Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
Cuido da minha vida, sou o que eu quiser, e não tento fazer do costume alheio o motivo para ostentar minha fé.
Minha filha é meu cárcere definitivo.
Não por falta de liberdade, mas por excesso de amor.
27/01/2026
Claire…
teu nome me chama sem som…
como se o tempo soubesse
que minha busca
tinha um fim… e era você.
Hara…
coisa rara…
mais que flor que não despetala,
mais que estrela que não morre,
tu és o sopro onde eu nasci.
Eu vi teu rosto antes de sonhar.
Eu caí em ti…
como quem volta pra casa
sem saber que havia partido.
Claire…
por que teu silêncio sabia meu nome…
mesmo antes da dor ter voz?
E eu grito por dentro,
no exato lugar
onde teu peito dizia:
“fica”.
Me abraça com tua ausência…
e eu juro…
tudo que faltava em mim
agora se chama
Hara.
Claire…
não precisei te tocar…
pra saber que minha pele
só reconhece o mundo
depois de ti.
Claire…
não fala nada.
Só sente.
O que a gente é…
ninguém entende.
Mas entre o antes e o depois…
só ficou o teu nome
escrito
na parte de mim
que nunca morre.
🖤 Hara.
Um breve relato da minha vida depois que fui diagnosticado com o transtorno de ansiedade.
Não tenho mais calma, e, muito menos paciência em certos momentos da minha vida, mas uma coisa é certa, tenho dentro do meu ser, uma coisa que é fora do normal, que é o meu discernimento em fazer as coisas da melhor forma possível, as quais eu não abro mão.
A minha adrenalina esta de forma tão acelerada e com isso aumentando a minha pressão cardíaca de tal forma que posso ter um AVC ou uma parada cardíaca a qualquer momento, a última bateu 19x9 no último dia 02 de janeiro, o qual fui parar no hospital.
A minha ansiedade é algo que me faz pensar no amanhã, por maior que ele ainda seja inexistente em minha vida.
Vivo com tremores musculares corretamente, os quais eu sinto e não sai como controlar de tamanha esta sendo a minha ansiedade.
São formigamento no meu corpo os quais me tiram a paciência constantemente.
São ânsias de vomitar o tempo todo.
São lágrimas que escorrerem pelo meu rosto sem pelo menos eu saber o porquê.
Se perguntem ai!
Será que você sabe o que eu estou passando?
Acho que não.
Vocês sabem o que passar dias sem dormir?
Pois eu fiquei 3 dias sem dormir, e mesmo assim eu fui trabalhar e cumprir a minha missão da melhor forma possível, e, isso eu faço todos os dias por mais por mais difíceis que eu esteja passando.
Sinto a falta de um simples abraço, ou, de uma boa conversa, as quais eu mais preciso neste momento para aliviar a minha dor e sofrimento, pois a ansiedade causa isso.
São lágrimas que vem no meu rosto a escorrerem sem motivo algum, e o pior do nada, é ai, que eu fico mais triste ainda não entendendo o motivo delas escorrerem em meu rosto, justamente comigo que sempre fui uma pessoa ativa e alegre.
Peço a Deus todos os dias que me liberte desta tempestade, me trazendo a tranquilidade e minha paz interior novamente.
Termino o meu texto com essa frase.
Ansiedade não é frescura e sim uma doença mental que nos leva ao desespero constante.
Fiquem com Deus.
Fábio Solla.
Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.
MINHA ESCURIDÃO É INFINITA
Eu medi a minha escuridão e descobri que ela é infinita. Diante disto, propus-me a me olhar com outros olhos. Procurei luz na alma, mas só havia sombras. Isso inquietou-me diante da improbabilidade de ver a luz. Então me recolhi, mantendo-me na minha pequena insignificância, porém, não me dei por vencido.
Eu já tinha visto a luz, mas o ego a sufocava. Procurei me despir dele; havia camadas, e lutei com as forças que me restavam. Eu estava cego, pobre de espírito e nu! Mas quem disse que eu estava nu? Meu próprio ego. A briga sempre foi intensa, de causar exaustão.
Procurei sair da bolha em que me meti. Tentei alçar voos, mas sempre era reprimido. Quase tudo que me cercava eram trevas, devido à bolha. Tornei-me um monstro, um ser sem vida, buscando vidas em outras dimensões.
A batalha dual se acirrou, sendo que eu mesmo era o espectador. Eu torcia pelo mais forte, só que, no momento, o mais forte era o obscuro. Os outros "eus" que existem em mim, ambos os lados, não levantavam a bandeira branca, e eu seguia inquieto na expectativa do vencedor!
Por fim, alcancei o chão e, de espectador, resolvi entrar na briga. Foi quando comecei a enxergar um filete de luz na minha vasta escuridão!
DOS RUMOS DO MUNDO TRANSITÓRIO
Como hei de sustentar // minha alma corrompida?
Como hei de conseguir // avançar no meu tempo?
A alma está inquieta: // são tempos transitórios,
tempos muito mutáveis, // onde o mundo me convida
ao grande baile da vida, // em cenário que é tosco,
e que é impregnado // de falsos sofismas.
Eu desci alguns níveis // para tentar compreendê-lo,
e por fim senti // uma enorme compaixão.
Procurei um salvador, // mas o que eu vi foi
a luta de "Eu" // versus o mundo.
O mundo que eu vi // era uma terra arrasada;
não havia ternura // e o colorido era opaco.
Desviei o meu olhar // para a outra banda do mundo,
e vi o caminhar // de um velho sábio que dizia:
"Tudo é pura mudança: // o amor, a paixão,
a integridade // e tudo quanto se toca!"
Eu perguntei-lhe: // "E a essência dos homens?"
A resposta veio forte // como espada de dois gumes!
"A essência," disse ele, // "já vem de outros mundos!"
A turbulência em mim // aumentou e não pude
entender o mundo // das coisas ao meu redor.
Tudo é um cenário // de cartas já marcadas,
e também um teatro // que é simples e barato!
Mas eu segui o meu caminho. // Quem sabe o que virá
nestes novos tempos? // Tempos sombrios de luta,
onde quase tudo // é tão transitório e temporal!
Eu insisto no amor // e na essência do perdão,
pois o que resta é // aquietar a minha alma
e aguardar os tempos // que ainda são vindouros;
sem ter muitas expectativas // para não dar vazão
à negra desesperança. // Hei de combater
de maneira intrínseca, // e afastar o bem precioso
da Vida, com sua essência, // dos rumos deste Mundo
das coisas que transitam // ao redor dos meus passos!
E se eu vier a falhar, // ao menos tentei...
O Ponto Fixo do Trânsito
O Agora é a minha única morada, o ponto exato,
a quietude que o caos me permite reivindicar.
Se o defino, ele já é Presente-Passado,
a matéria de memória, a substância de tudo que o riso dos deuses levou.
Não é um vazio findo, mas o volume da minha história,
a textura viva da cicatriz que me torna necessário.
Mas o Agora é também, e sem trégua, Presente-Futuro,
a tensão que me impede o ócio inabitável.
É o vetor da força que move o Ser para o devaneio lúcido—
a criação de um paraíso possível,
mesmo quando a lucidez me diz que ele é breve.
Pois sei que as coisas transitam ao meu redor
e a minha perspectiva é o único centro real.
Se o mundo gira e a folha cai,
minha presença é o ângulo irrepetível
que dá forma e cor à velocidade do trânsito.
Os Deuses, lá no alto, podem rir da minha seriedade,
rindo da minha busca por um sentido,
zombando da pequena chama da minha vontade.
A gargalhada deles é a confirmação:
A vida é regida pela ironia lúdica, não pelo mérito.
Mas a síntese é a minha resposta:
Eu não preciso de um plano perfeito.
Eu sustento a minha existência apesar do riso,
criando o meu próprio éxtase no intervalo.
Eu sou necessário para completar a canção,
e mesmo sabendo que o futuro é incerto,
eu carrego a coragem indiferente de quem sabe:
O ato de estar aqui, no Ponto Exato do Agora,
já é o maior e mais belo de todos os propósitos.
Minhas dores me destroem,
Minha mente dói,
Meus pecados distintos,
Saborosa e intensamente
E você é o maior deles.
Um som leve, quase inaudível, como se alguém tivesse suspirado no exacto ritmo da minha respiração, atravessou-me.
As sensações que viajam comigo, na mochila às costas, cheia de mim, essas eram pertença minha e ninguém as podia roubar.
Se fosses um aroma ia te desenhar em minha memoria para te coroar;
Em linda e expansiva explosão de cores que reagrupam o que no peito jaz vivido.
Nessa tarde que tem cheiro de sorriso; Invade em todo meu ser mil pensamentos no seu sentido.
Eu tinha tanta paz na minha vida, te conheci e cai direto no inferno, mas eu amava estar lá com você. Desse mesmo inferno eu mergulharia para te trazer de volta, mesmo voltando a ter paz sem você.
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