Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Devolva meu sorriso
Você tirou de mim tudo de bom que eu possuía.
Tirou minha tranquilidade...
Tirou minha felicidade...
Tirou meu calor...
Tirou meu amor...
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.
Você abusou dos meus sentimentos.
Fez de mim poço de suas frustrações.
Tudo o que eu queria era só te amar,
E você brincar... E nessa brincadeira de amor,
Conseguiu me mahucar.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.
Das alegrias que trago na vida,
Você é a melhor.
Das decepções e tristezas que trago comigo,
Você é a pior.
O sofrimento e a solidão andam juntos em meu caminho.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.
Você me ensinou a viver,
Você me mostrou o que é sofrer.
Você me ensinou paixão,
Você me mostrou o que é solidão.
Você me ensinou o amor,
Você me mostrou o que é dor.
De tudo que você me ensinou e me mostrou...
A minha felicidade de um jeito insano tirou.
Hoje, te peço apenas isso:
"Por favor devolva... Devolva meu sorriso..."
Não subestime minha capacidade e não faça pouco caso da minha inteligência, pois o meu cinismo é o perigo que te causa medo.
Oh! Meu Deus! É indescritível a dor que sinto! Como posso eu viver sem a minha vida? Como posso eu viver sem a minha alma?!
(O Morro Dos Ventos Uivantes)
"Entre Hâna e Mâna, lá se foi minha barba..."
Significado: Um muçulmano tinha duas esposas, Hâna e Mâna, uma jovem, outra velha; a ambas demonstrava igual afeto. No entanto, por ciúmes, a velha arrancava-lhe, carinhosamente, os fios pretos da barba, e a jovem os fios brancos, até que por fim o pobre homem ficou sem barba...
Enquanto Deus for meu aconchego,nem um frio chegará a minha alma.
Quanto mais me aninho no colo do pai mais proteção no meu caminho!
À minha volta, reprovava-se a mentira, mas fugia-se cuidadosamente da verdade.
Descobri que "eu amo" gente fofoqueira, descubro com eles coisas da minha vida que nem eu sabia! HAHAHAHAHAHAHAHA'
Ri é sempre o melhor remédio!
Minha dor e todos os problemas causados,
Não importa o quanto durem,
Eu acredito que há esperança,
Enterrada por debaixo de tudo...
Talvez esteja triste e cansado de deixar as pessoas entrarem e saírem da minha vida, fazendo assim com que eu me decepcione com elas, assim como nada é eterno e acaba, o amor quando não é sincero, é mal correspondido, se acaba.
Definir-me seria dar-me limites, e minha força não conhece nenhum.
Se você quiser me esquecer, não quiser falar comigo, não quiser minha presença, não quiser minha amizade, NÃO ME QUISER. É só ir embora. Mais eu não vou te esquecer, nem vou correr atrás, vai ficar assim, eu cá e tu lá, mas não vou te esquecer, só vou meio que “sofrer em silêncio” ninguém vai precisar saber, que tu foi, voltou, e foi de novo. Apenas eu preciso saber disso, mais ninguém. Mas, novamente não vou te esquecer não. Desculpa mais não.
Talvez eu fume para amenizar minha ansiedade, para aguçar minha terrível tristeza, para fazer meu brônquios saltarem de agonia, para matar-me aos poucos ou simplesmente porque não tenho motivos aparentemente bons o suficientes que me façam parar.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue
e
fome.
A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
O ontem – o hoje – o agora.
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
o eco da vida-liberdade.
Soneto
Tanta lágrima hei já, senhora minha,
Derramado dos olhos sofredores,
Que se foram com elas meus ardores
E ânsia de amar que de teus dons me vinha.
Todo o pranto chorei. Todo o que eu tinha,
caiu-me ao peito cheio de esplendores,
E em vez de aí formar terras melhores,
Tornou minha alma sáfara e maninha.
E foi tal o chorar por mim vertido,
E tais as dores, tantas as tristezas
Que me arrancou do peito vossa graça,
Que de muito perder, tudo hei perdido!
Não vejo mais surpresas nas surpresas
E nem chorar sei mais, por mor desgraça!
