Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

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Deve-se usar da liberdade, como do vinho, com moderação e sobriedade.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

É próprio das grandes almas desprezar grandezas e almejar mais o médio do que o muito.

A nossa imaginação gera fantasmas que nos espantam durante toda a nossa vida.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Os lugares de chefia fazem maiores os grandes homens, e mais pequenos os homens pequenos.

As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

Nós apenas trabalhamos para encher a memória e deixamos o entendimento e a consciência vazios.

Existem pais estranhos, dos quais a vida inteira não parece ocupada senão em preparar razões para os filhos se consolarem pela morte deles.

Hoje, setenta por cento da humanidade ainda morre de fome... e trinta por cento faz dieta.

É preciso que um autor receba com igual modéstia os elogios e as críticas que se fazem às suas obras.

Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos.

O escravo apenas tem um senhor, o ambicioso tem tantos quantos lhe puderem ser úteis para vencer.

Parece, Meu Caro ..., que as cabeças dos homens mais notáveis minguam quando se reúnem, e que onde há mais sábios, há também menos sabedoria. Os grandes grupos, prendem-se tanto aos momentos e aos vãos costumes, que o essencial não vem senão depois.

Nas revoluções políticas os povos ordinariamente mudam de senhores sem mudarem de condição.

Os que têm tentado reformar os costumes do mundo, no meu tempo, com opiniões novas, reformam os vícios da aparência; quanto aos da essência, deixam-nos intactos, quando não os aumentam.

O homem mais sensível é necessariamente o menos livre e independente.