Minha Alma tem o Peso
Nada nem ninguém tem o poder de ofender, abalar ou perturbar a sua paz sem o consentimento prévio do seu próprio julgamento.
Sem Medo de Dizer
A vida é curta demais para que a gente economize as palavras que têm o poder de salvar o dia de alguém. Precisamos aprender a falar sem o medo paralisante das retaliações, sem o receio constante de magoar por estarmos sendo verdadeiros com o nosso afeto. Dizer o que sentimos, com respeito e transparência, é um ato de libertação. Quando deixamos de engolir os nossos sentimentos e passamos a falar com o coração desarmado, mostramos que o amor é sempre maior do que o orgulho e que a verdade dita com carinho nunca destrói, só edifica.
"Quando alguém confiar uma amizade a você, agarre, pois há poucas pessoas que têm esse privilégio."
07/05/26
A beleza externa deslumbra, mas favorece somente quem a tem.
A beleza interna encanta e claramente motiva outrem.
28/08/26
*Pra Você Resistir* 💖
Pra você resistir, você tem que acreditar que vai acontecer o melhor pra você.
Mesmo quando tudo parece que não vai chegar. Mesmo quando o coração cansa e a vontade é de parar.
Acredita. O que é seu já está a caminho. Deus não se esqueceu de você, Ele só está preparando tudo com carinho.
Cada lágrima, cada luta, cada noite mal dormida... Tudo isso vai virar testemunho. Vai virar vitória.
Então não desiste agora, guerreira. O seu melhor ainda está por vir, e quando ele chegar, você vai entender porque precisou resistir tanto.
🙏✨
Pra você resistir,
você tem que acreditar,
que vai acontecer o melhor pra você,
mesmo quando tudo parece desabar.
Acredita no amanhã,
mesmo com o coração cansado,
Deus prepara em silêncio
o que está guardado.
Cada lágrima sua,
Ele vê e recolhe,
cada luta, cada esforço,
Ele conhece e acolhe.
Então não desiste,
levanta a cabeça e vai,
o melhor ainda te espera,
e nunca é tarde demais!
Ao rei que hoje ocupa a majestade do poder e tem ao seu redor uma corte de asseclas, sempre prontos a bajulá-lo e a lhe afagar o ego, deixo um conselho que o tempo, inexoravelmente, haverá de confirmar: amanhã, talvez, seja ele quem lhe puxará o tapete. Anote aí.
Brasil, meu lugar
Brasil é terra querida
De beleza sem igual
Tem florestas, tem vida
Tem futuro nacional.
O verde mostra esperança
O azul, o céu sem fim
O amarelo é confiança
Essa pátria vive em mim.
Brasil é força, é união
É respeito e é calor
Mora dentro do coração
Com justiça e muito amor.
quem muito corre,
nada alcança,
quem muito quer,
nada têm,
quem muito conquista,
muito se endivida,
sem esperança
e problemas na vida...
É revoltante: bajulam quem tem fama e as humilha, mas pisam em quem é pequeno e tenta vencer com dignidade ao lado delas.
Bajulam quem cospe nelas por pura obsessão de status, enquanto ignoram e esmagam quem tem bom coração e estende a mão para crescerem juntos.
Preferem a arena de brigas e ofensas de quem tem status à lealdade silenciosa de quem é pequeno e cuida de verdade.
A Casa Vazia
Existe uma casa dentro de cada ser humano. Ela não tem endereço, não aparece nos mapas e não pode ser construída por outra pessoa. É feita de memória, silêncio, desejo e consciência. É o lugar onde a nossa voz ainda é nossa. Quando somos capazes de habitá-la, conhecemos seus corredores, sabemos onde guardamos nossas alegrias, onde escondemos nossos medos, quais portas evitamos abrir e quais janelas deixamos voltadas para o mundo. No centro dessa casa existe uma chama pequena e silenciosa. É ela que nos diz: “Você está aqui.”
O problema começa quando deixamos a porta aberta por tempo demais. Lá fora, o mundo não pede licença. Ele chama, acende luzes, oferece promessas, produz urgências, entrega desejos prontos e mostra vidas cuidadosamente enquadradas. E nós saímos. Primeiro por curiosidade, depois por desejo, depois por hábito, até que um dia percebemos que estamos há tanto tempo do lado de fora que já não lembramos como era estar em casa.
Não fomos expulsos. Essa talvez seja a parte mais difícil de admitir. Nós mesmos fomos nos afastando. Trocamos o silêncio pelo ruído, a presença pela distração, a experiência pelo espetáculo e a própria voz pelo eco das vozes alheias. Começamos a conhecer a vida de pessoas que nunca encontramos, a acompanhar histórias que não são nossas e a reagir a acontecimentos que não podemos tocar, enquanto alguma coisa dentro de nós espera, em silêncio, para ser percebida.
Os espelhos se multiplicam. As telas iluminam rostos, as comparações entram pelas janelas e os sucessos alheios tornam-se medidas para a nossa própria existência. Sem perceber, começamos a perguntar menos “Quem sou eu?” e cada vez mais “Como estou sendo visto?”. Parece uma mudança pequena, mas é profunda. Quando o olhar dos outros se transforma no nosso principal espelho, começamos a construir a própria identidade do lado de fora. E uma casa construída pelo olhar alheio nunca permanece verdadeiramente nossa.
Então precisamos de mais: mais reconhecimento, mais aprovação, mais intensidade, mais alguma coisa que faça silêncio dentro de nós. Quanto mais procuramos, porém, menos encontramos. A casa permanece vazia não porque não exista nada dentro dela, mas porque ninguém está lá para perceber.
O abandono de si não acontece de uma só vez. Ele acontece em pequenas ausências: quando ignoramos aquilo que sentimos, quando dizemos “está tudo bem” sabendo que não está, quando seguimos uma direção apenas porque todos estão seguindo, quando confundimos desejo com necessidade, quando nos distraímos para não pensar ou quando falamos tanto que já não conseguimos ouvir a própria voz. A poeira se acumula, não sobre os móveis, mas sobre a memória de quem somos.
Chega então um momento em que o silêncio assusta. Depois de tanto ruído, ficar sozinho consigo mesmo pode parecer entrar em uma casa abandonada. Mas talvez o silêncio não seja vazio. Talvez seja apenas o espaço onde aquilo que foi abafado finalmente pode ser ouvido.
É ali que começa o retorno. E o retorno não exige grandes gestos. Não precisa de espetáculo, de uma nova vida ou de uma nova versão de nós mesmos. Começa pequeno: sentar, respirar, escutar, perguntar e permanecer tempo suficiente para ouvir a resposta. “O que está acontecendo dentro de mim?” Talvez ela venha baixa, talvez confusa, talvez acompanhada de coisas que preferíamos não encontrar. Não importa. A casa precisa ser reaberta.
Um cômodo de cada vez. Uma lembrança, um sentimento, uma verdade, uma escolha, uma janela. Até que a luz volte a entrar.
E então descobrimos algo essencial: voltar para si não significa abandonar o mundo. Pelo contrário. É somente quando sabemos onde estamos que podemos verdadeiramente encontrar alguém. É somente quando reconhecemos a nossa própria voz que conseguimos escutar outra pessoa sem desaparecer dentro dela. É somente quando conhecemos os nossos limites que conseguimos respeitar os limites do outro.
Uma casa habitada não é uma prisão. Tem portas, janelas e espaço para receber. Escuta o mundo, celebra, ama, aprende e acolhe, mas sabe quem possui as chaves. As paixões podem entrar sem incendiar a casa. As ideias podem entrar sem ocupar todos os cômodos. A opinião dos outros pode ser ouvida sem se transformar em sentença. O mundo pode atravessar nossas janelas sem se tornar proprietário da nossa existência.
Talvez maturidade seja isso: não fechar a porta para o mundo, mas deixar de viver permanentemente do lado de fora.
Precisamos sair. Precisamos experimentar, amar, errar, conhecer outras paisagens e encontrar outras pessoas. Mas precisamos também voltar. Voltar quando o mundo estiver barulhento demais. Voltar quando a aprovação já não bastar. Voltar quando percebermos que estamos vivendo para sustentar uma imagem que não reconhecemos. Voltar quando ninguém estiver olhando. Voltar simplesmente porque sentimos falta de nós mesmos.
Talvez essa seja a verdadeira casa: não o lugar onde nos escondemos do mundo, mas o lugar a partir do qual conseguimos habitá-lo sem nos abandonar.
No fim, não precisamos construir uma nova casa. Ela já existe. Talvez esteja apenas silenciosa. Talvez tenha algumas janelas fechadas. Talvez haja poeira sobre aquilo que um dia foi importante. Mas a chama ainda está lá, esperando.
E talvez ela não diga muita coisa. Talvez diga apenas: “Volte.”
Quando voltamos, percebemos que nunca estivemos realmente perdidos. Estávamos apenas longe demais para ouvir a nossa própria voz.
A porta sempre foi nossa. A casa sempre esteve lá. E a luz nunca deixou de esperar por nós.
Nos temos sonhos, projetos.Deus tem certeza.Nós temos argumentos, Deus tem respostas.
nosso tempo tem pressa, o tempo de Deus tem perfeição. Não é preciso apressar o passo, mas aquietar o coração. Não diante fazer acontecer de qualquer forma, Deus já tem o tempo determinado.
Não sou o dono da verdade, assim como nenhum ser humano possa ser.
A verdade não tem dono, ela é a própria essência do unigenito filho do SOBERANO E ETERNO E ALTÍSSIMO PAI CELESTIAL.
Sua graça constrange o meu ser.
E que nada, definitivamente nada, faço por esse dom eterno merecer.
E cada um tem o seu tempo determinado, quer queira ou não, seguimos qual num vagão de trem, uns iniciando e outros encerrando a sua viagem, umas curtas outras longas, mas ninguém fica nesse trem da vida terrena, todos estamos de partida, sem saber em qual estação nossa viagem finda.
