Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
No calvário onde o mestre Jesus foi morto não havia motivos visíveis para Ele perdoar e sorrir, mas Jesus não dependia deles, criava-os Ele mesmo.
Melania Ludwig
23 de abril de 2011
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Hoje é dia de uma prece ecumênica, onde todos os povos, sejam quais forem suas crenças, possam em uníssono, fazer intenção por um mundo melhor!
Não importa para onde eu vá e sim para onde eu quero voltar.
Mãe eu posso querer ser a mais louca viajante no mundo mas quero voltar sempre para teus braços e de toda minha família.
Está foi uma das lições que eu aprendi na vida... Eu posso Ser quem eu quiser e tenho um porto seguro para voltar.
Obrigada minha Mãe por ser a melhor Mãe do mundo.
Para que justificar tentar provar inocência onde todos veem que é culpado. Vai precisar de um advogado melhor.
Vivo em um mundo onde jovens criticam escritores, ditadores, matemáticos e presidentes, porém até hoje não trouxeram benefícios ao mundo ou finalizaram uma mera faculdade.
Amor por onde andas o coração do homem
já não encontra?
Tão cruel e tão frio?
Por que fugiste deixando que a humanidade se destrua
permitindo que pais e filhos já não se reconheçam
Deixando o homem mais inconsciênte
Destrua o que de belo o homem extermine tantos seres a quem Deus deu o direito de viver.
E que o homem mantenha em cativeiro o que Deus deu o direito a liberdade
Permitindo que o homem maltrate os animais que ajudaram em sua sobrevivência.
E que homens extermine as matas.o verde da natureza que forneceu-nos o oxigênio tão necessária vida.Permitindo que contaminem a habilitar no coração do homem,para a preservação dessa natureza bela que nosso Deus criou...
Amor volta depressa
Não permita que a natureza sofra mais com sua ausência!!!
Dia dos Namorados??? Namorados!!! De que serve, saudade mesmo é dos tempo onde tudo era uma festa, e não dias Vazios, sem sentidos, sem Nada...
- FALA BONITO NO STATUS, MAS NA VIDA REAL NÃO DÁ EXEMPLO. REDE-SOCIAIS PARECI UMA PEÇA TEATRAL, ONDE A MAIORIA DAS PESSOAS PASSAM PARA OUTRAS, AQUILO QUE ELA REALMENTE NÃO É.
Até onde somos capazes de arriscar? Até onde vão os nossos limites? Precisaremos sempre errar e nos arrepender logo em seguida? Somos tão previsíveis...
Felicidade, Felicidade onde estas?
Te procuro e não te encontro...
Onde estás?
te procuro a tanto tempo...
Sei lá, me perdi no tempo!
Será que é desta vez?
Há Felicidade, não me engane...
Já é tempo,
Felicidade estas brincando comigo?!?
Felicidade oh Felicidade não me deixe; te procuro à tanto tempo.
QUANDO UM FILHO SE TORNA PAI DE SEU PAI
Bom dia
Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai na morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo Zé acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
– Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
– Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
Publicado no jornal
Zero Hora
Que nossos filhos saibam o sentido da vida e nos digam sempre onde estão !!!
A vida é uma escola onde muitas vezes regredimos da Universidade pro Jardim de Infância.
*** Lili Mouriño ***
