Missão do Médium da Umbandista
"Ser mãe é profissão, é sacerdócio, é missão de alto risco. Ser mãe é ser admitida no festim brilhante dos céus carregando tochas de luz."
☆Haredita Angel
Nem tudo o que pesa é fardo, às vezes é missão. O amor não retira o peso, mas dá sentido ao que se carrega. A leveza vem quando entendemos que até a cruz tem propósito.
As almas mal resolvidas são engenheiras do caos, sua missão silenciosa é que a sua paz seja o próximo campo de batalha da desordem delas.
Quando cientes
de nossa missão nesse mundo, deixamos de ser
um símbolode resistência
e nos tornamosum
modelo desuperação!
... a suprema
missão do espírito é despertar
e potencializar conteúdos
e atitudes que, sobretudo,
o testemunhem digno
de espírito!
... tu és
a tua verdadeira
missão neste mundo;
portanto, assume com enlevo
e dedicação as rédeas
da tua história!
A DIFÍCIL MISSÃO DA MÃE DE JESUS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Refletir sobre Maria de Nazaré sempre exigiu da consciência humana um recolhimento interior profundo, pois não se trata apenas de uma personagem histórica ou de uma figura devocional, mas de um arquétipo espiritual cuja densidade moral atravessa os séculos e desafia tanto a teologia antiga quanto a psicologia contemporânea. Desde a Antiguidade até os dias atuais, abordar sua missão implica rever conceitos de renúncia, maturidade emocional, fé lúcida e obediência consciente aos desígnios superiores, sem reduzi-la a idealizações ingênuas ou sentimentalismos fáceis.
Maria de Nazaré é apresentada como personalidade sublimada conforme a análise espiritual contida em A Caminho da Luz, obra psicografada por Chico Xavier sob a orientação de Emmanuel. Essa definição não se restringe a um atributo moral abstrato, mas aponta para um Espírito que já havia conquistado elevado grau de integração entre razão, sentimento e vontade. Foi essa condição interior que a tornou apta a assumir uma das tarefas mais complexas já confiadas a um ser humano na história do planeta, a de acolher em seu seio o Cristo, em sua encarnação missionária, num mundo ainda dominado pela violência, pelo medo e pela ignorância espiritual.
Relata Emmanuel que, ao aproximar-se o tempo determinado para a vinda do Cristo, as entidades angélicas ligadas à administração espiritual do sistema solar movimentaram-se nas proximidades da Terra, tomando providências de vasta e generosa importância. Escolheram-se instrutores, precursores imediatos e auxiliares divinos, compondo um planejamento rigoroso, no qual nada era improvisado. Esse movimento revela um dado psicológico essencial, a missão do Cristo não foi um acontecimento isolado, mas o ápice de um projeto coletivo de educação espiritual da humanidade.
Nesse contexto, cada colaborador assumiu tarefas específicas conforme suas capacidades morais e intelectuais. Entre todos, coube ao Espírito que assumiria a identidade de Maria de Nazaré a incumbência mais delicada, acompanhar o Messias desde o berço, sustentando o desenvolvimento emocional e moral daquele que, no tempo oportuno, conduziria a humanidade pelas veredas do amor. A missão de Maria não começa na manjedoura, mas no plano espiritual, quando aceita conscientemente integrar-se à equipe do Cristo, assumindo as consequências afetivas, psicológicas e espirituais dessa escolha.
Anos mais tarde, já encarnada, Maria encontrava-se na adolescência possivelmente entre 14 e 16 anos, vivendo a simplicidade da vida doméstica, quando numa tarde silenciosa, envolta pelas aragens do crepúsculo, recolhia-se em oração agradecida pela existência e pela família formada por Joaquim e Anna, seus pais carnais. Seu estado interior era de profunda sintonia com Deus, característica de Espíritos que cultivam desde cedo a interioridade reflexiva e a confiança na Providência.
Nesse instante de recolhimento, percebe a presença de uma luz intensa que a envolve e se materializa diante dela como uma estrela transformada em figura humana. Era Gabriel, Espírito angélico ligado diretamente à missão do Cristo, trazendo-lhe o anúncio do nascimento do Messias. A mensagem não era apenas um comunicado, mas uma convocação à recordação espiritual que exigiria dela maturidade emocional, equilíbrio psíquico e fé inabalável. Gabriel anuncia que ela fora escolhida para receber em seu ventre o Mestre da Luz, aquele que viria transformar a paisagem espiritual do planeta por meio da semeadura do Evangelho no coração humano.
A saudação dirigida a Maria revela o alcance psicológico de sua condição espiritual. “Alegra te, cheia de graça, o Senhor está contigo. Encontras-te graça junto de Deus. Eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho, e o chamarás Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará na casa de Jacó para sempre, e o seu reinado não terá fim” Lucas 1: 28, 33.
A expressão cheia de graça provoca em Maria uma reflexão silenciosa. Psicologicamente, não se trata de vaidade espiritual, mas de consciência de responsabilidade. Estar plena da graça significava estar alinhada com a Lei Divina, possuir recursos morais para enfrentar o sofrimento sem revolta e a dor sem desespero. Sua resposta ao anjo revela uma estrutura psíquica rara, marcada pela confiança absoluta e pela ausência de exigências egóicas. “Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” Lucas 1: 38.
Do ponto de vista psicológico moderno, essa atitude expressa um grau elevado de maturidade emocional. Maria não negocia, não pede garantias, não questiona recompensas. Ela aceita. Essa aceitação não é passividade, mas adesão consciente a um projeto que transcende os interesses individuais. Por isso, sua missão figura entre as mais difíceis já desempenhadas na Terra.
Educar um filho, segundo a questão 582 de O Livro dos Espíritos, é sempre uma missão. Sendo missão, envolve responsabilidade moral e consequências educativas. Se isso já é desafiador em condições comuns, é possível imaginar a profundidade da tarefa assumida por Maria ao educar aquele que trazia consigo a consciência mais lúcida que já passou pelo mundo. Ela o acompanhou com amor, renúncia, silêncio interior e equilíbrio emocional, sustentando o lar que serviria de base afetiva para a missão do Cristo.
Quando transportamos essa reflexão para os dias atuais, compreendemos melhor o drama psicológico das mães que amam profundamente seus filhos e, ainda assim, não podem poupá-los das dores necessárias ao amadurecimento espiritual. Maria viveu essa experiência em grau máximo. Viu o filho ser rejeitado, incompreendido, traído e violentado, sem poder interferir no curso dos acontecimentos. Seu sofrimento não se transformou em revolta, mas em presença amorosa, tentando aliviar as dores daquele que iluminara seus dias com palavras e gestos de infinita ternura.
Ao declarar-se serva do Senhor, Maria assumiu que sua vida seria marcada pela renúncia contínua. Amparada por sua fé, sofreu sem desesperar-se, chorou sem perder a esperança, e permaneceu firme junto ao filho até os momentos mais dolorosos. Sua postura revela uma psicologia espiritualizada, capaz de integrar dor e sentido, perda e transcendência.
Desde cedo, Maria intuía que caminharia por uma estrada árdua. Simeão, no templo de Jerusalém, advertira-a de que uma espada lhe traspassaria a alma, para que se revelassem os pensamentos de muitos corações Lucas 2:35. Essa profecia acompanhou-a como um aviso silencioso, preparando-a para o sofrimento inevitável.
Como toda mãe, preocupava-se com o filho, especialmente quando ele partia em suas jornadas missionárias. A ausência de notícias gerava angústia, mas jamais abalava sua confiança em Deus. Essa experiência é universal e atravessa os séculos, pois amar é também aprender a entregar, reconhecendo que cada Espírito possui sua própria trajetória evolutiva.
Quando Jesus retornava a Nazaré, Maria reencontrava o consolo da presença, embora soubesse que a palavra que ele anunciava confrontava estruturas de poder e interesses estabelecidos, o que inevitavelmente lhe traria graves consequências. A hostilidade, a inveja e o medo das elites religiosas e políticas culminaram no episódio mais doloroso da história humana, a crucificação do Amor.
Após o retorno do Mestre aos planos espirituais, Maria seguiu para Éfeso sob os cuidados do apóstolo João Evangelista, atendendo ao pedido feito por Jesus ainda na cruz. Ali viveu em humildade, acolhendo os aflitos, amparando os desvalidos e oferecendo consolo materno aos que a buscavam. Sua maternidade ampliou-se, ultrapassando os limites do sangue e alcançando a humanidade inteira.
No plano espiritual, Maria continua exercendo sua missão de amparo, especialmente junto aos Espíritos que se perderam na desesperança e abreviaram a própria vida. Com uma fraternidade de Espíritos elevados, acolhe, consola e orienta, demonstrando que o amor materno não conhece abandono nem condenação.
Recorrer a Maria nos momentos de aflição é reconhecer a força do amor que educa sem violentar, que consola sem iludir e que sustenta sem aprisionar. Seu exemplo permanece atual, convidando-nos a enfrentar as dificuldades com fé, coragem e responsabilidade moral, certos de que Deus, o maior Educador das almas, jamais nos abandona, mas também não nos priva das experiências necessárias à renovação interior.
Que a presença silenciosa e firme de Maria de Nazaré ao lado de Jesus continue a inspirar os corações humanos, fortalecendo nos na travessia das dores quase que por nós mesmos, inevitáveis e conduzindo-nos à compreensão mais elevada do amor.
Quer saber qual a sua missão? Procure dentro de você mesmo. Não é uma tarefa fácil, mas com paciência, inteligência e uma grande dose de autoconhecimento, você consegue.
Família é o laboratorio da sua missão, nunca reclame de sua casa. Deus te colocou lá para te treinar e capacitar.
Sua fé, disciplina e atitude fazem toda a diferença no serviço e cumprimento de sua missão em Cristo Jesus!
Ser legal com cada pessoa que cruza nossas vidas é missão de ser de cada um de nós. Só crescemos como pessoa, quando compreendemos que odio, raiva e inveja são sentimentos que envenenam o espirito, mas a bondade nos liberta para a felicidade.
Pessoas que tem missão não trabalham apenas para ganhar dinheiro. O trabalho e o salário são bençãos, mas, não podemos viver em torno disso, pois eles devem, fundamentalmente, seguir a nossa missão. O dinheiro vem atrás da felicidade. Primeiro vem o propósito, depois, a felicidade e, depois, como consequência vem o salário.
Algumas pessoas entram em nossas vidas com a missão de nos fazer sofrer e saem dela como se nada tivesse acontecido.
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