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Molhado

Cerca de 318 frases e pensamentos: Molhado

[ deliciosa ]

De uma boca carnuda e sorriso reluzente
Dos olhos de um brilho molhado que muito fala e encanta
Tez morena, um cheiro inesquecível de mulher.
Abraço sutil, mas seguro, num calor que enfebriza.
Pernas que distraem o pensamento
Um prenúncio de barriga como deve ter todo ser utópico
Índole certa com tempero forte, é ousada e calma.
Tudo isso envolto numa alma gentil e meiga
A faz Deliciosamente LINDA.

Num tempo nublado
me sinto acoado
pareço molhado
aflito estou

O motivo não sei
procurei distrair
não consigo fugir
de um momento de dor

a chuva caiu
tão forte i intensa!
meu corpo tremeu
desabou meu tormento
era choro,era vento...
desabafo de amor.

Foi-se a ilusão
O amor chegou, um beijo molhado
doce, envolvente, cativante
beijei-a impiedosamente
calou-me com sua língua
envolveu-me entre seus braços
acariciei-lhe a alma
e
mãos dadas sobrevoamos o destino.

O sangue quente no asfalto gelado
O corpo imóvel todo molhado
Os berros ecoam para todos os lados
Mas o silêncio é incontestável
Imponente e incontrolável
Assim como a certeza irrefutável
Que o humano tanto luta
Mas o fim é inevitável
A morte é certeira e passageira
E mais uma vez, levou uma vida inteira.

Deixe pra trás
A tristeza
que tirou o sono
O lençol molhado
de lágrima
Causado
pela mágoa
Deixe pra trás
A dor
que não te pertence
A mentira
que inventaram
Enganaram
Deixe pra trás
A paixão
que não merecia
ser amor
A decepção
Do amigo
que traiu
Deixe pra trás
Tudo que feriu
Deixe pra trás
O ontem
O passado
mal resolvido
Encare
O hoje
com um belo sorriso
No futuro
Terá orgulho
de tudo que foi vivido
E só assim
a vida terá um novo
sentido

Cabelo molhado ao vento me refresca o pensamento.

Sei que demoro a escrever, mas nunca significou que te esqueci. Meu rosto ainda molhado recorda de tudo. Da palavra, do gesto.
Sei que demoro a escrever, mas tive medo de nunca me responder, e a eternidade seria pouco para esperar.
Por que então demora a responder?
Não responda, se afogue, se engane, se ame.
se ajude se iludi
Seja sempre pertencente a mim
dependa, vire sua própria lenda
se vira.

A solidão é um couro molhado, que ao sol da tristeza, aperta, arrocha, sufoca e tira o fôlego da alegria.(Sócrates Di Lima)

O verão é a estação do ano em que você se enxuga após o banho e continua molhado.

⁠E agora só nos resta o som das rãs, na fria madrugada, que exala o doce perfume do mato molhado.

⁠Amizade verdadeira, tem sovaco molhado no ombro!

⁠Amor é angustia, é sentar num chão gelado e molhado, cansado de tanto chorar
Amor é lamuria, é vilipendiar criaturas, cheias de palavras, mas incapazes de pensar
Amor é tortura, é agulha na unha, faca na carne, é imolar e se automutilar
Amor é desventura, é labirinto farpado, é a sangria que eu me propus a estancar

⁠Um dia após o outro estou tentando andar
Em um piso que esta molhado evitando escorregar
Para não cair e outra vez meu coração quebrar

⁠A vida é como um chão molhado. É preciso ter postura ao andar, porque desta maneira você se impõe para alcançar os objetivos deseja.

Mas, ressaltando que é importante que faça isso sobre constante vigilância. Do contrário, o ego e a vaidade poderá te proporcionar doloroso tombos.

Porém, se mesmo sendo cauteloso cairdes, entenda que não é apenas de vitórias se vive o ser humano.

Durante todo o processo evolutivo também virão as quedas e precisamos sempre ter humildade para estar disposto cair e levantar quantas vezes necessário for.

"Crepúsculo ao cair da tarde" é pior do que "chover no molhado"... Muito pior!

Colibri Dourado

Colibri Dourado




Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.




Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.

Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,

Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.




Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,

Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.

Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,

Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.




Não fugiste. Não te encolheste.

Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,

E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,

Num pacto ancestral com o temporal.




Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,

A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,

A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.




Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,

Mas aquele que se torna um com ela,

Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,

E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.




Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,

Tu és filha do sol e da nuvem pesada.

Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.

Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.

Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...




E assim, sempre que a chuva descer,

Eu me lembrarei de ti.

E em vez de buscar um teto,

Estenderei meus braços para o céu,

E simplesmente dançarei.

Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.

Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.

Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.

Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.

Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.

Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.

Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...

E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.

No dia que você aprender a suportar noites geladas, molhado, sujo e com fome, você vai me entender.

Sob o céu cinza e molhado da cidade,
Odores de almas abandonadas,
Mulheres tristes, como tardes encharcadas,
De uma cidade cheia de gente perdida,
E outras que nunca foram encontradas.

Um espaço que se move, dissimulado,
Ela veio, mas nada mudou,
A nave parada no vasto espaço,
A estrela quase se apaga, no fracasso.

Hoje mesmo, sob o céu de cinza,
Vi uma estrela, no contraste da sala Grande Otelo,
Parecia triste, como atriz em desgraça,
Era a faísca que acendeu meu olhar sem selo.

Olhos que amaram, mas não foram amados,
Tentaram se encaixar na máscara requerida,
Ela veio só com a alma revelada,
Esqueceu a fala, quis ser a própria vida.

Ela derramou uma lágrima, silenciosa,
Dor contida na língua de guerra,
No fronte, firme, em sua causa silenciosa,
Enfrentando a batalha verdadeira.

Sob o mesmo céu de chuva, molhado,
Ela era a gota que cai do céu,
Na terça-feira cinematográfica, em pranto,
A estrela ruiva, com voz, corpo, alma e fala.

" 'Crepúsculo ao cair da tarde' é pior do que 'chover no molhado'... Muito pior!"
Frase Minha 0204, Criada no Ano 2008


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Amar em tom azul esverdeado

Seus olhos de água
Meus olhos inundados
Seu beijo molhado
Que me aprofunda
Me molhando por inteira
Inundando o meu coração de esperança
Enquanto eu mergulho em seus olhos
O que é esse sentimento?
Há muito tempo eu não mergulhava assim
Imersa em um azul esverdeado profundo
Que parece que eu já conheço
Quero conhecer também nosso futuro
Se for como eu planejei, não tem nenhum tom obscuro
Apenas seus olhos nos meus
Meus olhos nos seus
Enxergando as mesmas cores
Um mesmo oceano profundo
Imersos em um amor azul esverdeado
Onde nossos sonhos são realizados
E o medo de mergulhar não anda mais do nosso lado