Momentos que Já Vivemos
Cicatrizes de um Poeta
Há momentos em que lembramos tudo o que vivemos —
lembranças cravadas como um punhal ou uma espada na memória,
trazendo histórias que insistem em não se apagar.
São vestígios de amores passados que, no tempo,
transformam-se em dores futuras,
numa metamorfose inevitável.
E desse turbilhão nasce o alimento do poeta.
As palavras, muitas vezes, são rabiscadas,
jogadas ao vento ou simplesmente ignoradas.
Mas com os sentimentos não é assim.
O coração, que pulsa no peito e nos mantém vivos,
é também um cofre silencioso,
guardando raiva, dor, amor e até rancor.
Não é justo julgá-lo —
pois vivemos consequências escritas por nossas próprias mãos.
Falar de sentimentos parece simples,
mas sem argumento torna-se árduo.
E falar de amor?
Que sentido teria se nunca tivéssemos amado?
Um dia, me perguntaram se eu ainda sofria por um amor.
Sorri de canto, desviei o olhar… e deixei a resposta perdida no silêncio.
Afinal, como diz o ditado:
“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.”
Até mesmo a água, com paciência, pode vencer a pedra.
By: Pasq
Ainda me lembro perfeitamente do dia em que te vi pela primeira vez,tantos momentos que nós vivemos juntos, o primeiro "eu te amo " ♡
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Hoje 16 de agosto de 2021 sinto que vc está indo embora e isso está me fazendo desmoronar em lágrimas pois sei que você sempre me acolheu nós momentos q eu mas precisava também me fez sentir coisas que eu nunca tinha sentido antes.
E agora??? O quê eu vou fazer sem você ??
Mesmo estando despedaçada e com uma dor enorme no coração por vc está me deixando da pior forma possível. Eu ainda gosto de você ♡
ESPERO QUE ALGUM DIA VC POSSA ME CONTAR O QUE REALMENTE ACONTECEU PRA VOCE ESTAR ME DEIXANDO NO MEU PIOR MOMENTO :(
A nossa vida é realmente como um livro , em certos momentos vivemos numa Comédia, depois passamos por um drama , há quem viva até mesmo um terror , mas em toda boa história tem seus momentos românticos, alegres , e de muita esperança, por isso cabe nos apenas viver intensamente e deixar que o autor maior Deus, defina quais serão os próximos capítulos.
No universo da pessoa com deficiência vivemos momentos de disputa de paternidade de ideias, terminologias e marcas , cuja disputa selvagem tem fatores puramente mercantilistas, como não poderia deixar de ser num sistema capitalista e mercadológico. O muro se torna um desafio e um lugar de fala, antes da escolha do lado oposto.
Na vida vivemos paixões, amores, momentos de grandes felicidades. Mas também vivemos a desilusão, a tristeza e a frustação da perda sempre que alguém muito importante para nós decide partir de nossas vidas.
Mas o que você faz depois disso?Se entrega a tristeza e a depressão?Ou você escolhe seguir em frente e se permite a encontrar novas amizdes e novos amores e a si mesmo ?
A melhor decisão é se escolher. É olhar para si mesmo e enxergar que você é merecedor(a). Que você pode amar novamente, que pode sonhar e fazer novos planos e projetos, que pode encontrar grandes amizades pela nova jornada mesmo que o anteriormente tenha dado completamente errado. Eu sou merecetora de uma nova tentativa. Eu posso me permitir seguir em frente e me levantar e me erguer quantas vezes for necessário. Escolha a si mesmo e só assim poderá seguir em frente, amar o próximo e trilhar um novo caminho. Uma nova jornada!
Vivemos entre becos e vielas
Não por morar em uma favela
Becos, por vivermos momentos que não encontramos uma saída
Vielas por seguir caminhos que achamos uma saída
Assim a favela e nossas vidas
Quando lutamos e encontramos uma solução
Agradecemos por essa favela ser a nossa inspiração
A nossa alma dói quando perdemos Gentes
Tudo é incerto...
Vivemos momentos contingentes
Portanto que vivamos!
Nunca saberemos se dará certo.
O sorriso deve permanecer
A tristeza deve desaparecer
Nada nos pode desfalecer
A alegria deve sempre vencer!
Minha vida sempre foi de imensa Alegria
Não conhecia a tristeza
Sorrir era o meu forte, a felicidade era Minha natureza
Com o tempo, o sorriso se foi embora
Então, veio a tristeza
Caminhei longos caminhos
A procura de conforto
Nesta caminhada, encontrei a minha amada com calma
A felicidade invadiu minha alma
Minha amada...
Deu vida a minha vida
Portanto, não a deixarei ir.
Em muitos momentos de nossa vida vivemos situações de um vazio imenso. Vazio de sentimentos,de valores,de objetivos, E tem muitos que ainda se julgam superiores.Somos todos falhos e incompletos como seres humanos, temos muito que aprender ainda.
Já vivemos momentos preciosos
que pra nós, não têm preço
com histórias engraçadas e tristes,
risos, lágrimas e trocas de apreços
pra guardarmos na memória,
quero ter-te sempre por perto,
caso contrário, não será a mesma coisa,
que ainda tenhamos bastante tempo.
Vivemos num momento
onde os sorrisos
foram trocados por olhares...
Aprenda a usar seus olhos,
para ver nas entrelinhas,
o que está perto
e você não enxerga!
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
O melhor da vida e entender que vivemos de momentos bons e momentos ruins, e precisamos entender que isso é muito real
"Pessoas sem paciência, natureza no limite, futuro incerto. Vivemos um momento onde a vida está por um fio e o destino de todos depende de uma única decisão política. É um equilíbrio frágil entre a paz e o fim.
— Roseli Ribeiro"
Vivemos para deixar, não para levar,
Deixar momentos, que nos fazem lembrar.
Deixar saudades, que o tempo não apaga,
Deixar histórias, que a vida propaga.
Deixar conhecimentos, que iluminam o ser,
Deixar transformações, que ajudam a crescer.
Deixar criações, que a alma expressa,
Deixar palavras, que o coração confessa.
Deixar pensamentos, que nos fazem refletir,
Deixar ideias, que nos fazem expandir.
Deixar sentimentos, que nos conectam no fundo,
Deixar afetos, que fazem o mundo.
E, por fim, deixar amor, em cada ação,
O maior legado, a verdadeira razão.
Vivemos momentos de teorias da conspiração ocorrendo quase que diariamente entre o judiciário e o legislativo brasileiro... Algumas delas são tão férteis quanto os solos encontrados no deserto do Saara!
Quando penso em nois dois me bate uma leve lembrança de tantos momentos bons que vivemos ,assim lembro que eramos puro com a água de uma nascente.
