Minha Alma tem o Peso
A felicidade depende diretamente das nossas escolhas diárias.
Quem tem clareza do propósito, suporta o processo e atingirá o "brilho calorosos".
O Bem praticado cria "pontes indestrutíveis" e retorna em forma de felicidade
Sempre tem alguém com quem temos uma conexão forte e isso vai causar curto na mente de outras pessoas.
Inteligência e conhecimento andam de mãos dadas, mas não são a mesma coisa; Inteligência não tem como obter; conhecimento sim!
Inteligência é a capacidade que os seres vivos têm de perceber o meio em que estão inseridos, é a capacidade de observação.
Consciência é a soma de todos os processos cerebrais;
Personalidade é a forma como esses processos acontecem.
Não existem múltiplas inteligências, assim como definiu Gardner, mas claro, tudo depende de como se define a inteligência.
Quanto maior a capacidade de observação de um indivíduo, maior a sua inteligência.
"A paciência tem limite, e o meu respeito próprio está acima de qualquer tentativa de controle alheio."
Tem dias em que tudo dentro da gente quer voltar no tempo. Rever, refazer, sentir de novo. Mas a vida não anda em círculo. Ela segue. E a gente aprende a seguir com ela, mesmo com o coração olhando pra trás.
— Jair F.
" A vida doa...a vida toma...nada é por acaso...tudo se transforma...nada se perde...tudo tem sentido...veja...observe...viva intensamente...corra...beije...dance...abrace...cante...chore...sorria...e num último suspiro...último piscar...uma lágrima vai rolar...e sua face...suavemente vai sentir...a luz da vida...a escuridão da morte...quem sabe um novo caminho...ou não."✨️💞
"...não importa o que você têm...o que importa é quem você têm...para, ao seu lado, desfrutar da maior riqueza da vida...o amor."✨️💕
"Não tenha medo de deixar um sonho para trás. Algumas portas só se abrem quando você tem coragem de fechar outras."
Em uma guerra, não se tem vencedor, apenas destruição. Pais, filhos, mães, esposas, maridos, namorados e colegas morrem, todos morrem e isso não é indicativo de vitória.
O prêmio da mentira e da hipocrisia, da falsa devoção, é o fruto amargo que têm os seguidores desse tempo escuro e infeliz.
Aprendendo a Viver
Num piscar de olhos a vida passa
Tem gente que enxerga, mas não vê
E ainda acha que ela é ingrata
O segredo é aprender a viver
Veja bem, a vida está passando e você aí
Não consegue ver que ela sorri pra ti
Que anda lamentando com vontade de chorar
E vive procurando, mas não sabe encontrar
Amor, paixão e carinho
Agora vou dizer, você precisa me escutar
A solidão que tens vai te ensinar
Sejas feliz sozinho!
Quer viver bem:
Se tens problemas, ande com quem tem soluções,
se tens soluções ande com quem tem problemas.
Toda transformação psíquica real tem estrutura de luto: exige que algo morra para que outro algo emerja. Prosperidade, amadurecimento, criação — nenhum desses processos poupa o sujeito do desconforto que precede a reconfiguração interna. O abandono precoce, a fuga no primeiro sinal de resistência, não é fraqueza banal — é mecanismo de defesa do ego que prefere a estase ao risco da perda. E quando o sujeito para à margem do próprio caminho, o que emerge não é apenas frustração: é o ressentimento, essa forma encoberta de autoagressão que encontra no outro a culpa que não suporta habitar em si.
Nietzsche intuiu o que a clínica confirma: a individuação tem custo de isolamento. Separar-se das expectativas parentais, dos modelos introjetados, das identificações que nunca foram escolhidas — esse processo não é conquista tranquila, é ruptura que muitas vezes produz culpa antes de produzir liberdade. O sujeito que ousa pertencer a si atravessa o julgamento alheio sem o abrigo da aprovação, e isso exige suportar o desamparo que precede a autonomia. Perder o mundo pode ser suportável; perder a si é a única forma de dano que o psiquismo não consegue inteiramente elaborar.
O ego tem uma tendência estrutural a hipercatexizar o próprio sofrimento e a descatexizar o alheio. A dor própria ocupa o campo inteiro da percepção; a do outro aparece como dado periférico, quantificável de fora, sempre menor do que parece. Essa distorção não é crueldade — é limite do aparato perceptivo que só acessa com plena intensidade aquilo que habita por dentro. Mas quando essa percepção é interrogada e começa a ceder, nasce o que se poderia chamar de humildade clínica: a consciência de que cada sujeito atravessa abismos que não aparecem na superfície, que nenhum peso é leve para quem o carrega, e que o sofrimento não tem hierarquia objetiva — apenas perspectivas.
