tratar o problema como um todo. Determinadas coisas me angustiam hoje menos do que antes.”

A partida de Faby.


Então ela se vai, após longo período de reflexão, esta é a decisão.
Com ela lá se vão as palavras trocadas, as poesias apaixonadas, os sorrisos, os encontros marcados que nunca aconteceram.
Ela esta indo, carrega consigo mais dúvidas do que certeza.
Ela tem por hábito, gostar das coisas previsíveis, pois assim tem a falsa segurança de que não irá naufragar no sonho que projeta enquanto esta sozinha. Vejo um aceno ao longe, ela esta indo, sem saber para onde, sem saber porque, lá vai ela.
Olhos marejados, sorrisos embargados, aceno contido, mãos no bolso, punho cerrado.
E na curva ela esta sumindo, tem a frente uma nova estrada, também repleta de curvas sinuosas, de aclives e declives, e lá vai ela, na certeza da dúvida...

O maior milagre

O maior milagre não está apenas no extraordinário, mas no que pulsa silenciosamente dentro de nós a cada instante.
Há uma ingratidão sutil — não contra Deus, mas contra nós mesmos — quando esquecemos que nossa existência é fruto de uma longa tessitura entre o tempo, a matéria e o sopro do eterno. A ciência descreve esse processo como evolução: do pó das estrelas à complexidade do corpo humano, da simplicidade das primeiras formas de vida à consciência que hoje reflete sobre si mesma. Já a teologia, com linguagem mais profunda que literal, declara: “formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida” (Gênesis 2:7). Não são discursos opostos, mas perspectivas distintas do mesmo mistério.
O homem, portanto, é simultaneamente barro e transcendência. Carrega em si a memória do universo e o sopro do divino. Aquilo que a ciência chama de organização biológica extraordinária, a fé reconhece como imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26). Somos, por assim dizer, máquinas vivas — mas não apenas máquinas: somos consciência, vontade, espírito.
Ao longo dos séculos, evoluímos. Dominamos o fogo, inventamos a roda, desvendamos leis físicas, químicas e matemáticas. Expandimos nosso domínio sobre a matéria, mas, paradoxalmente, nos tornamos vulneráveis àquilo que não se mede: a ética, a compaixão, o sentido. Crescemos em conhecimento, mas muitas vezes nos perdemos em sabedoria. Pois o avanço técnico não garante a elevação moral.
E é nesse ponto que a teologia confronta a ciência não para negá-la, mas para completá-la: o problema humano não é apenas biológico ou social, mas espiritual. Como diz o texto sagrado, “o coração do homem é enganoso” (Jeremias 17:9). Assim, aquele que foi criado para refletir o divino torna-se refém do egoísmo, da ganância e da ilusão do “ter” sobre o “ser”.
Entretanto, há um limite que nenhuma evolução conseguiu ultrapassar: a morte.
A ciência a estuda, a adia, a compreende parcialmente — mas não a elimina. E talvez isso não seja uma falha, mas um sinal. Um lembrete inscrito na própria estrutura da existência de que o homem não é absoluto. Como afirma o sábio: “tu és pó, e ao pó tornarás” (Gênesis 3:19).
A morte, longe de ser apenas o fim, é também uma linguagem. Ela fala da transitoriedade, da dependência, da finitude. E, paradoxalmente, aponta para o que transcende. Se tudo em nós fosse apenas matéria, a morte seria apenas um desligamento. Mas o homem a teme, a questiona, a transcende em pensamento — porque há nele algo que não se conforma ao fim.
Assim, a morte se torna um dos maiores sinais da nossa própria dimensão divina: ela nos limita, para que não nos iludamos como deuses; e, ao mesmo tempo, nos provoca a buscar o Eterno.
E então compreendemos: o maior milagre não é apenas a criação do homem do pó ou da costela, nem apenas sua evolução ao longo dos milênios. O maior milagre é este instante — o agora — em que respiramos, pensamos, sentimos.
A chama da vida que arde dentro de nós não é explicada plenamente nem pela ciência nem pela teologia isoladamente, mas pela convergência de ambas. Cada batida do coração é um fenômeno biológico; cada consciência desse batimento é um mistério espiritual.
Viver, portanto, é o milagre contínuo.
E enquanto há fôlego, há a presença invisível daquele que, segundo as Escrituras, “nele vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17:28).
Por isso, despertar para a própria existência é, talvez, o ato mais próximo de tocar o divino.

Atila Negri

A maior liberdade está em se libertar das amarras colocadas em si mesmo.

Em meio caos
Nos conhecemos, nos apaixonamos
E mesmo sem saber se amanhã vou está vivo
Tenho esperança de que nós iremos seguir o mesmo caminho
Juntos de mãos dadas,
E em meio caos podemos ficar unidos
E enfrentar o perigo juntos,
Não sei se posso dizer que te amo
Mas nesse exato momento
Minha paixão queima por você

Precisei de você, mas você não está aqui, para falar que essa dor vai passar..."

Meu mundo é colorido, mesmo quando meu coração está sangrando e meus olhos carregados de lágrimas!!"

Desistir não está em meus caminhos.
Mas encontrar caminhos alternativos,
sim!