Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Sobre o pôr do sol dos mares e rios da minha Angola, reflete com intensidade o caminho da paz e da prosperidade que os angolanos ainda almejam alcançar sob a égide da nossa independência nacional, por isso, não percamos a esperança que este dia um dia chegará.
Comungo da ideia vertida pela minha mente, segundo a qual, a mulher é o reflexo dos varios sentidos que compõem o corpo de um homem, pois, mesmo que o homem não exteriorize a sua inquietude, a mulher rapidamente o cura da sua dor interior.
A um passo do mistério do nascimento de Cristo e a minha alma explode de grande emoção pela magia sublime do NATAL, o meu desejo se engrandece, por querer ver a alegria e o sorriso estampar-se no rosto de todas as famílias da minha Angola sofrida.
O eco do choro do Deus Menino já se agudeza na minha mente, sobre o sorrir encantado dos meus filhos, prometo o amor incondicional por tudo de belo que a vida me tem proporcionado, para me solidarizar com os corações de todos os que amam viver em alegria juntos seus entes.
Escondo a minha essência no deserto da minha vivência, tal sofrida a alma da minha solidão, que consome intensamente o coração, que me adorna de tristeza.
Ouço a voz da minha alma plantada no silêncio moribundo da noite, sem pressa, me deixo embalar nas fantasias contadas pelos meus sentimentos, que me coroam como o rei do meu coração.
A caneta tornou-se a minha cultura, a minha arte, embora não sendo pintor, tornei-me escultor de letras, escondido no meu casulo me esforço para voar pelas labaredas dos meus pensamentos.
Escrevo o tempo, no tempo em que o desejo e o prazer se apossam da minha alma, sem tempo para parar, me deixou embalar no espaço trazido pelo suspiro quente e suave da tua boca, que vai contra a lei da gravidade.
Respiro entre o sopro das tuas forças nasais e fortifico a minha vivência, mesmo quando não estás por perto.
A minha alma se entrega a ti sobre as trevas trazidas pela noite, quando o meu corpo sem pressa se deixa consumir pela mágica doçura dos teus abraços.
Pensei em embarcar pelo mar da vida, acalentado pelo pôr do sol dos dias que correm, minha alma rejeita continuar a vagueiar pelo mundo, quando não mais vivo me encontrava.
Ofereço a minha alma a melodias do tempo que já se foi, mesmo inocente, sentia na pele a ira voraz de um mundo sem precedentes, ao qual pertenço, mesmo quando já não cá quero estar.
Sopra o vento da tristeza do suspiro do meu povo em direção a esperança, minha mente se atordoa por não ter noção por onde me pegar para ajudar o meu País a desenvolver.
Meu mundo escondeu-se no coração da minha filha, entre sorrisos longos e protectores, descobri na minha KAYLA FONSECA a certeza, de que o amor não se sente, apenas se vive, por isso, és a minha VIDINHA, aquela que não sinto, mas, que vivo.
Sou o pecado não confessado das atrocidades causadas ao teu coração, mesmo quando renuncio a minha existência, escondida no desejo que tenho de te tornar presente quando não tenho por perto o sabor dos teus beijos.
Nos melhores dias da minha vida, és tão - somente a lenda contada entre muitas noites sonhadoras e o privilégio de te amar.
A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo.
Salmos 27:4
