Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

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A mídia é uma grande ilusionista que ilude o povo enquanto ele é roubado dos seus direitos, das suas condições, da sua vida.

Muitas vezes, o deboche não passa de uma confissão inconsciente.

O planeta é como uma célula, junto a trilhões de outras células, dentro de um corpo, e o corpo é o universo, e o universo é o que está dentro de cada um de nós.

Antigamente, a escravidão era física, com chicotadas. Hoje, vivemos uma escravidão mental, com banqueiros, investidores e financiadores usando meios de comunicação e mídia para nos aprisionar. Criam valores falsos, nos distraem e nos impedem de refletir. As dores dessa escravidão são ansiedade, tristeza e estresse, sem que percebamos de onde vêm. Vivemos em um sistema que nos mantém mentalmente escravizados.

A liberdade não é uma prática; é um sentimento.

Para promover uma grande mudança, o essencial é não ser indiferente ao que acontece.

Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.


Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!


O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.


Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.

Enquanto houver vida no planeta, solidão é uma ilusão criada pela própria mente.
O que faz sentir-se só é só o próprio abandono de si mesmo.

O maior arrependimento que uma pessoa tem após estar próximo da morte é não ter acreditado que ela um dia chegaria e perceber que não viveu como gostaria.

Quem não arrisca com medo de sofrer tem uma enorme tendência a se arrepender.

O deboche vem de uma momentânea vaidade prazerosa e infeliz.

A melhor forma de vencer uma competição é não competindo.

Se você aceita uma pessoa do jeito que ela é, mas a pessoa não aceita você do jeito que você é, aceite que a pessoa não te aceita e procure quem te aceite.

Os degraus da consciência não têm fim e são permanentes; cada passo é uma percepção maior.

A solidão é uma ilusão enquanto houver vida.

Estamos em uma sociedade que estimula o ego.

Não vivemos uma democracia; vivemos uma ditadura banqueira-empresarial.

A humanidade é uma grande família que ainda não tomou consciência disso.

A matemática da vida possui equações que nunca conseguiremos decifrar, porque somos regidos por uma força variável, porém, incontestável chamada sentimento.

⁠Sou apenas um dedo quando se precisa de uma mão,
Apenas o tudo de um cruel não,
Sou o que sou, apesar de não ser nada,
Sou a paz tão falada,
O enterro de uma vida condenada.
Sou a guerra tantas vezes praticada,
Sou o que aceito ser, mas não sou proveito,
Sou o amor negro, amor sem sossego,
Sou só entre mil,
Sou a maravilha que ninguém jamais viu,
Sou o negro do céu azul anil,
Sou a peste, a quem tantas vidas destruiu,
O motivo da guerra,
O início da farra,
O tigre sem garra,
A escrita que o homem apagara,
O inferno e sua dor,
Uma vida sem amor,
O espinho de uma flor,
Do perfume, o odor,
O infinito,
O menos bonito,
A calúnia tantas vezes dita,
O caminho à terra prometida,
Eu sou a essência do teu amor.