Minha Amiga Debutante

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⁠Nada me deixa mais feliz do que a sensação de liberdade quando toca a minha música favorita e eu danço. Danço como se o mundo fosse meu.. e talvez ele seja!

Graças a Deus — que existe e, lá de cima, tá vendo tudo. Batalho ferozmente a minha paz.

Eu acreditei tanto em você. E o maior motivo da minha crença não eram as nossas risadas, os nossos carinhos, as nossas tardes de conchinha, as nossas noites de gordinhos, os nossos programas de índio, as nossas viagens de improviso, os nossos segredos contados pelos olhos, as nossas descobertas, o nosso amor. Nada disso era o meu maior motivo. Nenhuma briga resolvida, nenhum ciúme infundado, nenhuma discussão com final feliz, nenhuma manha de menina mimada, nenhuma pessoa que tentou atravessar nosso caminho e não conseguiu. Não era isso que me dava certeza de você. Eu acreditava em você, porque você foi a primeira pessoa que me fez acreditar em mim.

Que não sejamos um casal de uma historia, mais eternos escritores...Tu és a minha alacridade, minha diva, é o sinônimo da palavra amor.

Tem dias, que desejo só minha sombra como companhia, eu não entendo, pois no dia seguinte, tudo que mais quero é alguém do meu lado.

Seus sentimentos e reações são automáticos e previsíveis; os meus não. Eu crio minha vida espontaneamente, enquanto a sua é determinada pelos seus pensamentos e emoções do passado.

Por vezes a saudade é tão grande! Que me pego segurando minha Alma para ela não sair a sua procura!

Minha imagem do paraíso? Taí, nunca parei para pensar. Qualquer coisa colorida, cheia de nuvenzinhas, anjinhos, a gente pulando de uma nuvem pra outra. Um negócio assim, tipo Hollywood.

Maysa Quando fala o Coração

Nota: Frase da minissérie "Maysa, Quando Fala o Coração"

Aprendi a confiar no que realmente penso e sempre pensei essa é minha maior verdade.Quando sigo os princípios que estão dentro de mim e não deixo me influênciar pelo que os outros pensam.

Pra esse semana:

Deus em minha vida;
Alegria de viver;
Força de vontade;
Foco nos objetivos;
Passos decisivos;
Atitudes Confiantes;
Esperança em dias melhores;
e Fé para ver o impossível acontecer!

Priscilla Rodighiero

Se eu fecho os olhos, minha mente desenha você
Tapo os ouvidos, mas consigo escutar sua voz
Só de pensar que nunca mais eu vou te ver
Dói, dói, dói

Sofrer é passado. Hoje é assim: minha felicidade primeiro, suas decepções depois.

“Você chegou.
Te reconheci.
Já havia estado ali.
Você minha certeza.
Logo te gostei.
Beijei sua face.
Ate sentirmos.
O amor mais puro”

O espetáculo deve continuar! Por dentro, o meu coração está se partindo... Minha maquiagem está derretendo... mas o meu sorriso... permanece!

Ele pega a minha mão e me puxa para um abraço, que eu aceito de bom grado, meu lugar favorito no mundo inteiro.

Minha vida boêmia

É na noitada que aprendemos o prazer de virar o dia.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

⁠Prefiro morrer tendo falado a minha maneira do que falar da sua maneira e viver.

Sócrates
PLATÃO. Apologia de Sócrates.

Superficialidade nunca foi muito coisa da minha vida. Talvez fosse algo com um patamar muito avançado, como um vestido de quinhentos e treze dólares em uma loja de grife. Ou talvez fosse algo tão simples quanto comprar maquiagem em uma loja de R$1,99. Como se os sentimentos precisassem ser tachados com preços tão suficientes ou insuficientes. Como se esses sentimentos acabassem como um toque de mágica por conta da última liquidação da loja barata da esquina.
Não sou dessas pessoas que acabam perdendo a paciência à espera do grande amor, ou à espera do despertar de certos sentimentos. Confesso, e não com muita vergonha que sonho tanto, que vezenquando fecho os olhos enquando me escorro no parapeito da janela sonhando com certos momentos, imaginando se algum dia aquelas ceninhas meio-que-chicletes que ocorrem em certos filmes românticos, acontecerão comigo. Mas de repente, bato minha cabeça no canto da janela, e percebo que sonhar não é tão bom quanto parece.
Ao menos nos dias de hoje, muita coisa (a maioria, confesso) nunca é como parece ser. A realidade é que comprar amizade, e amores bem resolvidos está tão fácil quando comprar um tênis falsificado de uma marca famosa. E tudo isso, se desgasta. O tênis, e os sentimentos, claro.
Mas não quero algo qualquer entrando na minha vida. Eu quero a realidade, a boa e velha realidade. Não sorrisos forçados, como em uma conversa de parentes que não se viam à muito tempo. Eu quero sorrisos, não bocas abertas mostrando os dentes por qualquer besteira. Quero abraços, não duas pessoas se “encostando” de braços abertos enquanto desejam tudo de melhor para umas às outras. Quero amizades verdadeiras, não viver só coisas boas numa roda de conhecidos, e de repente, em meio ao temporal não encontrar nenhum guarda-chuva para me proteger. Quero amor, não palavras decorradas, não apenas sorrisos bobos. Quero amor, e não pessoas que vivem se entregando pra aqueles que não merecem nem um pouco esse tipo de sentimento.
Quero continuar à escrever tudo o que eu penso e tudo o que eu sinto. E não apenas fingir, para iludir as pessoas com sóis que nunca irão sair antes de muitos temporais.

⁠Boa noite minha rainha
Minha musa inspiradora
Minha flor de sintonia russa;
Que a sua noite tenha o crepúsculo imensuravelmente do tamanho que caiba em seu coração!
Tenha sonhos suaves e solidificadas de amor e paixão;
Haaaaaa... Como é prazeroso sonhar com a sua alegria, seu semblante de surpresa e felicidade...
Misturado com um sorriso e a imaginação de um beijo molhado;
Porém, lhe deixo umas palavras soltas que direciona flexas de verdades e sentimentos... E acerta a razão!