Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Me espere,
irei lhe encontrar em alguma realidade onde nós dois demos certo,
onde eu consegui te ter,
onde eu não sofri,
onde o amor não me matou.
Onde você está?
Por que não consigo te ver?
Será que ainda poderemos nos encontrar?
Por que não te vejo em lugar nenhum?
Será que te perdí?
Ou será que nunca te tive?
Talvez eu não saiba que penso em você.
Não me lembro do que sonho quando acordo.
Mas... As vezes; Eu quero não acordar.
Ou talvez valha a chance.
Se você for quem eu penso ser.
Nós realmente nos conhecemos?
Ou ninguém é capaz, de conhecer além de sí mesmo?
Pois em mim;
Não sei onde você está.
Onde você está?
Pressa
Percebe a tua pressa, onde você está indo que sempre julga-se, estar atrasado.
Nada nesta vida tem um horário mais marcado que a sua felicidade.
Mas que felicidade, estou falando?
Ora, da felicidade interior, aquela que aquieta a alma e embala o espírito.
A pressa não combina com a harmonia, ela destoa na perfeição.
Observando as águas do rio,
fiquei a pensar,
para onde elas poderiam me levar,
por quais caminhos eu teria que passar
quando observei sua resiliência,
e sua capacidade de adaptar,
encontrei forças para então continuar.
Vivemos uma triste época onde pessoas buscam desesperadamente por razões para se sentirem ofendidas, e usam o vitimismo como ferramenta de escape para alimentar suas próprias limitações e deficiências.
UM SOPRO DE ESPERANÇA
Em meio ao turbilhão de presságios e temores
Onde homens insanos, provocam aflições, impetram dores.
E na exposição de tola força, matam e riem-se, vorazes enganadores.
Sem almas, sem crenças, sem princípios ou valores.
Há ainda um restolho no meio dessa matança.
Uma razão para crer, para reavivar a esperança.
É preciso se ater a alguma coisa bela, para manter a confiança.
Se alegrar com o sinal de vida, embora dói muito, o choro da criança.
Porém, vivas ainda estão, a fé e a paz, sim, em algum lugar
Cessarão a guerra, a dor e o matar.
Viva está, a alegria, a reunião de amigos, o domingo a tarde no parque.
Não está tudo tomado nem destruído, há amor, em Israel, na Palestina, no Iraque.
Sim, viva está a fé, a prece e a devoção.
O mal quer que você acredite, que é tudo morte, desespero e depressão.
Não , um sopro de esperança, resiste em seu peito e no meu.
Embora também vivo, esteja o diabo dentro dos homens, alcançando seu apogeu.
Está para sempre vivo, o imbatível e inesquecível, a esperança se chama Deus.
Refúgio da alma
Refazer em faces únicas
Gesto do ser
Intenso onde devasta suas linhas
Aventura nas entrelinhas apaixonantes
Leve mostra a amplitude
Das linhas que haverá de descobrir.
Imagine-se em uma aventura épica que começa nas profundezas do ser, onde um espermatozoide, como um herói improvável, desafia a escuridão para encontrar o óvulo, dando início a um encontro cósmico.
Nessa jornada, cada célula em desenvolvimento é como uma estrela nascendo no universo de um novo ser. A fecundação é o Big Bang de uma existência singular, onde órgãos, sistemas e histórias são forjados nas estrelas do embrião.
À medida que o feto cresce, ele se torna um explorador do cosmos uterino, crescendo em um espaço que é vasto, mas ainda desconhecido. O desenvolvimento fetal é como uma expedição intergaláctica, com o cérebro se tornando o centro de controle, o coração a estrela-guia e os pulmões as antenas para a respiração cósmica.
Finalmente, o nascimento marca o lançamento do foguete da vida, e a infância é uma fase de exploração de um novo planeta, repleto de descobertas surpreendentes.
À medida que a adolescência se aproxima, o herói da nossa história começa a amadurecer, como um planeta em formação. A busca pela identidade e o desenvolvimento emocional são os desafios dessa fase.
A entrada na idade adulta é como o início de uma civilização, com escolhas que moldarão a sociedade do ser, incluindo educação, carreira e relacionamentos.
A maturidade é uma jornada de autorreflexão e autodescoberta, onde o indivíduo se torna um explorador de seu próprio eu. Cada ruga é uma constelação de experiências.
À medida que o tempo avança, a idade avançada nos lembra que somos feitos de poeira de estrelas e que a vida é efêmera, como a passagem de um cometa.
Finalmente, a morte não é o fim, mas uma transformação, uma jornada de retorno às estrelas, onde cada partícula que compunha esse ser volta a contribuir para o cosmos.
Nossa jornada é uma odisséia cósmica, uma revolução única e contínua, onde cada ser humano é um universo em si, explorando o espaço e o tempo. A vida é a maior aventura, e cada um de nós é o capitão de sua própria nave, explorando o vasto universo da existência.
_Na praia onde o azul do mar beija a areia dourada,_
_O sol no céu alto, uma cena _encantada,_
_Duas pessoas apaixonadas,
_caminhando devagar,_
_Com a pitbull leal, a fiel companheira a brincar._
_O mar, um espelho reluzente, reflete o seu amor,_
_Enquanto a pitbull brinca, saltitando com fervor,_
_O tempo parece parar, nesse cenário de sonho,_
_Emoções profundas como o oceano, sem fim e sem tom._
_Sob o abraço do sol, a história se desenrola,_
_Você ao meu lado, o amor que cola,_
_Duas pessoas, um amor especial,_
_Na praia do amor, nossas vidas se torna genial._
Diego Bosso
A depressão junto a ansiedade é um labirinto sem saída,onde me perco em pensamentos negativos e angustiantes.Sinto-me afundando na escuridão da depressão com as mãos dada a ansiedade,busco desesperadamente uma luz ou fim dela.
"A realidade é que estamos vivendo em uma geração onde nada está bom e tudo incomoda, inclusive a verdade."
Lares Desfeitos
Em meio à vastidão de salas vazias,
Onde outrora ecoavam risadas e gritos infantis,
Resta agora o silêncio, a memória dos dias
Em que a família se reunia, sem perfis.
Olho para as fotografias empoeiradas,
E vejo faces que o tempo levou,
Rostos jovens, esperanças aladas,
Agora apenas sombras do que restou.
A mesa posta para muitos, agora serve a um,
O relógio da parede, com seu tique-taque incessante,
Marca não só as horas, mas o ritmo de um mundo comum,
Onde cada membro da família parece tão distante.
E, ainda assim, na solidão do meu canto,
Sinto o calor, o amor, o encanto
Da família que, mesmo dispersa, nunca se vai,
Está nas memórias, nos sonhos, nos laços que a vida nos trai.
Ah, família! Mesmo quebrada, fragmentada,
És a âncora, o porto, a jornada.
E embora a vida nos leve por caminhos separados,
Nos teus braços, sempre voltamos, renovados.
Ascensão das Sombras
No vórtice do abismo, onde o nada se esconde,
O grito da alma, na escuridão, responde.
Cada cicatriz, cada chaga do passado,
Revela o que vencemos, o que foi superado.
Não surgimos titãs sem ter sido grão de areia,
Sem sermos dilacerados pela fúria alheia.
Pelos vendavais, pelo veneno das dores,
Nas cinzas da derrota germinam os fulgores.
Decomposição e renovação, dança da existência,
Fragmentado, reerguido, em eterna resistência.
E quando o fim parece ser a única saída,
O cosmos nos atrai, chama para a vida.
Erguendo-se além das trevas, da matéria vil,
O espírito se alarga, imenso e sutil.
Pois em cada ruptura, em cada desalinho,
Surge o caminho estelar, nosso destino divino.
Em meio de gritos de desespero, exclamou de solidão na escuridão me pressionado no vazio. Onde foi parar a minha luz e esperança? Porque me abandonará tão cedo, larga-me sem auxílio de carinho. A sombra de meu ser se encontra em certa. Onde foi para o meu amor? Deixou -me no abismo de emoções sombrias para aguda mais em desespero. Tirei-me daqui mesmo que for me acolher nos braços das trevas. Leve-me embora não me deixe aqui com os meus gritos silenciosos.
Harmonia nas Paredes: Um Ode ao Lar
No crepúsculo suave da existência, onde os sonhos dançam com a realidade, emerge o lar, majestoso e sereno. Não é apenas uma morada, mas uma canção entoada pelo coração da família, uma sinfonia de afetos que ecoa pelos corredores do tempo.
Cada tijolo é um testemunho de esforços entrelaçados, cada janela uma moldura para os raios dourados da conquista. O lar, esse santuário de esperanças enterradas no solo da paciência, é um símbolo erguido com as mãos calejadas da perseverança. É o eco de sonhos sussurrados nas noites insones, um poema gravado nas paredes que ecoa a melodia da jornada compartilhada.
Dentro dessas paredes, a família tece o tecido de suas memórias. Cada canto, um altar para a celebração das pequenas vitórias diárias; cada cômodo, um palco onde se desenrola o drama terno da vida cotidiana. O lar é uma tapeçaria viva, onde risos ressoam como notas musicais e lágrimas são entrelaçadas com fios de compaixão.
No aconchego da sala, segredos são compartilhados como pétalas delicadas que se abrem ao calor do sol. Na cozinha, o aroma de refeições partilhadas transcende o simples ato de nutrir o corpo, alimentando a alma com a essência do convívio. O jardim, um santuário de contemplação, testemunha os ciclos da vida, refletindo o crescimento dos filhos como flores que desabrocham sob o cuidado amoroso da família.
Em cada pôr do sol que pinta o céu de tons dourados, o lar se revela como um farol de estabilidade. No abraço silencioso das paredes familiares, encontra-se um porto seguro onde as tempestades do mundo exterior desvanecem. É aí, na quietude do lar, que a família se reúne para traçar mapas de estrelas nos céus de suas esperanças compartilhadas.
A importância do lar como símbolo de realização transcende as fronteiras do concreto e do material. É uma poesia entrelaçada nas páginas da vida familiar, uma história que se desdobra em capítulos de amor, crescimento e compreensão mútua. Cada tijolo, cada móvel, conta uma parte dessa epopeia única, uma canção que ecoa além do presente, reverberando nas gerações futuras.
Assim, o lar, com sua aura mágica e poesia encantada, é mais do que uma construção. É o cenário onde a dança efêmera do tempo encontra a eternidade nas memórias construídas. É o coração pulsante de uma família, onde o amor floresce como um jardim perene, alimentando a jornada da vida com a beleza da união e da realização.
Nas pegadas de um formigueiro, a sociedade minúscula se movimenta em um mundo paralelo, onde a união e o propósito são tão essenciais quanto em nossas vidas.
