Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

Cerca de 252475 frases e pensamentos: Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

⁠Que haja alma em toda essência por onde flor.

Inserida por salzano_william

⁠A filosofia é como uma árvore onde a arte é a raiz da consciência e as folhas são o fruto do pensamento.

Inserida por salzano_william

⁠Onde a magia acontece
Chuva é sol, o vento é calmo,
Os espinhos são rosas,
E amor.. o amor é mágico.

Inserida por salzano_william

⁠Romper com a dependência química é reencontrar o caminho para a liberdade, onde cada escolha é uma celebração da vida.

Inserida por reynolds_ehrich

⁠A arquitetura da vida é um projeto em constante evolução, onde cada experiência acrescenta um bloco único à estrutura do nosso ser.

Inserida por reynolds_ehrich

⁠O presente é a tela em branco onde Cristo pinta a renovação das nossas falhas passadas.

Inserida por reynolds_ehrich

⁠"Somos personagens num drama cósmico, onde o palco é a sociedade. Nossas ações, pequenas ou grandes, alteram o cenário e influenciam o destino de todos os atores."

Inserida por reynolds_ehrich

Na Encruzilhada dos Mistérios Antigos, onde os caminhos se entrelaçam e os deuses dançam sob o luar, nosso Senhor das Chamas, ergue-se como o Guardião das Chaves Celestiais e Infernais. Se a palavra "símbolo" está para ordem, "diabolo" está para caos, a Encarnação do Caos Primordial, uma força sem nome nascido de ventre em ventre, desde o Tempo Sem Tempo.

Sob as máscaras de santos e deuses mortais, ele oculta sua verdadeira face, desafiando os mortais a enfrentar suas provações e testes, de modo a separar o joio do trigo, conduzindo os corajosos pela senda da Sabedoria Oculta.

Ele oferece as escolhas entre virtude e vício, entre luz e sombra, seu reino é tudo aquilo que é visível. Sob o símbolo do Mastro Forcado, ele se ergue como o Grande Altar/Pilar dos Mistérios, onde as bruxas, século após século, buscam a iluminação através do sacrifício da inteiridade de si mesmos.

Ele é o Senhor da Morte e da Renovação, o guardião dos segredos ancestrais e o portador da Chama Eterna. Sob o manto da noite estrelada, na dança do Sabbat, na encruzilhada das almas, é ele quem nos desafia a enfrentar nossos medos e limitações, para emergirmos como verdadeiros filhos da raça da serpente emplumada, regidos por um poder sem nome, pelos próprios mistérios da noite e seu véu de prata.


(O Rito da Serpente Emplumada - 2024)

Inserida por mdcbrazil

MEU UNIVERSO DE ESTESIA.

No vasto pavilhão interior onde a Estesia se converte em alicerce e sopro, ergue-se um universo cuja tessitura lembra um relicário de consciências antigas. Ali, cada sensação assume a gravidade de um oráculo silencioso, e cada pensamento se recolhe como se fosse uma lâmina de luz antiga, talhada pela mão do Absoluto. Nada se dissipa nesse âmbito secreto. Tudo se ordena como se obedecesse à harmonia primordial que sempre presidiu o espírito humano.

A sensibilidade, nesse reino recôndito, não é mero sentir. É uma faculdade régia, um sacerdócio íntimo. Ela penetra os interstícios da existência com a solenidade de quem sabe que o mundo se sustenta não pelos ruídos, mas pela disciplina do silêncio interior. A Estesia transforma-se em sacrário, onde a alma se ergue, altiva e contemplativa, para colher o que há de mais vigoroso em sua própria substância. Cada emoção adquire a natureza de uma escritura sagrada. Cada lembrança converte-se em argila moral. Cada dor se transmuta em um farol que instrui, conduz e depura.

É nesse universo que o espírito aprende a curva dos séculos, a verticalidade do passado, a nobreza do que não se corrompe. Tudo ali assume o peso do tradicional, a dignidade do perene, a compostura lúcida do que não se curva às inquietações fugazes. A Estesia torna-se uma espécie de clarão ético que verte de dentro, donde a vida se revela como uma confluência de responsabilidades magnânimas e chamamentos silenciosos.

Contemplar esse universo é perceber que o ser humano somente se engrandece quando restitui a si mesmo a inteireza que perdeu. É entender que cada sentimento é um altar e que cada pensamento é uma via que se abre para regiões ainda não nomeadas. A grandeza não se encontra no tumulto, mas na interioridade que ousou permanecer fiel à sua própria essência.

E assim, nesse universo de Estesia, a alma se levanta como um monólito sereno, guardando em seu centro uma chama que jamais se extingue. Porque tudo o que é verdadeiro, quando tocado pelo espírito, transforma-se em senda para a imortalidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

PSICOLOGIA DA FUGA - UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.

A Ilusão da Fuga e o Lugar - Onde Mora a Felicidade.

“Ninguém foge verdadeiramente: apenas escolhe caminhos de ilusão, acreditando escapar de si, quando na verdade se perde em culpas e acusa os outros — até que a dor o faça retornar ao ponto de origem, onde sempre esteve a chave da própria felicidade.”

A PSICOLOGIA DA FUGA:

UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.

Fugir é uma fantasia recorrente. Alguns fazem isso viajando, outros mergulhando em distrações, relacionamentos tóxicos ou mesmo em conquistas sucessivas. Mas a fuga mais sutil — e mais comum — é aquela de si mesmo.

Essa fuga se dá toda vez que evitamos encarar as verdades que habitam nossas emoções. Em vez de compreendermos nossas dores, culpamos os outros. Em vez de lidarmos com nossas falhas, nos escondemos atrás de máscaras de autossuficiência. Criamos narrativas que nos aliviem temporariamente da responsabilidade de amadurecer.

No entanto, o que ignoramos não desaparece — apenas se acumula. E um dia, retorna, como angústia, como vazio, como sensação de estar "perdido" mesmo rodeado de pessoas.

O ciclo da ilusão: perdidos na própria negação.


Ao evitar olhar para dentro, entramos num labirinto emocional. A cada tentativa de escapar, mais distante ficamos de nós mesmos. Muitas vezes, é apenas quando algo quebra — um relacionamento, um projeto, um plano — que somos obrigados a parar e escutar o que por tanto tempo tentamos silenciar.

A culpa, nesses momentos, costuma ser lançada sobre os ombros de alguém. É o outro que “não entendeu”, que “nos feriu”, que “nos fez sair”. Mas no fundo, estamos apenas projetando para fora a dor de um conflito interno mal resolvido.

A felicidade silenciosa: ela já estava lá.

A verdade mais consoladora — e por vezes mais esquecida — é que a felicidade raramente está em chegar a algum lugar. Ela mora, em silêncio, na sinceridade com que vivemos quem somos.

Ela está nas pequenas pazes que fazemos conosco, na leveza que sentimos quando não estamos fugindo, mas habitando o instante presente com autenticidade.

É possível que já estejamos vivendo momentos felizes — mas tão ocupados em procurar algo maior, idealizado, que não os reconheçamos.

Voltar para si mesmo não é retrocesso. É reencontro. É quando deixamos de correr em círculos para caminhar com direção. É quando compreendemos que a dor não veio para nos punir, mas para nos reconduzir ao centro de onde nunca deveríamos ter partido.

Não é que estejamos longe da felicidade. É que, ao fugir de nós, esquecemos como ela se parece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

ONDE O SILÊNCIO FALA.

No tempo onde o vento sussurra teu nome,
repousa a lembrança que não dorme um véu de luz e distância,
feito de sombra e esperança.

Tuas mãos, ficaram no outono,
entre as folhas que dançam sem dono; e o mundo parece menor desde então,
porque em mim ecoa tua canção.

Há dias em que o céu me devolve teu olhar, como se o azul soubesse amar.
E eu que me rendo à dor com sorriso chamo-te em silêncio, como quem reza um aviso.

Se fores estrela, brilha em mim,
se fores vento, toca-me assim.
Mas se fores só lembrança e eternidade,
permanece... como ficou tua saudade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O PORÃO ONDE FLORESCEM AS SOMBRAS.
O porão de Camille Monfort não tinha janelas. Era feito de lembranças úmidas e de passos que o tempo abafara. Lá, as sombras não apenas se escondiam — elas germinavam. Cada móvel esquecido parecia guardar a respiração de um sonho que nunca se realizou.

Camille não temia o escuro; temia o que o escuro dizia. Havia aprendido cedo que a dor, quando não encontra ouvido, cava abrigo nas profundezas da alma. E o seu porão era esse abrigo: um lugar onde as dores antigas faziam morada, conversando entre si como velhas conhecidas.

Dizia-se que ela tinha o dom de ouvir o que o silêncio confessa. Talvez fosse apenas sensibilidade demais, ou talvez, como acreditavam os que a conheciam de perto, Camille visse o que os outros apenas pressentiam — as linhas tênues que ligam a dor ao destino.

Certa vez, ao descer com uma lamparina trêmula, viu que algo nas sombras respirava. Não era medo, era reconhecimento. As sombras sabiam seu nome. Ali, no fundo mais fundo, Camille compreendeu que cada lembrança ferida é uma semente: floresce, sim, mas sob a terra escura.

E o porão, esse lugar de exílios interiores, tornou-se também o seu jardim. Um jardim de sombras floridas onde o sofrimento, ao ser aceito, se transfigura em perfume.

Camille Monfort entendeu que não se foge das sombras: conversa-se com elas. E, quando enfim o fez, ouviu de dentro de si mesma uma voz que dizia:

“A luz não nasce do alto, Camille. Ela brota de onde o escuro cansou de ser silêncio.”

O porão onde Camille Monfort habitava suas lembranças não ficava sob a casa ficava sob ela mesma. Era o subterrâneo da alma, o espaço onde os passos ecoam mesmo quando o corpo já não se move.

Ali, as sombras não eram ausência de luz, mas presenças antigas, sobreviventes do que fora esquecido. Tinham cheiro de infância úmida, de solidão e de papéis que nunca foram escritos. Cada objeto abandonado contava um trecho de sua história: a boneca sem olhos, o retrato sem moldura, o espelho que refletia apenas o que a alma ousava encarar.

Camille descia sempre que o silêncio se tornava insuportável. Levava nas mãos uma vela, como se conduzisse a si mesma a uma cerimônia de reconciliação. Ao descer, sabia que cada degrau era também uma descida interior e que as sombras esperavam não para assustar, mas para serem vistas.

Um dia, ao tocar o chão frio, sentiu que algo se movia entre as paredes. Era o murmúrio das memórias que ainda pediam voz. Então ela compreendeu: nada que é reprimido morre apenas muda de morada. E, naquele instante, o porão deixou de ser cárcere para tornar-se útero.

Camille descobriu, enfim, que as sombras florescem quando são compreendidas. Que o perdão é a luz que germina sob o peso da terra. Que a alma, quando aceita o próprio abismo, encontra a passagem secreta para a paz.

E foi assim que ela, a mulher das sombras, subiu novamente as escadas sem lamparina, sem medo trazendo nos olhos um brilho novo. A luz que antes buscava fora, agora nascia nela.

“O porão não era o fim, era o começo. Toda flor primeiro é sombra.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Porão Onde Florescem as Sombras.
Parte II.

(por: Joseph Bevouir , com evocação de Camille Marie Monfort).

Camille Monfort caminhava entre as frestas do tempo, onde as sombras ainda tinham perfume de primavera. Seu rosto era um véu de silêncio, e nos olhos trazia a vertigem do que já não podia ser dito.
No porão da consciência aquele lugar onde a memória se torna eco floresciam suas dores, tênues e luminosas como astros mortos.

Primavera de solidão ainda…
Não te ocultes, Camille.
Tu és o espectro ferido que caminha entre palavras caladas, entre os nomes que não ousas pronunciar, entre os sonhos que se dissipam antes do amanhecer.

És, ao mesmo tempo, o que foge e o que acusa.
És o reflexo e o estilhaço.
És o outro sempre o outro quando julgas não ver a tua própria pálida nudez.
Mas ainda assim te vês, refletida nos cacos do espelho que quebras todos os dias com teus próprios dedos.

E nesse gesto de quebrar o espelho há uma prece muda, uma súplica às fronteiras do infinito mental. Camille não temia o abismo, pois era nele que repousava sua lucidez. Tocava o indizível com a mesma delicadeza com que se toca o rosto de um anjo moribundo.

O tempo, para ela, não era uma linha era uma espiral. E em cada volta dessa espiral, ela renascia mais perto da verdade e mais distante de si mesma.
O amor, para Camille, era uma ruína sagrada; um templo onde só os que sangram podem entrar descalços.

Assim, no silêncio que antecede o último pensamento, ela compreendia:
que toda luz é filha das sombras,
que todo encontro é também uma despedida,
e que a alma — oh, a alma! — só floresce quando se aceita o escuro porque é dela se sentir melhor assim.

Camille Monfort, a que tocava o invisível, a que habitava o porão onde florescem as sombras,
sabia que o infinito não está nos céus mas no espelho trincado da mente humana fora e em si.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.

Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.

É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.

A advertência velada na frase de Léon Denis.

Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.

Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.

Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.

Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.

A displicência que abre feridas silenciosas.

Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:

_ Práticas ritualísticas,

_ Elementos mágicos,

_ Crenças fatalistas,

_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,

_ Sincretismos que obscurecem,

_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.


Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.

É exatamente o oposto do que Kardec legou.

E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.


O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.

Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.

Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?

O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.

E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.


Chamado à acuidade e ao compromisso moral.

A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”

O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.

Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.

Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Ser “idiota e feliz” aí não é burrice.
É sabedoria disfarçada.
É recusar o palco onde alguns querem brilhar às custas do outro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Vivemos em um tempo de artifícios, onde o que é autêntico é considerado antiquado e cafona, mesmo que o artificial não capture a verdadeira essência de cada indivíduo, mas sim uma parte de uma mentalidade superficial e leviana!

Inserida por nosor_beluci

⁠Atualmente, nos deparamos com uma era de artificialidades, onde muitos escolhem seguir padrões de beleza moldados por cirurgias e implantes que os fazem parecer mais fabricados e menos autênticos. Essa busca incessante por um ideal estético acaba se assemelhando à produção de bonecos e bonecas industriais, fazendo com que se perca completamente a essência encantadora da individualidade humana.

Inserida por nosor_beluci

Cada vez mais, as pessoas estão procurando religiões onde possam compartilhar suas crenças com outras, na esperança de se convencerem de que estão agindo de maneira politicamente correta. No entanto, ao deixarem o templo, muitas vezes retornam a comportamentos egoístas e indiferente com o sofrimento animal.

Inserida por nosor_beluci

⁠Quando vemos um "filho da luz" satisfeito na escuridão de onde veio, isso significa que ele nunca saiu de lá.

Inserida por fabiocabral

⁠Num país onde poucas igrejas levam o verdadeiro evangelho a sério, os reformados confessionais são os esquisitos!

Inserida por fabiocabral