Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
"Bem vindo ao mundo real, onde príncipes e princesas se transformam em sapos e em abóboras, em um passe de mágica!"
Sinto-me sozinha, incompleta sinto-me perdida sem saber o que fazer pra onde ir e como ir
É estranho gostaria de estar feliz como antes me divertir como antes
Já não sei bem o q sinto e nem como me sinto as vezes me aptece estar sozinha isolada de todos sei q com isso Afasto as pessoas q gostam de mim mais não consigo evitar
Acho q sou a única pessoa q entendo o q eu sinto pois quando tendo desabafar com os meus amigos ninguém tem tempo vontade ou paciência pra me escutar por isso prefiro escrever acho q é a única forma de exprimir td o q sinto ...
Em uma vida onde se perde quase sempre, e se ganha
quase nunca
Melhor um pássaro na mão do que dois a voar...
A voar...
Morena
Pra onde vai morena linda
Quero te acompanhar
Esse jeito sereno chama atenção
Pra onde quer que vá
Despertam olhares invejosos
De mulheres que não tem sua beleza
Pra onde quer que vá morena
Quero te acompanhar
Pois serei um nobre cavaleiro
Preste a cortejar
Essa linda morena.
Que alegra essa manhã
Ao passar
O vento em teu rosto
Palmeiras pra lá e pra cá
Assim como teu gingado
Não tem aquele que não olhe
Essa morena passar
É tanto brilho é tanta beleza
Que se perde com horizonte do mar
Na areia anda essa linda sereia
Morena brasileira
Pra onde quer que vá
Vou te acompanhar
Nesse sol de Ipanema
Nessa pele bronzeada
Deixa passar
Nas ondas do teu corpo
Nesses raios de sol
De licença para essa bela morena
Que passa
Pois sou eu quem acompanha
Seu gingado seu rebolado
Sua beleza
Morena brasileira
Vou contigo pra qualquer lugar.
Por onde ando trago no coração sentimentos de amor por .........
É que a vida não quer revelar seu nome.
Uma mulher linda como a perfeição.
Tão meiga e carinhosa que me fez esquecer a solidão.
"O silêncio é a sala de espera onde a sua alma senta e aguarda pacientemente você parar de correr para, finalmente, terem uma conversa séria."
Onde eu quero estar
Caminhos de Oxum e Xangô
Cobertos de justiça e amor
Onde encontrar-se ternura e ternura e admiração
Deito-me sobre esse cobertor
Aquele que engrandece a vida e dá calor
O que acalenta a alma e tem sustentação
Nascendo um imenso esplendor
Puxando-me de um abismo de dor
Acariciando o coração que bate palmas de devoção
Onde me acho, perco-me e aumento teor.
Livrando o coração do não entendido terror
Levando-me ao êxtase adoração sem que caísse em solidão.
Voe aonde estiver, e mesmo que as paredes te impeçam, sempre haverá uma janela, onde todo dia nasce um Sol.
“Onde quer que você veja um negócio de sucesso, pode acreditar que ali houve um dia uma decisão corajosa.”
Nunca esqueça de mim ,pois eu nunca esqueçerei de você...
Por onde eu caminhar estarei com você no meus pensamentos!
Passe o tempo que for estarei com você no meu coração...
Estarei sempre te observando mesmo se eu estiver na imensidão do paraíso ...
Deus uniu meu coraçao ao seu, e se por acaso você não sentir a minha presença , eu serei a brisa que toca o teu rosto pela manha ,A chuva fina no fim da tarde , a lua linda e brilhante que surgirá no céu em noites de luar, eu serei até mesmo as nuvens escuras do céu , olhe para o céu ... Eu estarei lá !
Sempre com você , na minha alma!!!
** CL
"O medo não é real, O único lugar onde o medo pode existir é em nossos pensamentos sobre o futuro. É um produto da nossa imaginação que faz com que tenhamos medo de coisas que não existem no presente e que talvez nunca cheguem a existir. O perigo existe de verdade, mas o medo é uma escolha; Somos nós que escrevemos nossa história."
As vezes me sinto um simples anjo em meio ao apocalipse que não sabe para onde voar e nem ao menos onde pousar.
Ninguém atrapalha ninguém de viver; as pessoas são livres para ficar onde querem estar.
Se escolhem permanecer ali é porque seu coração pede e o ser humano, sábio, sempre ouve o seu coração independente que a razão grite o contrário; afinal a razão não tem coração mais o coração sempre tem razão.
O que geralmente acontece é que as vezes insistimos em ouvir a razão pensando em estar fazendo o bem para o outro, quando na verdade faria bem a si se ouvisse o coração.
Autor ``anônimo``
Se eu fosse uma pipa
eu queria ser cortada
assim, ficaria livre pra voar
voar pra onde eu quisesse ir
ainda que uma hora eu tivesse que cair
aqueles segundos de liberdade
já me teriam valido a pena
Quero estar com você...
Não importa onde...
Nem importa quando...
Só quero estar com você até o fim.
Canção do Sannyasi
Faze vibrar o canto! A onde que nasceu
Lá longe, onde mácula alguma do mundo jamais chegou,
Nas cavernas das montanhas e nas clareiras das frondosas selvas,
Cuja calma nenhuma ânsia de luxúria, fama ou fortuna
Atreveu-se jamais a turvar, lá onde fluía a torrente
De sabedoria, verdade, e a bem-aventurança que as acompanha,
Canta alto este mantra – intrépido Sannyasin! – dize:
“Om tat sat, Om”
Rompe teus grilhões! Laços que te atam
De ouro reluzente ou de metal ordinário,
Amor, ódio; bem, mal; e todas as demais dualidades.
Sabe: escravo é escravo acariciado ou açoitado, nunca liberto.
Pois algemas, embora de ouro, nem por isso
Menos forte são ao encadear.
Então fora com ela – valoroso Sannyasin ! – fala:
“Om tat sat, Om”
Dissipa a obscuridade ! Fogo fátuo que agrega,
Com luz tremeluzente, mais sombra sobre sombra.
Extingue para sempre esta sede de vida que arrasta
A alma, de morte e nascimento, de nascimento a morte.
Conquista tudo, aquele que consquista a si mesmo. Sabe isto não te rendas
Jamais – bravo Sannyasin ! – clama:
“Om tat sat, Om”
“Quem semeia colhe” – dizem – e a causa trará
O inevitável efeito: o bem, bem; o mal, mal, e ninguém
À lei escapa. Pois qualquer que tome uma forma
Tem que aceitar os grilhões. Absolutamente certo ! Contudo, mais além
De nome e forma está o Atman, sempre livre.
Sabe que tu és Aquele – pertinaz Sannyasin – louva:
“Om tat sat, Om”
Ignoram a verdade aqueles que sonham sonhos tão frívolos
Como pai, mãe, filhos, esposa e amigo.
O Eu Supremo assexuado, de quem é pai, de quem é filho?
De quem amigo, de quem inimigo é Ele, que não é senão o Uno?
O Eu Supremo é o todo em tudo, ninguém mais existe.
E tu és Aquele – valente Sannyasin ! – afirma:
“Om tat sat, Om”
Só existe Um: o Liberto, o Conhecedor, o Eu Supremo !
Sem nome, forma ou nódoa.
Nele está Maya, sonhando todo este sonho.
Ele, a testemunha, manifesta-se como natureza e espírito
Sabe que tu és Aquele – denodado Sannyasin ! – exclama:
“Om tat sat, Om”
Onde buscas? Aquela liberdade, amigo, nem este mundo
Nem o outro te podem dar. Vã é tua procura
Em livros e templos. É só tua mão que agarra
A corda que te arrasta. Cessa, portanto, teu lamento,
Solta a amarra – indômito Sannyasin ! – exalta:
“Om tat sat, Om”
Dize: Paz a todos ! De mim não haja risco
Para qualquer ser vivo. Nos que habitam as alturas e
Naqueles que rastejam pelo chão, eu sou o Eu Supremo!
Renuncio a toda vida aqui e além,
A todos os céus, terras e infernos, a todas esperanças e temores.
Corta assim todos os teus laços – arrojado Sannyasin! – brada:
“Om tat sat, Om”
Não te importes mais como este corpo vive ou morre.
Tua tarefa está feita. Deixa que karma te conduza em sua corrente.
Que alguém te ponhas guirlandas e outro te maltrate
Esta carcaça – nada digas! Não pode haver elogio ou vitupério
Onde o que elogia e o elogiado, o caluniador e o caluniado são Um.
Sê, assim tranquilo – destemido Sannyasin! – celebra:
“Om tat sat, Om”
A verdade nunca medra onde habitam luxúria, fama
E cobiça de lucro. Nenhum homem que pensa em mulher
Como esposa pode ser perfeito.
Tampouco aquele que possui o mais ínfimo bem; nem
Aquele ao qual a ira subjuga pode trespassar as portas de Maya.
Portanto, abandona tudo isso – ousado Sannyasin! – glorifica:
“Om tat sat, Om”
Não tenhas casa. Que lar pode te conter, amigo?
O céu é teu teto, a relva teu leito e, alimento,
Aquele que o acaso te traga – bem ou mal cozido – não o julgues.
Comida ou bebida alguma corrompem aquele nobre Eu Supremo
Que se conhece a Si Mesmo. Tal como um rio impetuoso e livre,
Sê sempre tu mesmo – corajoso Sannyasin! – exprima:
“Om tat sat, Om”
Raros são os que conhecem a Verdade. Os demais te odiarão
E rir-se-ão de ti – Ó Grande! – mas não lhes faças caso.
Vai – Ó Livre – de lugar em lugar e ajuda-os
A sair da obscuridade do véu de Maya.
Sem temer a dor e sem buscar prazer,
Transcende a ambos – estóico Sannyasin! – recita:
“Om tat sat, Om”
Assim, dia após dia, até que exaurido o poder de karma,
Libera tua alma para sempre. Não mais nascimento!
Nem eu, nem tu, nem deus, nem homem! O “Eu” tornou-se o Todo,
O Todo é o “Eu”, é Beatitude, Bem-aventurança.
Sabe que tu és Aquele – audaz Sannyasin! – canta:
“Om tat sat, Om”
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